NACIONAL
MEC investirá R$ 115 milhões em pós-graduação na Amazônia Legal
O Ministério da Educação (MEC), por meio da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), abre a partir de 11 de maio as inscrições para o edital da Rede de Pesquisa e Desenvolvimento na Amazônia Legal. A pasta investirá um total de R$ 115 milhões para a execução de até 36 projetos selecionados pelos nove estados da região.
A iniciativa tem como objetivo fixar pesquisadores nos estados da Amazônia Legal e criar novas áreas de pesquisa relevantes. Também pretende internacionalizar a formação e a pesquisa das instituições de ensino locais, interiorizar a pós-graduação na região e valorizar saberes tradicionais.
Acre, Amapá, Amazonas, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins podem apresentar, cada um, até seis propostas. Os projetos terão cinco anos de duração e receberão até R$ 3,2 milhões.
Serão formadas redes de pelo menos dois estados e três programas de pós-graduação. Um deles precisa ter, na Avaliação Quadrienal da Capes, notas de 5 a 7, outro com 3, 4 ou A (curso novo) e, preferencialmente, um deve ser do interior. Os projetos devem se enquadrar em, pelo menos, um dos 20 eixos estratégicos da Rede.

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Os recursos serão utilizados na concessão de bolsas no país e no exterior, além de custeio para compra de materiais necessários ao trabalho de pesquisa. A fundação de cada estado precisará destinar 20% do valor total investido pela Capes por projeto. A rede funcionará em parceria com o Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap).
O período para apresentação de propostas vai até 2 de outubro de 2026. A divulgação do resultado das propostas selecionadas acontece a partir de 15 de fevereiro do próximo ano, e o início da implementação dos projetos está previsto para abril de 2027. As informações completas sobre as regras de participação e o cronograma constam do Edital nº 06/2026.
Contexto – Em três anos, a CAPES aumentou em 93% seus investimentos no Norte, que subiram de R$ 96,8 milhões, em 2022, para R$ 187,8 milhões, em 2025. Os recursos contribuíram para a ampliação do número de programas de pós-graduação na região, que expandiu 111%.
Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Capes
Fonte: Ministério da Educação
NACIONAL
Sisu+ 2026: MEC disponibiliza consulta às vagas
O Ministério da Educação (MEC) disponibilizou, nesta segunda-feira, 8 de junho, a página de consulta de vagas do Sisu+, etapa complementar inédita do Sistema de Seleção Unificada (Sisu). A ferramenta do Portal de Acesso Único permite a consulta antecipada da oferta de vagas disponíveis no programa. A plataforma permite filtrar cursos, instituições, estados e municípios, além de apresentar detalhes importantes sobre modalidades de concorrência e ações afirmativas próprias das instituições.
O Sisu+ visa ofertar eventuais vagas disponíveis nas instituições ofertantes para ingresso no segundo semestre de 2026. Ao todo, aderiram ao programa 34 instituições públicas de educação superior.
Inscrição – Os estudantes interessados em participar do Sisu + podem se inscrever no período de 15 a 19 de junho, por meio do Portal de Acesso Único. Para se inscrever, é necessário que os candidatos tenham participado de uma ou mais edições do Exame Nacional de Ensino Médio (Enem) nos últimos três anos e que tenham concorrido a vagas na etapa regular do Sisu 2026. Para fins de inscrição, classificação e seleção dos estudantes, será utilizada a edição do Enem que resulte na melhor média ponderada de acordo com a opção de curso e com os critérios preestabelecidos. Na inscrição, o candidato poderá escolher até duas opções de curso, turno, local de oferta e instituição, optando por uma ordem de preferência.
Confira o cronograma do Sisu+ 2026: 
Sisu+ – O programa integra um ciclo mais amplo de aprimoramento do Sisu, como as alterações recentes da Lei de Cotas, aprimoramentos importantes no sistema de inscrição e melhorias na organização de vagas. A seleção é uma etapa complementar ao Sisu que tem o objetivo de ampliar o acesso à educação superior, contribuindo para a ocupação de vagas disponíveis, e de aperfeiçoar os processos da ferramenta de seleção. A etapa fortalece as instituições públicas de educação superior ao permitir que utilizem a estrutura do Sisu para ofertar vagas que, de outra forma, poderiam depender de processos seletivos próprios, com maior dispersão de regras, calendários e canais de divulgação.
A participação é voltada às instituições públicas e gratuitas que tenham participado da etapa regular do Sisu 2026 e formalizado a participação por meio do termo de adesão. A tendência é que o Sisu+ seja utilizado especialmente para: cursos que, tradicionalmente, dependem de chamadas sucessivas para preenchimento de vagas; instituições que realizariam processos seletivos próprios para vagas com ingresso no segundo semestre; cursos de licenciatura, engenharias e demais áreas estratégicas em que a ampliação do acesso esteja associada a políticas públicas complementares; e instituições que desejem utilizar a infraestrutura do Sisu para reduzir custos administrativos, ampliar a divulgação das vagas e padronizar procedimentos de seleção.
O objetivo é reduzir a necessidade de processos seletivos próprios paralelos e apoiar a organização das ofertas acadêmicas em ambiente já conhecido pelas instituições e pelos estudantes, incluindo instituições localizadas em regiões interiorizadas do país e ampliando a visibilidade de vagas eventualmente disponíveis fora dos grandes centros urbanos.
Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Superior (Sesu)
Fonte: Ministério da Educação
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