NACIONAL

MEC debate alimentação escolar nos Institutos Federais

O Ministério da Educação (MEC) participou, nesta quarta-feira, 2 de julho, de audiência pública na Comissão de Educação (CE) da Câmara dos Deputados. O debate teve como foco a alimentação escolar nos Institutos Federais (IFs), e reuniu representantes de entidades estudantis e de reitores das instituições. O encontro foi transmitido pela TV Câmara. 

O diretor de Desenvolvimento da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica do MEC, Charles Okama de Souza, apresentou o trabalho do ministério para garantir a alimentação como direito fundamental dos alunos.  

“Nós do MEC demos prioridade à construção de restaurantes estudantis por meio do Novo PAC. Hoje, são 269 obras em andamento em todo o Brasil, com investimentos de R$ 432 milhões. Agora temos que pensar como vamos financiar o custeio desses restaurantes e do pessoal que vai trabalhar para que o estudante tenha uma alimentação saudável diariamente. Para isso, temos trabalhado com o Congresso Nacional uma série de projetos para que os IFs possam cumprir sua missão”, destacou o diretor. 

Leia Também:  Conheça as ações do MEC pela educação indígena

Entre os projetos articulados, ele destacou a aprovação do Projeto de Lei 3.096/2024, que trata sobre o Programa Nacional de Apoio ao Transporte do Escolar (PNATE) e o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) para atender às instituições da Rede Federal e demais escolas federais. Também citou o Projeto de Lei 3.118/2024, aprovado nesta terça-feira, 1º de julho, na Comissão de Educação do Senado Federal. O texto que segue para votação na Câmara, inclui a Política Nacional de Assistência Estudantil (Pnaes)  entre as prioridades para recebimento de recursos do Fundo Social, relacionados aos royalties do petróleo. 

“Por meio das aprovações desses projetos, uma série de programas será regulamentada. Isso será um marco muito importante, e temos que continuar lutando para que esses recursos venham a atender as necessidades da Rede Federal e dos estudantes”, completou Okama. 

A audiência pública foi solicitada pelo deputado federal Reginaldo Veras, que presidiu a reunião. Além do MEC, estiveram presentes representantes da Federação Nacional de Estudantes em Ensino Técnico (Fenet); da União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes); da União Nacional dos Estudantes (UNE); a reitora do Instituto Federal de Brasília, Veruska Machado; e o reitor do Instituto Federal de Alagoas, Carlos Guedes, que na audiência representou o Conselho Nacional das Instituições da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica (Conif). 

Leia Também:  Complexo do Pecém (CE) abriga os primeiros projetos de hidrogênio verde do Brasil

 

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica (Setec) e da Câmara dos Deputados 

Fonte: Ministério da Educação

Propaganda

NACIONAL

MEC homologa diretrizes para ensino de arte na educação básica

O ministro da Educação, Leonardo Barchini, homologou, nesta segunda-feira, 17 de agosto, as diretrizes para o ensino e o aprendizado da arte na educação básica. Produzida pela Câmara de Educação Básica do Conselho Nacional de Educação (CNE), a norma complementa a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), orienta os sistemas de ensino e as escolas e reforça a importância da arte na formação integral dos estudantes brasileiros. O documento trata a arte como campo de conhecimento e destaca que o ensino deve ser organizado em quatro componentes: artes visuais, dança, música e teatro. Evento ocorreu na sede do Ministério da Educação (MEC), em Brasília (DF), e contou com a presença da ministra da Cultura, Margareth Menezes, e do presidente do CNE, Cesar Callegari. 

Ao garantir que as escolas ensinem sobre conteúdos, métodos, processos de criação, referências culturais e formas próprias de produzir conhecimento, as diretrizes buscam combater a noção de que a arte é uma atividade secundária, recreativa ou destinada apenas a complementar festas e datas comemorativas. Além disso, em um mundo cada vez mais dominado por tecnologias e pela instantaneidade, o Parecer CNE/CEB nº 2, aprovado em 19 de março de 2026, estabelece a arte como campo essencial à formação humana, capaz de promover a criatividade, o pensamento crítico e o diálogo com outras áreas. Entre as novas diretrizes estão: 

  • Arte como prática integradora – Deve ser vista como prática educativa com potencial para integrar experiências dentro e fora do ambiente escolar. 
  • Processos criativos e reflexivos – O ensino envolve criação, experimentação, apreciação e reflexão crítica, além da técnica e da reprodução. 
  • Contextualização e análise crítica – Analisar obras em seus contextos históricos, sociais e culturais amplia o repertório cultural dos estudantes. 
  • Desenvolvimento integral do estudante – O ensino de arte favorece o desenvolvimento cognitivo, afetivo, social, cultural e estético dos estudantes. 
Leia Também:  Salão do Turismo debate diretrizes da Film Commission Nacional e o potencial do cinema como motor do setor

Caberá às redes de educação definirem uma carga horária equilibrada e coerente para cada componente curricular de arte, com a implementação de dois por ano, evitando sobreposições e garantindo a continuidade da aprendizagem. Além disso, as escolas também deverão avaliar as condições físicas e pedagógicas para ofertar os componentes; elaborar planos com metas progressivas para melhorar espaços, materiais e recursos; integrar o espaço escolar com equipamentos culturais e artísticos locais; e fomentar parcerias com a comunidade para enriquecer a educação. 

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações do CNE 

Fonte: Ministério da Educação

Continue lendo

política mt

mato grosso

policial

PICANTES

MAIS LIDAS DA SEMANA