NACIONAL

MEC credencia novos campi da UFRGS e da Unifesspa

Com o objetivo de ampliar a oferta da educação superior pública em regiões historicamente desassistidas, o Ministério da Educação (MEC) autorizou o credenciamento de dois novos campi, um da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), e outro da Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará (Unifesspa). O primeiro, chamado de Campus Serra, será no município gaúcho de Caxias do Sul; e o outro no município paraense de Canaã dos Carajás. As Portarias nº 254 e 255/2026 foram publicadas nesta sexta-feira, 19 de junho, no Diário Oficial da União (DOU).  

O Campus Serra, da UFRGS, em processo de aquisição, conta com investimentos do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC) no valor de R$ 60 milhões, sendo R$ 50 milhões para aquisição e construção da sede e outros R$ 10 milhões para equipamentos. Já o Campus Canaã dos Carajás, da Unifesspa, funcionará em um imóvel cedido pela prefeitura do município, que está financiando a construção da sede com recursos da ordem de R$ 19 milhões para infraestrutura física e R$ 3 milhões para equipamentos laboratoriais e mobiliários. 

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Os pedidos para autorização de instalação dos campi foram analisados pela Secretaria de Educação Superior (Sesu) do MEC, e a previsão é de que as atividades acadêmicas se iniciem ainda neste ano. Para isso, as universidades já tinham aprovado, em seus conselhos superiores, a criação dos campi e dos cursos de graduação. 

Quanto ao corpo docente e técnicoadministrativo, a Sesu disponibilizará cargos para atender às unidades a partir de pactuação com as universidades, considerando o cronograma de oferta dos cursos. 

O Governo do Brasil, por meio do MEC, tem priorizado, desde 2023, a retomada de investimentos na consolidação e expansão das universidades federais. Por meio do Novo PAC, estão sendo investidos R$ 3,9 bilhões em 377 obras fundamentais, para consolidação das 69 universidades federais e expansão da educação superior em todo Brasil. Até o momento, nove campi já foram autorizados, com investimentos do Novo PAC, além de mais cinco por meio de expansão própria das instituições federais de educação superior. 

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Assessoria de Comunicação Social, com informações da Secretaria de Educação Superior (Sesu) 

Fonte: Ministério da Educação

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NACIONAL

MME reforça importância da flexibilidade para modernização do setor elétrico

O Ministério de Minas e Energia (MME) participou, nesta terça-feira (17/6), do painel “Flexibilidade Operacional”, realizado durante a 23ª edição do Encontro Nacional de Agentes do Setor Elétrico (ENASE), no Rio de Janeiro, que reuniu autoridades e especialistas para debater os principais desafios e oportunidades para o futuro do setor elétrico brasileiro. Durante o painel, foram debatidos os impactos da crescente participação das fontes renováveis variáveis, como solar e eólica, na operação do Sistema Interligado Nacional (SIN), bem como a importância da flexibilidade operacional para garantir a segurança, a confiabilidade e a expansão das fontes renováveis.

Representando o MME, o secretário Nacional de Energia Elétrica, João Daniel Cascalho, destacou que a evolução da matriz de geração de energia elétrica brasileira requer soluções capazes de atender às novas demandas operativas do sistema com flexibilidade fornecida de diferentes formas, como hidrelétricas com reservatórios, baterias, geração distribuída, resposta da demanda, entre outras.

“Nosso país conta com uma das matrizes elétricas mais limpas do mundo e continuaremos avançando na expansão das fontes renováveis. Por isso, é fundamental que tenhamos mecanismos que garantam a flexibilidade e a segurança do sistema. A gestão do ministro Alexandre Silveira tem evoluído quanto ao planejamento do setor para considerar não apenas energia, mas também potência, capacidade e serviços essenciais à operação do SIN, assegurando que a modernização da matriz ocorra com eficiência e modicidade para o consumidor”, afirmou.

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O secretário ressaltou, ainda, a importância de um planejamento integrado para o setor elétrico, considerando a expansão da oferta de energia elétrica e atributos como potência, capacidade e prestação de serviços ao sistema. Nesse sentido, o Governo do Brasil tem buscado fortalecer a coordenação entre geração, transmissão e requisitos operacionais, acompanhando a rápida transformação da matriz elétrica nacional.

O evento também abordou o papel estratégico do armazenamento de energia e da resposta da demanda na ampliação da flexibilidade do sistema elétrico. Nesse contexto, o avanço regulatório, a redução dos custos tecnológicos e a participação mais ativa dos consumidores – impulsionada pela digitalização e pela abertura do mercado – serão fundamentais para assegurar uma integração cada vez mais eficiente e segura das fontes renováveis ao sistema elétrico brasileiro.

Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
Telefone: 
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Fonte: Ministério de Minas e Energia

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