NACIONAL
MEC autoriza obras de novo campus do IFRS em Porto Alegre
Em agenda no Rio Grande do Sul, o ministro da Educação, Camilo Santana, assinará nesta quarta-feira, 20 de agosto, a ordem de serviço para as obras de um novo campus em Porto Alegre do Instituto Federal do Rio Grande do Sul (IFRS), na zona norte de Porto Alegre (RS). A unidade integra a expansão dos 102 novos campi de Institutos Federais pelo Brasil e tem um investimento de R$ 25 milhões do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC). Do total investido para o novo campus Zona Norte, em Porto Alegre, R$ 15 milhões são destinados à construção e R$ 10 milhões à aquisição de equipamentos. As obras do campus se iniciaram em agosto, com repasse inicial do MEC de R$ 1 milhão.
Além disso, na ação de consolidação das 17 unidades existentes, entre 2023 e 2025, já foram repassados R$ 58,9 milhões pelo Novo PAC. Até 2026, estão previstos outros R$ 1,9 milhão. Os investimentos contemplam a construção de bibliotecas, restaurantes estudantis, salas de aula e laboratórios, além da aquisição da sede própria do campus Viamão.
Atualmente, os 17 campi do IFRS ofertam 371 cursos para 22.580 estudantes matriculados e contam com 1.179 docentes em seu qua
dro de profissionais, além de 909 técnicos-administrativos em educação.
“O novo campus da Zona Norte vai fazer parte dos 102 novos campi de Institutos Federais e, com eles, chegaremos a 786 unidades pelo país. E não estamos fazendo apenas a expansão dos IFs. Temos um orçamento para consolidação: são novas bibliotecas, restaurantes, prédios didáticos… E vamos investir em concurso público para servidores. Está indo agora para o Congresso um projeto de lei autorizando novas vagas para institutos e universidades federais”, informou o ministro da Educação, Camilo Santana.
O anúncio aconteceu durante visita à sede do Campus Porto Alegre do IFRS, que fica no centro histórico da capital gaúcha. “É simbólico visitar esse campus porque, há apenas alguns meses atrás, esse mesmo prédio foi inundado com as enchentes que assolaram o Rio Grande do Sul, mas, com a solidariedade do Brasil para com o povo gaúcho, com a resistência e a autoestima de vocês, em parceria, conseguimos recuperar essa estrutura, com a disponibilização de R$ 4 milhões para essa recuperação”, detalhou.
Financiamento – O estado do Rio Grande do Sul conta com investimentos pelo novo PAC voltados para educação básica, profissional e tecnológica (EPT) e superior, com investimento total de R$ 1,2 bilhão. Estão sendo destinados R$ 490,7 milhões para as novas escolas de educação básica, com creches e a compra 120 ônibus escolares. Serão construídas 72 creches e 12 escolas de tempo integral.
Já para a educação profissional e tecnológica, estão sendo destinados R$ 218 milhões para a implantação de cinco novos campi e para melhoria e ampliação da infraestrutura das unidades existentes. Pela expansão, estão sendo construídos os campi Caçapava do Sul e São Luiz Gonzaga, do Instituto Federal de Farroupilha (IF Farrouplilha); Porto Alegre – Zona Norte e Gramado, do Instituto Federal do Rio Grande do Sul (IFRS); e São Leopoldo, do Instituto Federal do Sul-rio-grandense (IFSul).
A educação superior no estado conta com recursos de R$ 568 milhões para expansão e consolidação da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), em Caxias do Sul, além de campi das seguintes instituições: Universidade Federal do Rio Grande (Furg); Universidade Federal do Pampa (Unipampa); Universidade Federal de Santa Maria (UFSM); Universidade Federal de Pelotas (UFPel); Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA); e Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS). Os investimentos do MEC contemplam obras em instituições federais de 51 municípios, com construção de salas de aula, bibliotecas, restaurantes estudantis, laboratórios, reformas, dentre outras.
Ações de Recuperação – Desde 2024, quando o estado enfrentou problemas climáticos que destruíram escolas, hospitais e vias urbanas, o MEC tem atuado na reconstrução da educação no Rio Grande do Sul. Por meio de crédito extraordinário, foram destinados R$ 489 milhões para reconstrução e reformas de instituições públicas de educação.
Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Setec e Sesu
Fonte: Ministério da Educação
NACIONAL
Conheça o Selo Procel de Economia de Energia
Ao comprar um eletrodoméstico, você provavelmente já reparou em uma etiqueta em formato de lâmpada, nas cores preta e amarela, não é? O Selo Procel de Economia de Energia, criado em 1993, está presente em equipamentos de climatização, iluminação e outros produtos, tornando-se uma importante referência para quem busca economia na conta de luz e mais eficiência energética.
O Selo é concedido aos produtos que recebem classificação “A” na Etiqueta Nacional de Conservação de Energia (ENCE), do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro), que informa o nível de eficiência energética dos equipamentos e auxilia o consumidor na comparação entre diferentes modelos. Assim, o Selo Procel destaca aqueles que estão entre os mais eficientes do mercado, contribuindo para escolhas mais conscientes.
O selo Procel também é concedido às edificações classificadas como mais eficientes. Assim, o consumidor não só pode escolher eletrodomésticos mais eficientes como até mesmo optar por construções que oferecerão melhor desempenho energético, o que é um grande diferencial nesse momento de mudanças climáticas.
A iniciativa faz parte do Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica (Procel), coordenado pelo Ministério de Minas e Energia (MME) e executado pela Empresa Brasileira de Participações em Energia Nuclear e Binacional (ENBPar).
Economia para o bolso e mais sustentabilidade
Na prática, o Selo Procel ajuda o consumidor a identificar, de forma rápida, quais produtos e construções consomem menos energia sem comprometer o desempenho e o conforto.
Além da economia financeira, optar por produtos com o Selo Procel também representa um ganho ambiental. Equipamentos e construções mais eficientes reduzem a demanda por energia elétrica, contribuindo para o uso mais racional dos recursos naturais e para a diminuição dos impactos ambientais associados à geração de eletricidade.
A adoção de tecnologias mais eficientes também incentiva a indústria a investir em inovação, elevando os padrões de qualidade dos produtos disponíveis no mercado.

Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
Telefone: (61) 2032-5759 / (61) 99129-3579 (fins de semana e feriados)
E-mail: [email protected]
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