NACIONAL

Guia de Investimentos: Ministério do Turismo fecha primeiro quadrimestre com 23 projetos cadastrados

Vitrine para a atração de aportes privados, principalmente de capital estrangeiro destinado a impulsionar o turismo brasileiro, o Guia de Investimentos do Ministério do Turismo, elaborado pela ONU Turismo em colaboração com o CAF (Banco de Desenvolvimento da América Latina e Caribe), fechou o primeiro quadrimestre de 2025 com 23 projetos selecionados. Essa carteira de oportunidades tem potencial de injetar US$ 4,5 bilhões no setor e abrange propostas de empreendimentos de grande porte nas regiões Norte, Nordeste, Sudeste e Sul do país.

São opções que contemplam o desenvolvimento de terminais de cruzeiros, resorts, centros de convenções, parques temáticos e iniciativas de turismo rural e sustentável. Entre os destaques está a construção de um resort focado no turismo religioso e de entretenimento familiar em Bandeirantes, no Paraná. O Thermal Waters and Hotel Resort Morro dos Anjos prevê investimento de US$ 100 milhões, com perspectiva de Retorno sobre o Investimento (ROI) de US$ 200 milhões nos primeiros 10 anos de operação.

“Com o Guia, apresentamos ao mundo os benefícios, as condições e as oportunidades de negócios oferecidas em várias regiões do país. É uma demonstração da enorme atratividade do nosso país para investimentos diretos de grande porte que impulsionam o setor turístico, geram emprego e renda, e elevam o Brasil a um novo patamar no quesito de bem-receber visitantes”, afirmou o ministro do Turismo, Celso Sabino.

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O saldo do primeiro quadrimestre é positivo, uma vez que a carteira reúne projetos estruturados e competitivos. O ministro ainda destaca o papel da Nova Lei Geral do Turismo, sancionada em 2024, e do Plano Nacional de Turismo (PNT) 2024-2027, que promovem a melhoria do ambiente de negócios e a colaboração entre os setores público e privado. “São marcos de modernização do setor e simplificação de procedimentos que vai nos ajudar a ampliar o número de empreendimentos instalados em nosso país”, completou.

EMPREENDIMENTOS SUSTENTÁVEIS – Para expandir o número de projetos no “pipeline” de investimentos, o Ministério do Turismo desenvolve uma série de políticas voltadas à capacitação de gestores públicos e privados. Entre as iniciativas está um edital em parceria com a Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura), voltado à contratação de consultoria especializada para elaborar um manual técnico de estruturação de empreendimentos imobiliários turísticos sob a ótica do desenvolvimento sustentável.

O edital está com inscrições abertas até 23 de junho e pode ser consultado [AQUI].

Como foco do manual estão novos empreendimentos; empreendimentos para a conversão de usos – isto é, mudança do propósito original do imóvel —, empreendimentos com capacidade de ampliação física ou operacional e projetos de retrofit, que vão compor retromodificações.

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Reconhecido como líder global em investimento verde, o Brasil possui grandes oportunidades para desenvolvimento de eco-hotéis, mobilidade elétrica em áreas turísticas e projetos de conservação e ecoturismo. “A construção deste manual proporcionará maior qualificação técnica dos projetos voltados ao setor, ampliando as oportunidades de desenvolvimento sustentável em municípios com vocação turística”, destacou Celso Sabino.

INVESTIMENTOS ESTRANGEIROS – Entre janeiro e março deste ano, o setor de turismo no Brasil atraiu US$ 81 milhões em investimentos estrangeiros diretos, representando um crescimento de 88% em relação ao mesmo período do ano anterior, quando o país recebeu US$ 43 milhões. Os dados são de levantamento do Ministério do Turismo com base em informações do Banco Central.

O segmento de transporte concentrou o maior volume de recursos (US$ 63 milhões), seguido por cultura e lazer, com US$ 13 milhões.

No acumulado dos últimos 12 meses, os investimentos diretos estrangeiros em atividades relacionadas ao turismo totalizaram US$ 398 milhões, reforçando a confiança internacional no potencial do setor turístico brasileiro.

Por Júlia de Aguiar
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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NACIONAL

Aberta adesão à Comunidade Nacional da Primeira Infância

O Ministério da Educação (MEC) iniciou o processo de formação da Comunidade Nacional de Gestores de Políticas de Primeira Infância. Os municípios, estados e o Distrito Federal podem assinar o termo de adesão até 31 de julho. Já o prazo para indicar os representantes vai até 15 de agosto. A iniciativa é coordenada pela Subsecretaria da Política Nacional Integrada da Primeira Infância (SNPPI), com a finalidade de fortalecer a implementação da Política Nacional Integrada da Primeira Infância (PNIPI) em todo o país. 

Instituída pela Portaria nº 540/2026, a comunidade é composta por gestores públicos indicados pelos entes federados e prioriza profissionais que atuam na liderança e coordenação estratégica das políticas públicas destinadas a bebês e crianças de até seis anos de idade. A participação permite aos entes federados integrarem uma rede de cooperação federativa voltada ao desenvolvimento de capacidades institucionais, à troca de experiências e ao aprimoramento das iniciativas. 

Entre os objetivos, a rede nacional de gestores visa fortalecer as capacidades institucionais dos entes federados para planejar, executar, monitorar e avaliar políticas públicas voltadas à primeira infância. A proposta também prevê a difusão de informações, ferramentas e conhecimentos técnicos que apoiem a gestão integrada e o aprimoramento contínuo das ações destinadas à primeira infância. 

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Outra finalidade é estimular a cooperação entre os entes, promovendo uma governança mais articulada e intersetorial. A iniciativa ainda contribui para a formação de lideranças e o desenvolvimento das capacidades técnicas dos gestores. 

Eixos – A Comunidade está estruturada em dois eixos principais. O primeiro consiste na “Pactuação e Articulação Federativa”, que prevê a realização de oficinas, encontros técnicos e seminários para o estudo, a análise e a discussão de iniciativas, projetos e programas voltados à primeira infância, além de incentivar a cooperação entre os entes federativos para o aprimoramento contínuo das políticas públicas. 

Já o eixo de “Desenvolvimento de Capacidades Institucionais” contempla a criação de instrumentos de ação pública, protocolos, sistemas de informação, monitoramento e avaliação, bem como a oferta de ações formativas e estratégias voltadas ao fortalecimento das capacidades individuais e coletivas de gestão pública para a primeira infância. 

Orientações para adesão: 

Municípios: 

  1. Prefeitos(as) devem acessar o Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle (Simec) e assinar o Termo de Adesão. 
  2. No Simec, indicar os representantes titulares e suplentes do município, observando os quantitativos fixados na portaria: 
  • municípios com população de até 20 mil habitantes: indicar um gestor titular e respectivo suplente;   
  • municípios com população superior a 20 mil e até 100 mil habitantes: indicar até dois gestores titulares e respectivos suplentes;   
  • municípios com população superior a 100 mil habitantes: indicar até três gestores titulares e respectivos suplentes. 
  1. Finalizar o cadastro no Simec clicando em “Enviar para análise do MEC”. 
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Estados e Distrito Federal: 

  1. Assinar o Termo de Adesão enviado por e-mail para os gabinetes dos governadores. 
  2. Reunir informações solicitadas via e-mail para o cadastro de dois representantes do estado na Comunidade e seus respectivos suplentes. 
  3. Enviar o Termo de Adesão assinado e as informações dos representantes para o e-mail [email protected]

Em caso de dúvidas, o MEC disponibiliza o seguinte e-mail: [email protected]

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da SNPPI 

Fonte: Ministério da Educação

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