NACIONAL

Encontro nacional discute avaliação da alfabetização

O Ministério da Educação (MEC), com apoio do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), promoveu, nos dias 24 e 25 de setembro, o Encontro Nacional de Avaliação da Alfabetização, ação que integra o Compromisso Nacional Criança Alfabetizada (CNCA). O evento reuniu articuladores regionais da Rede Nacional de Articulação de Gestão, Formação e Mobilização (Renalfa) e responsáveis pelas avaliações das secretarias de educação dos estados e do Distrito Federal. 

O objetivo era discutir a avaliação nacional e as avaliações estaduais da alfabetização. Durante a abertura, o diretor de Políticas e Diretrizes da Educação Integral Básica do MEC, Alexsandro Santos, destacou que o envolvimento das secretarias estaduais de educação é fundamental. “Isso fortalece o caráter federativo do programa e dá maior consistência às estratégias de alfabetização”, afirmou. 

Segundo o presidente do Inep, Manuel Palacios, todas as inovações recentes contribuem para consolidar o compromisso nacional com a alfabetização. “Estamos vivendo um momento extremamente rico, com expectativa de aprovação do Sistema Nacional de Educação. No campo específico da avaliação, temos uma normativa de apoio à construção de propostas colaborativas, entre os sistemas estaduais e o Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb), projetando uma estrutura mais integrada e de responsabilidade compartilhada entre os estados”. 

Leia Também:  Ministro do Turismo, Celso Sabino, prestigia eventos na região Nordeste do Pará e leva investimentos que impulsionam o turismo regional

O secretário-executivo do Conselho Nacional de Secretários de Educação das Capitais (Consec), Henrique Pimentel, destacou a relevância do CNCA para as redes municipais de ensino. “A priorização da alfabetização trouxe protagonismo às redes municipais. Temos diversas redes fazendo um trabalho excelente, mas o desafio continua sendo grande. É fundamental aprendermos entre nós, municípios, e reconhecermos o quanto é desafiador ser gestor de redes de grande porte”, afirmou. 

O presidente da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) – Ceará e dirigente municipal de educação de Jucás (CE), Marques Aurélio, parabenizou o trabalho realizado pelo compromisso, destacando que “a iniciativa tem promovido uma política de equidade e de redução das desigualdades socioeconômicas e étnico-raciais”. 

Programação – No primeiro dia, o encontro contou com mesas de debate sobre as avaliações no âmbito do CNCA, além do compartilhamento de experiências e boas práticas nos territórios de São Paulo e do Distrito Federal, com a participação de articuladores estaduais e distritais e representantes da Secretaria de Educação do Distrito Federal. 

Leia Também:  MEC lança material didático para educação popular

Também foram discutidas as habilidades das matrizes de língua portuguesa e matemática no âmbito do Saeb, com contribuições do Inep e da Secretaria de Educação do Rio Grande do Norte. Em seguida, a última mesa temática abordou o Indicador Criança Alfabetizada, detalhando o cálculo das metas divulgadas pelo Inep nos âmbitos nacional e estadual. 

Na quinta-feira, a programação incluiu um minicurso sobre o Indicador Criança Alfabetizada, abordando a avaliação da alfabetização pelos sistemas estaduais em articulação com o Saeb. 

CNCA – O Compromisso Nacional Criança Alfabetizada tem como finalidade garantir o direito à alfabetização das crianças brasileiras até o final do 2º ano do ensino fundamental e foca a recuperação das aprendizagens das crianças do 3º, do 4º e do 5º ano afetadas pela pandemia. O CNCA estabelece, entre seus princípios, a promoção da equidade educacional, sendo considerados aspectos regionais, socioeconômicos, étnico-raciais e de gênero; a colaboração entre os entes federativos; e o fortalecimento das formas de cooperação entre estados e municípios. 

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações do Inep 

Fonte: Ministério da Educação

Propaganda

NACIONAL

MEC inaugura obras de revitalização de seu edifício Anexo I

O Ministério da Educação (MEC) entregou, nesta terça-feira, 30 de junho, a primeira etapa da obra de revitalização dos edifícios anexos da pasta. Após passar por reformas entre janeiro e junho de 2026, o edifício Anexo I é o primeiro a ficar pronto, garantindo mais segurança, acessibilidade, sustentabilidade, eficiência operacional e preservação do patrimônio arquitetônico do ministério. 

O secretário executivo do MEC, Rodolfo Cabral, afirmou que a reabertura do prédio faz parte de um ciclo, que teve início em 2023, de entregas para a reestruturação da instituição e que inclui também melhorias no Centro de Formação e Desenvolvimento dos Trabalhadores em Educação do Ministério da Educação (Cetremec). O Anexo II do ministério deve ser reformado até o fim do ano. 

“Reconstruir este ministério vai além das políticas públicas da educação: é também pensar nos servidores. Por isso, reestruturamos a carreira dos nossos colaboradores, pensando no bem-estar de cada um deles. Fomos um dos primeiros ministérios a implementar o fim na escala 6×1 para terceirizados. E, agora, essas melhorias também chegam à estrutura. Foram R$ 30 milhões investidos para os ajustes na parte elétrica, acessibilidade e paisagismo, promovendo um espaço mais acolhedor e à altura de todos os funcionários que compõem o MEC”, afirmou Cabral. 

A intervenção permitiu adequar o edifício às normas contemporâneas de ocupação de prédios públicos, segurança e acessibilidade, assegurando melhores condições de trabalho para os trabalhadores do MEC e de atendimento aos cidadãos que utilizam suas instalações. 

Leia Também:  MEC inaugura escola de ensino integral em Fortaleza

30/06/2026 - Reforma anexo do MEC. Fotos: Fábio Nakakura

Na primeira etapa, foi priorizada a modernização da infraestrutura predial com foco em segurança e eficiência energética. Foram substituídos ou implantados integralmente os sistemas de energia elétrica; climatização (ar-condicionado); detecção e combate a incêndio; automação predial; controle eletrônico de acesso e monitoramento por câmeras. Os resultados esperados incluem redução estimada de até 40% no consumo de energia associado aos sistemas elétricos e de climatização; redução dos custos operacionais; e menor impacto ambiental. O retorno estimado dos investimentos ocorrerá em aproximadamente oito anos. 

O edifício Anexo I passa a contar também com cafeteria do MEC – Educafé; Sala de Apoio à Amamentação do MEC e novas copas coletivas. Houve ainda revitalização dos banheiros; requalificação dos espaços de circulação e convivência; assim como adequação dos ambientes às normas de ocupação de edifícios públicos. Além disso, foram implementados piso e mapa tátil; rampa de acessibilidade; adequação das rotas acessíveis; melhoria da sinalização e da orientação dos usuários. A sustentabilidade foi contemplada com lixeiras para coleta seletiva; lixeiras de coleta seletiva e de resíduos tóxicos provenientes de cigarros (bitucas); sinalização voltada à conscientização ambiental; normas de prevenção e combate a incêndio; e padrões contemporâneos de gestão e segurança predial. 

Segundo a subsecretária de gestão administrativa do MEC, Jussara Cardoso, a reforma foi necessária para reforçar a segurança e o bem-estar dos colaboradores: “as estruturas antigas estavam defasadas, porque o prédio tem 45 anos. A partir desse processo, começamos a trabalhar com a preservação do patrimônio histórico e pensar em novos espaços para a qualidade de vida dos trabalhadores. O outro prédio deve ser entregue no dia do aniversário de 96 anos do MEC, em 14 de novembro”, adiantou. 

Leia Também:  Webinário divulga curso sobre ensino de matemática e linguagens

A etapa da revitalização do edifício Anexo II envolve a implantação de espaço de convivência para os trabalhadores, do laboratório EducaLab e de novos auditórios destinados à realização de eventos e atividades institucionais. 

Autores do projeto – A revitalização conciliou modernização da infraestrutura e valorização do patrimônio tombado, a partir das seguintes ações: recuperação do concreto aparente, originalmente concebido para a edificação, de modo que intervenções incompatíveis realizadas ao longo dos anos foram removidas; requalificação do paisagismo original concebido por Oscar Niemeyer; e instalação de painel de azulejos do artista brasiliense João Henrique, em homenagem ao arquiteto João Filgueiras Lima (Lelé), coautor do projeto do edifício ao lado de Niemeyer. 

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Subsecretaria de Gestão Administrativa (SGA) 

Fonte: Ministério da Educação

Continue lendo

política mt

mato grosso

policial

PICANTES

MAIS LIDAS DA SEMANA