NACIONAL

Em ação inédita, Ministério do Turismo conta histórias de quem faz das festas juninas um dos maiores atrativos turísticos do país

Antes de se abrirem os portões e os grandes shows começarem, há quem passe meses costurando figurinos, moldando peças de barro, preparando receitas tradicionais ou ensaiando apresentações que duram apenas alguns minutos. É esse universo de saberes, trabalho e tradição que o Ministério do Turismo (MTur) vai revelar por meio do projeto “Destino: Festas Juninas”‘. A iniciativa reúne uma websérie, disponível nas redes sociais da pasta, e uma série de rádio nas principais plataformas de áudio para contar as histórias de quem mantém viva uma das mais importantes manifestações culturais e turísticas do Brasil.

A iniciativa vai percorrer cinco dos principais destinos juninos do Nordeste, berço dessa manifestação popular, passando por Campina Grande (PB), Caruaru (PE), Mossoró (RN), Maracanaú (CE) e Petrolina (PE) para registrar personagens, tradições e atividades econômicas que ajudam a manter viva a cultura e transformam essas festas em importantes motores do turismo e do desenvolvimento regional.

Acesse aqui o primeiro episódio da série, no Youtube, Facebook ; Instagram do Ministério do Turismo e Spotify.

Para o ministro do Turismo, Gustavo Feliciano, as festas juninas são uma das maiores demonstrações de como cultura e turismo caminham juntos. “Milhões de pessoas viajam para viver essas experiências, mas o que torna tudo isso possível são as histórias de quem trabalha nos bastidores. Este projeto nasceu para mostrar essas trajetórias e revelar como a tradição ajuda a movimentar a economia, fortalecer os destinos e manter viva a identidade cultural brasileira”, afirmou.

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Turismo que transforma
Ao longo da expedição, o MTur vai acompanhar trabalhadores da economia criativa, artistas populares, músicos, cozinheiros, produtores culturais, artesãos, comerciantes e pequenos empreendedores. São pessoas que ajudam a construir as festas juninas todos os anos e que encontram nas celebrações uma oportunidade de fortalecer tradições, impulsionar negócios e movimentar as economias locais.

Para apoiar essa cadeia produtiva, o MTur tem atuado, em parceria com estados e municípios, na promoção e valorização dessa cultura.

“É uma engrenagem de cultura e desenvolvimento, que beneficia desde o público e a hotelaria até o artesão e o vendedor ambulante”, afirmou Gustavo Feliciano.

Impacto econômico
A força dos festejos juninos também pode ser medida pelo impacto econômico gerado nos destinos do projeto. Em Caruaru (PE), a expectativa é receber mais de 4 milhões de visitantes e movimentar cerca de R$ 800 milhões na economia local. Em Petrolina (PE), a previsão é de mais de 1 milhão de participantes e uma movimentação econômica de R$ 325 milhões.

Campina Grande (PB) espera receber 3,5 milhões de visitantes e movimentar aproximadamente R$ 800 milhões. Em Maracanaú (CE), a expectativa é reunir cerca de 2,7 milhões de espectadores e gerar mais de R$ 100 milhões em movimentação econômica. Já Mossoró (RN) projeta receber 1,2 milhão de visitantes e injetar cerca de R$ 360 milhões na economia local.

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Cinco destinos
Cada destino vai retratar uma faceta diferente do universo junino. Em Campina Grande, o foco estará nas histórias de amor, tradição e economia criativa, que se espalham pelo Parque do Povo. Em Caruaru, a produção acompanha o trabalho dos artesãos do Alto do Moura e a tradição das Comidas Gigantes.

Em Mossoró, a narrativa passa pelo espetáculo “Chuva de Bala no País de Mossoró” e pela relação entre cultura, memória e turismo. Em Maracanaú, os episódios mostram os bastidores das quadrilhas juninas e a cadeia produtiva envolvida na realização dos espetáculos. Já em Petrolina, o destaque será a conexão entre cultura sertaneja, gastronomia, agronegócio e enoturismo às margens do Rio São Francisco.

Por Natália Moraes
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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NACIONAL

Na Ponta do Lápis recebe planos de ação até 31 de julho

Estados e municípios que aderiram ao programa Na Ponta do Lápis têm até 31 de julho para submeter seus Planos de Ação para o ano letivo de 2026. Instituído pela Portaria MEC nº 502/2025, a iniciativa tem como objetivo promover o letramento financeiro, fiscal, previdenciário e securitário dos estudantes da rede pública de ensino de todo o Brasil. 

A adesão à política abrange 25 estados, o Distrito Federal e 3.726 municípios. As redes de ensino participantes devem enviar seus Planos de Ação para o ano letivo vigente, detalhando as principais medidas estruturantes assumidas para o período. Até o momento, 11 estados e cerca de 1.340 municípios já encaminharam o documento.  

O programa oferece capacitações gratuitas, na modalidade a distância, para docentes e gestores das redes participantes, desenvolvidas em parceria com instituições públicas e órgãos reguladores: 

  • Parceria com o Banco Central (certificação Enap): disponíveis na plataforma Aprender Valor, contam com cursos de 40 horas focados em Educação Financeira Pessoal, Formação para Gestores Escolares e Formação para Professores em efetiva regência, além do curso de Elaboração de Projetos Escolares com Educação Financeira (30 horas). 
  • Parceria com a Comissão de Valores Mobiliários (certificação Sebrae): disponibilizados no portal Educação Financeira na Escola, cobrem do 1º ao 9º ano do ensino fundamental com trilhas de 40 horas que abordam temas do cotidiano, como orçamento, poupança, consumo consciente, sustentabilidade e funcionamento do mercado financeiro.  
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Mais Professores – Além disso, no Portal Formação do programa Mais Professores para o Brasil, é possível encontrar cursos de formação continuada e qualificação profissional, além de centenas de oportunidades para ampliar os conhecimentos dos docentes em práticas pedagógicas, tecnologias educacionais e diversas outras áreas e etapas da educação. 

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretária de Educação Básica (SEB) 

Fonte: Ministério da Educação

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