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Doze aeroportos do Brasil estão entre os mais pontuais do mundo, aponta ranking internacional

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O Brasil ganhou destaque no cenário mundial da aviação civil com 12 aeroportos figurando entre os mais pontuais do mundo, de acordo com o relatório On-Time Performance Monthly Report, divulgado pela consultoria internacional Cirium em agosto. A publicação dividiu os aeroportos nas categorias de grande, médio e pequeno portes.

Segundo a metodologia adotada no relatório, os aeroportos são classificados conforme a capacidade anual de assentos ofertados: grande porte (25 a 40 milhões de assentos/ano), médio porte (15 a 25 milhões) e pequeno porte (5 a 15 milhões). Para entrar no ranking, os terminais também precisam ter pelo menos 90% de seus voos rastreados com informações reais de partida e chegada, o que assegura a comparabilidade internacional.

Na categoria de grandes aeroportos, Congonhas (SP) conquistou o 3º lugar mundial, com índice de 88,62% de pontualidade. Já na categoria dos aeroportos de médio porte:

  • Viracopos-Campinas (SP) ficou em 2º lugar, com 93,22% de pontualidade;
  • Brasília (DF) logo em seguida, em 3º lugar, com 90,97%;
  • Confins-Belo Horizonte (MG) em 4º lugar, com 88,70%;
  • Galeão (RJ) ficou na 6ª posição, com 86,50%.
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No ranking mundial dos terminais de pequeno porte, o Aeroporto Santos Dumont (RJ) liderou com índice de 95,02% de pontualidade, numa análise que considerou 4.930 voos. Nessa mesma categoria, o Aeroporto de Salvador (BA) ficou em 4º lugar, com 91,32%. Além deles, Belém (PA), Recife (PE), Florianópolis (SC), Curitiba (PR) e Porto Alegre (RS) figuraram no ranking dos 20 mais pontuais.

Segundo o ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, o resultado reflete os avanços na gestão e nos investimentos que vêm sendo realizados em parceria com operadores e concessionárias. “A presença de aeroportos brasileiros entre os mais pontuais do mundo mostra a força da nossa infraestrutura. É um reconhecimento da qualidade das operações e da eficiência que buscamos entregar à população todos os dias”, celebrou o ministro.

“É um reconhecimento da qualidade das operações e da eficiência que buscamos entregar à população todos os dias”  Silvio Costa Filho

Acima da média mundial
O relatório da Cirium traz ainda os chamados “Destaques operacionais”, que apresentam as médias globais de pontualidade para cada categoria de aeroporto. Esses indicadores permitem comparar o desempenho individual dos terminais com o padrão internacional.

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Nesse recorte, os aeroportos brasileiros ranqueados superaram as médias mundiais em diferentes portes. Nos terminais de pequeno porte, o Santos Dumont registrou 95% de voos pontuais, bem acima da média global da categoria, de 85%. O Aeroporto de Salvador também se destacou, com 91,32%.

Na categoria de médio porte, aeroportos como Viracopos-Campinas e Brasília apresentaram índices superiores a 90%, frente à média mundial de 81,4%. Outros terminais brasileiros listados – como Confins, Galeão, Belém, Recife, Florianópolis, Curitiba e Porto Alegre – também ficaram próximos ou acima desse patamar. Entre os grandes aeroportos, Congonhas (SP) obteve 88,62% de pontualidade, contra uma média global de 81,66%.

O estudo da Cirium leva em conta dados de mais de 2 mil fontes globais e avalia a pontualidade dos aeroportos pelas partidas realizadas dentro do tempo previsto. A metodologia garante comparabilidade internacional e coloca os resultados brasileiros em evidência no cenário mundial.

Assessoria Especial de Comunicação Social
Ministério de Portos e Aeroportos

Fonte: Portos e Aeroportos

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NACIONAL

Indicadores de equidade racial avançam nas redes municipais de ensino

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O Diagnóstico Equidade 2026, elaborado pelo Ministério da Educação (MEC), por meio da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi), apresenta aumento nos indicadores relacionados à implementação de políticas de educação para as relações étnico-raciais (Erer) nas redes municipais de ensino.  

Entre os indicadores analisados, a institucionalização apresentou um aumento de 17,1 pontos. O índice passou de 38,7 pontos, em 2024, para 55,8, em 2026. No Brasil, a média geral dos indicadores relacionados à implementação passou de 26,6, em 2024, para 34,7, em 2026, um crescimento de 8,1 pontos. O resultado indica que mais redes municipais estão estruturando políticas, ações e mecanismos para enfrentar desigualdades raciais e promover a diversidade. 

O índice geral é a média que considera a institucionalização de diferentes aspectos da implementação das políticas de Erer, como gestão, formação, materiais didáticos, financiamento, avaliação e monitoramento, mapeados pelo Diagnóstico Equidade. O resultado está ligado ao primeiro biênio de execução da Política Nacional de Equidade, Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola (Pneerq), em regime de colaboração interfederativa.   

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As políticas de equidade racial na educação têm o objetivo de enfrentar as desigualdades raciais e contribuir para a redução do hiato de aprendizagem entre estudantes negros e brancos. Para isso, promovem ações que valorizam a diversidade, combatem o racismo e garantem condições mais equitativas para que todos os estudantes tenham acesso, permanência e aprendizagem com qualidade.  

Confira os dados comparativos gerais da Erer de 2024 no Brasil, em comparação a 2026, divulgados no Diagnóstico Equidade 2026:  

Secretarias municipais 

2024 

2026 

Índices 

Brasil 

Brasil 

Geral 

26,6 

34,7 

Institucionalização 

38,7 

55,8 

Formação 

20,4 

28,7 

Gestão 

26,0 

27,0 

Material Didático 

31,1 

34,2 

Financiamento 

20,6 

39,9 

Avaliação e Monitoramento 

45,0 

60,2 

Metodologia – O levantamento contou com 44 perguntas dirigidas às secretarias de educação de estados, municípios e do Distrito Federal. Foram realizadas 32 questões sobre Erer e 12 sobre educação escolar quilombola (EEQ).  

Para acompanhar os resultados, as informações foram organizadas em indicadores que avaliaram áreas como gestão, formação de profissionais, materiais didáticos, financiamento, avaliação e monitoramento. Os índices recebem notas de 0 a 100.   

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As respostas foram declaradas pelos responsáveis pelas secretarias de educação ou, no caso dos municípios, pela prefeitura, o que contribui para a confiabilidade das informações. O questionário e os indicadores foram construídos com a participação de especialistas, pesquisadores e profissionais com experiência em políticas de equidade racial e combate ao racismo.  

Resultados do Diagnóstico de Equidade 2026  

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secadi 

Fonte: Ministério da Educação

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