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Com investimentos de R$ 7 milhões, governo entrega obras de revitalização da IP4 de Coari (AM)

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As obras de revitalização da Instalação Portuária Pública de Pequeno Porte (IP4) de Coari, no Amazonas, foram entregues à população no último sábado (21). Realizadas pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), em parceria com o Ministério de Portos e Aeroportos, o local recebeu investimento de R$ 7 milhões do Novo PAC (Programa de Aceleração do Crescimento do Governo Federal) para atender a mais de 73 mil pessoas que vivem na região.

As intervenções contemplaram as estruturas flutuantes e as instalações em terra, com reparos em componentes navais, novo sistema de ancoragem, reforço das plataformas e reforma do terminal de passageiros, dos sanitários, das áreas administrativas e dos acessos ao porto.

Segundo o ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, a obra é resultado de políticas públicas que reconhecem as necessidades da população. “A revitalização da IP4 de Coari é resultado de uma política pública voltada a quem mais precisa. Em uma cidade onde os rios são a única ligação com o restante do estado, a obra traduz em estrutura concreta o compromisso do Governo Federal com a população ribeirinha. Estamos garantindo mais segurança, mais conforto e mais dignidade para quem depende diariamente do transporte fluvial”, afirmou o ministro.

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A conclusão do projeto contou com o apoio do Governo do Amazonas e das lideranças locais, que acompanharam as etapas da obra desde sua concepção e contribuíram para viabilizar as intervenções necessárias na estrutura portuária do município.

Para o secretário nacional de Hidrovias e Navegação, Otto Luiz Burlier, a ação confirma o compromisso do governo com as populações ribeirinhas e as pessoas que vivem em áreas de difíceis acesso. “Essa entrega reforça o compromisso do Governo Federal com a melhoria da navegabilidade e da qualidade do serviço prestado à população, especialmente em regiões onde o transporte hidroviário é essencial.”

IP4 de Coari
O impacto vai além do porto. Em Coari, o transporte fluvial é responsável por garantir o abastecimento do município com alimentos, combustíveis, veículos, materiais de construção e insumos para a indústria de petróleo e gás, transportados principalmente de Manaus pela rota Manaus–Codajás–Coari–Tefé.

A obra integra uma agenda mais ampla do Novo PAC, que investe R$ 572,6 milhões na operação e manutenção de 54 terminais hidroviários na Região Norte. O programa reafirma a atuação do Governo Federal na redução das desigualdades regionais por meio da infraestrutura, garantindo que comunidades ribeirinhas tenham acesso a transporte seguro, eficiente e digno.

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“A revitalização da IP4 eleva o padrão das operações de transporte hidroviário e amplia a proteção para os usuários, sobretudo para os ribeirinhos que utilizam esse meio de transporte no cotidiano”, avaliou o diretor de Gestão Hidroviária, Eliezé Bulhões.

Assessoria Especial de Comunicação Social
Ministério de Portos e Aeroportos

Fonte: Portos e Aeroportos

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NACIONAL

Indicadores de equidade racial avançam nas redes municipais de ensino

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O Diagnóstico Equidade 2026, elaborado pelo Ministério da Educação (MEC), por meio da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi), apresenta aumento nos indicadores relacionados à implementação de políticas de educação para as relações étnico-raciais (Erer) nas redes municipais de ensino.  

Entre os indicadores analisados, a institucionalização apresentou um aumento de 17,1 pontos. O índice passou de 38,7 pontos, em 2024, para 55,8, em 2026. No Brasil, a média geral dos indicadores relacionados à implementação passou de 26,6, em 2024, para 34,7, em 2026, um crescimento de 8,1 pontos. O resultado indica que mais redes municipais estão estruturando políticas, ações e mecanismos para enfrentar desigualdades raciais e promover a diversidade. 

O índice geral é a média que considera a institucionalização de diferentes aspectos da implementação das políticas de Erer, como gestão, formação, materiais didáticos, financiamento, avaliação e monitoramento, mapeados pelo Diagnóstico Equidade. O resultado está ligado ao primeiro biênio de execução da Política Nacional de Equidade, Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola (Pneerq), em regime de colaboração interfederativa.   

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As políticas de equidade racial na educação têm o objetivo de enfrentar as desigualdades raciais e contribuir para a redução do hiato de aprendizagem entre estudantes negros e brancos. Para isso, promovem ações que valorizam a diversidade, combatem o racismo e garantem condições mais equitativas para que todos os estudantes tenham acesso, permanência e aprendizagem com qualidade.  

Confira os dados comparativos gerais da Erer de 2024 no Brasil, em comparação a 2026, divulgados no Diagnóstico Equidade 2026:  

Secretarias municipais 

2024 

2026 

Índices 

Brasil 

Brasil 

Geral 

26,6 

34,7 

Institucionalização 

38,7 

55,8 

Formação 

20,4 

28,7 

Gestão 

26,0 

27,0 

Material Didático 

31,1 

34,2 

Financiamento 

20,6 

39,9 

Avaliação e Monitoramento 

45,0 

60,2 

Metodologia – O levantamento contou com 44 perguntas dirigidas às secretarias de educação de estados, municípios e do Distrito Federal. Foram realizadas 32 questões sobre Erer e 12 sobre educação escolar quilombola (EEQ).  

Para acompanhar os resultados, as informações foram organizadas em indicadores que avaliaram áreas como gestão, formação de profissionais, materiais didáticos, financiamento, avaliação e monitoramento. Os índices recebem notas de 0 a 100.   

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As respostas foram declaradas pelos responsáveis pelas secretarias de educação ou, no caso dos municípios, pela prefeitura, o que contribui para a confiabilidade das informações. O questionário e os indicadores foram construídos com a participação de especialistas, pesquisadores e profissionais com experiência em políticas de equidade racial e combate ao racismo.  

Resultados do Diagnóstico de Equidade 2026  

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secadi 

Fonte: Ministério da Educação

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