NACIONAL
Boletim de Monitoramento do Sistema Elétrico apresenta os principais destaques do setor em 2024
O Ministério de Minas e Energia (MME) publicou, nesta quarta-feira (21/05), o Boletim de Monitoramento do Sistema Elétrico Brasileiro – Edição Especial, com dados referentes ao ano de 2024. O documento apresenta avanços significativos obtidos pelo setor energético em confiabilidade, expansão da infraestrutura e diversificação da matriz energética.
De acordo com a publicação, houve um aumento de 5%, 10,8 gigawatts (GW), na capacidade instalada de geração, grande maioria de fontes renováveis – eólica e solar – sem considerar a Micro e Minigeração Distribuída (MMGD). O documento mostra, ainda, o aumento de 2,2%, 4,1 mil km, em linhas de transmissão, e 4,4%, 20 mil MVA, na capacidade instalada de transmissão. Também foram registradas melhorias nos indicadores de continuidade de fornecimento de Duração Equivalente de Interrupção por Unidade Consumidora (DEC) e Frequência Equivalente de Interrupção por Unidade Consumidora (FEC).
Além disso, houve expansão da MMGD, que alcançou, ao final de 2024, 35 GW de capacidade instalada, totalizando o crescimento de 35,6% em relação ao final de 2023. O Boletim apresenta um compilado de destaques do Sistema Elétrico Brasileiro no ano de 2024, consolidando em bases anuais, bem como um comparativo com anos anteriores, permitindo aos leitores uma visão ampla da evolução de importantes variáveis do setor.
Confira os principais destaques do SEB:
– Destaques do Boletim e do Setor;
– Expansão da capacidade instalada de geração (de 2020 a 2024);
– Capacidade instalada total de geração (de 2020 a 2024);
– Geração verificada (comparativo com 2023);
– Sistema de transmissão existente (de 2020 a 2024);
– Intercâmbios internacionais comerciais (de 2022 a 2024);
– Mercado consumidor (comparativo com 2023);
– Encargos de Serviços do Sistema (de 2020 a 2024);
– Desempenho do sistema elétrico (de 2020 a 2024); e
– Universalização do acesso à energia elétrica.
Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
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NACIONAL
Escola Nacional de Hip Hop já tem adesão de 22 estados
As redes estaduais, distrital e municipais de educação têm até terça-feira, 30 de junho, para aderir ao Programa Escola Nacional de Hip-Hop. Até 24 de junho, 22 estados e o Distrito Federal já haviam confirmado participação na iniciativa, que busca incorporar ao ambiente escolar saberes urbanos, periféricos e negros por meio da cultura e pedagogia hip-hop.
A Escola Nacional de Hip-Hop integra a Política Nacional de Equidade, Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola (Pneerq) e prevê investimento de R$ 50 milhões entre 2026 e 2027. A adesão deve ser realizada exclusivamente pelo Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle (Simec), mediante assinatura do termo de adesão.
A proposta da Escola Nacional de Hip-Hop é fortalecer práticas pedagógicas que dialoguem com as vivências dos estudantes por meio de atividades ligadas à música, dança, grafite, batalhas de rima e formação cultural. Entre as ações previstas estão trilhas formativas voltadas à gestão de carreira de MCs, breaking olímpico, slams estudantis, batalhas de rima, atividades de grafite e experiências pedagógicas relacionadas ao hip-hop na educação.
Na educação básica, o hip-hop funciona como uma ferramenta de apoio ao sucesso acadêmico de estudantes em três grandes áreas: fortalecimento da identidade e da representatividade; integração de saberes e perspectivas decoloniais ao currículo; e melhoria do clima escolar, incluindo ações culturais que possam contribuir para reduzir o uso excessivo de celulares nos intervalos escolares.
Adesão – No levantamento realizado em 24 de junho, 22 estados e o Distrito Federal já haviam aderido ao Programa Escola Nacional de Hip-Hop. Entre as unidades da Federação que ainda não haviam formalizado a participação estão Amazonas, Espírito Santo, Mato Grosso e Paraná.
Nas capitais, 22 das 26 cidades já haviam confirmado adesão. Apenas Boa Vista (RR), Manaus (AM) e Vitória (ES) ainda não haviam concluído o processo.
O levantamento também mostra que a mobilização das redes municipais já alcança índices elevados em diversas unidades da Federação. O Amapá lidera o percentual de adesão entre os municípios, com 93,75%, seguido por Roraima (93,33%) e Acre (81,81%). Na sequência aparecem Maranhão (78,34%), Bahia (77,69%) e Rio de Janeiro (77,17%), demonstrando o avanço da implementação do programa em diferentes regiões do país.
Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi)
Fonte: Ministério da Educação
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