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Réu é condenado a 37 anos por feminicídio e estupro em Cuiabá

O Tribunal do Júri condenou o réu Almir Monteiro dos Reis a 37 anos de prisão, por feminicídio, estupro de vulnerável e fraude processual. O julgamento foi realizado nesta quinta-feira (25), na Comarca de Cuiabá. A sentença foi proferida pela juíza Mônica Catarina Perri Siqueira, da 1ª Vara Criminal, e fixou pena definitiva de 36 anos de reclusão, um ano de detenção e 20 dias-multa, em regime inicialmente fechado.O promotor de Justiça Rodrigo Ribeiro Domingues atuou na sessão do Júri representando o Ministério Público, sustentando a acusação com base em provas técnicas, testemunhais e periciais que comprovaram a autoria e a materialidade dos crimes. A advogada Gabrielly Meira Coutinho atuou como assistente de acusação.Durante o julgamento, o Conselho de Sentença reconheceu todas as qualificadoras do feminicídio, incluindo motivo torpe, emprego de asfixia mecânica, recurso que dificultou a defesa da vítima e a prática do crime para assegurar a impunidade de outro delito. Também foi reconhecida a condição de vulnerabilidade da vítima no crime de estupro, além da tentativa do réu de alterar a cena do crime para dificultar as investigações, configurando fraude processual.Conforme a denúncia oferecida pelo MPMT, na madrugada de 13 de agosto de 2023 o réu violentou sexualmente e assassinou a vítima Cristiane Castrillon da Fonseca Tirloni, advogada, após tê-la levado à sua residência. A vítima estava em estado de embriaguez profunda, o que a impediu de oferecer qualquer resistência.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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Promotoria realiza ciclo de palestras em escolas no Maio Laranja

A 2ª Promotoria de Justiça Cível de Sorriso (a 420 km de Cuiabá) está promovendo um ciclo de palestras para profissionais da educação no município em alusão ao Maio Laranja, campanha nacional de conscientização e combate ao abuso e à exploração sexual de crianças e adolescentes. Na quinta-feira (14), a promotora de Justiça se reuniu com secretários, coordenadores e diretores de escolas públicas para tratar do tema.As palestras são voltadas a professores, orientadores e coordenadores das escolas municipais, com o objetivo de fortalecer a rede de proteção e orientar os profissionais sobre a identificação e o enfrentamento de situações de violência.“Durante os encontros, abordamos os principais sinais de abuso sexual, a forma adequada de acolhimento e comunicação das vítimas, a obrigatoriedade do registro por meio da ficha de notificação, o sigilo das informações, as consequências legais da omissão, além de incentivar o desenvolvimento de atividades contínuas sobre o tema ao longo de todo o ano. Também abrimos espaço para esclarecimento de dúvidas”, explicou a promotora de Justiça.O ciclo de palestras teve início no fim de abril e segue até o fim de maio.Entrevista – Nesta sexta-feira (15), a promotora de Justiça participou de uma entrevista na Rádio Centro América, na qual falou sobre adoção, família acolhedora, os principais motivos de acolhimento institucional e a relação com casos de abuso sexual.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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