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Projeto apoiado pelo MPMT faz apresentações inéditas no Rio de Janeiro

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A Orquestra e Coral Flauta Mágica, iniciativa apoiada pelo Ministério Público de Mato Grosso com recursos financeiros via Banco de Projetos, Fundos e Entidades (Bapre), realizará duas apresentações inéditas na cidade do Rio de Janeiro, na próxima semana, por meio do projeto Música no Museu. As apresentações são gratuitas e terão como tema “Os imortais da música brasileira e os gênios internacionais”.
Os artistas de Cuiabá se apresentam no dia 13 de maio, às 18h, no Espaço Cultural Arte Sesc Flamengo e no dia 15, no Museu da Justiça, às 15h30. O evento é realizado pelo produtor cultural Sérgio da Costa e Silva e tem o objetivo de realizar intercâmbios culturais nacionais e internacionais, mantendo uma agenda de concertos de importantes grupos musicais do mundo todo.
“Trata-se de um projeto de notável alcance social, que atua junto a uma comunidade humilde, produzindo excelentes resultados por meio da arte e cultura, brilhando nacionalmente com apoio significativo do Ministério Público Estadual, que destinou consideráveis recursos via Bapre”, comemorou o procurador de Justiça Paulo Roberto Jorge do Prado, titular da Especializada na Defesa da Criança e do Adolescente.
O repertório do espetáculo inclui clássicos da música brasileira como “Trenzinho do Caipira” (Heitor Villa-Lobos), “Correnteza” (Tom Jobim), “Garota de Ipanema” (Tom Jobim e Vinicius de Moraes), “Eu sei que vou te amar” (Vinicius de Moraes e Tom Jobim), “Panis et Circenses” (Caetano Veloso e Gilberto Gil), entre outras canções.
Serão 37 integrantes, sendo 14 flautistas, 19 coralistas, um violonista, um guitarrista, um baixista e um baterista. “Ter a oportunidade de divulgar o trabalho que vem sendo desenvolvido há 27 anos no bairro Jardim Vitória, em Cuiabá, representa muito para nós. Esperamos que o maior número de pessoas compreenda que educar bem nossas crianças e jovens é o único caminho para o desenvolvimento da nossa pátria!”, enfatiza o maestro Gilberto Mendes, fundador do Instituto Flauta Mágica.

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(Com informações do Instituto Flauta Mágica)
Foto: Instituto Flauta Mágica.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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MP recomenda suspensão de novos pacientes em clínica de reabilitação

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A 1ª Promotoria de Justiça Cível de Chapada dos Guimarães (a 65 quilômetros de Cuiabá) recomendou a suspensão imediata da admissão de novos pacientes no Centro de Tratamento Vida Serena Premier após identificar indícios de irregularidades no funcionamento da unidade. A medida foi adotada no âmbito de um inquérito civil instaurado para apurar supostas irregularidades na clínica, que atende pessoas com transtornos mentais e dependência química. As investigações começaram após denúncia encaminhada à Ouvidoria do Ministério Público de Mato Grosso. A apuração integra ações do projeto Escuta Pró-Ativa, coordenado pela ouvidora-geral do MPMT, procuradora de Justiça Eliana Cícero de Sá Maranhão Ayres Campos, que realiza visitas técnicas para verificar as condições de atendimento em unidades de acolhimento e tratamento. Neste ano, o projeto já promoveu fiscalizações em penitenciárias de Cuiabá e Várzea Grande, além de comunidades terapêuticas e clínicas localizadas em Várzea Grande e Chapada dos Guimarães. Durante as inspeções, relatórios técnicos apontaram possíveis inconsistências entre o licenciamento da unidade e as atividades efetivamente desenvolvidas no local. Em inspeção realizada na instituição, foram identificados cerca de 43 pacientes acolhidos. Também foram constatadas possíveis inadequações estruturais e indícios da realização de procedimentos típicos de unidades médico-hospitalares. De acordo com a promotoria, a fiscalização realizada pelo Conselho Regional de Medicina de Mato Grosso (CRM-MT) constatou que a unidade realiza internações voluntárias, involuntárias e compulsórias. O relatório também apontou incompatibilidades entre os serviços prestados e o licenciamento sanitário então vigente, além de outras inconformidades administrativas e técnicas. O Ministério Público também constatou, durante a inspeção, a ausência de licença sanitária válida para o funcionamento da clínica. Conforme o procedimento, o alvará anteriormente apresentado perdeu a vigência e, até o momento, não houve comprovação da obtenção de uma nova autorização. Para o promotor de Justiça Leandro Volochko, a medida tem caráter preventivo e busca garantir a proteção dos pacientes. “Nosso objetivo é resguardar a saúde e a segurança das pessoas acolhidas enquanto os órgãos competentes analisam a regularidade do funcionamento da unidade e das atividades desenvolvidas no local”, destacou. Além da recomendação para suspender novas internações, a Promotoria requisitou informações sobre os pacientes atualmente acolhidos e determinou o envio de ofícios à Vigilância Sanitária e ao CRM-MT para a realização de novas fiscalizações.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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