MINISTÉRIO PÚBLICO MT

Profis empossa nova diretoria durante Encontro Estadual do 3º Setor

A Associação de Procuradores e Promotores de Justiça de Fundações e Entidades de Interesse Social (Profis) empossou, na manhã desta sexta-feira (6), sua nova diretoria durante o Encontro Estadual do Terceiro Setor, realizado em Cuiabá. A solenidade ocorreu no auditório da Sede das Promotorias de Justiça da Capital e integrou a programação oficial do evento, que reuniu membros do Ministério Público de diversos estados e representantes da sociedade civil organizada.A nova diretoria foi escolhida por aclamação. Foram empossados: Givaldo de Barros Lessa (MPAL), presidente; Renee do Ó Souza (MPMT), vice-presidente; Tulio Chaves Novaes (MPPA), secretário; e Rogério Paranhos Gonçalves (MPAL), tesoureiro. O Conselho Fiscal passa a ser composto por José Eduardo Sabo Paes (MPDFT), Caroline Sartori Velloso Martinelli (MPSC) e José Marinho Paulo Júnior (MPRJ), tendo como suplentes Aurivana Curvelo de Jesus Braga (MPBA) e Alexandre do Amaral Nóbrega (MPPB).Antes de deixar a presidência da Profis, a promotora de Justiça Janine Borges Soares, do Ministério Público do Rio Grande do Sul (MPRS), apresentou um balanço das atividades desenvolvidas ao longo de dois mandatos. Ela destacou o fortalecimento do diálogo institucional, a realização de eventos intersetoriais e a modernização da associação por meio da digitalização integral do acervo documental. Janine também agradeceu à equipe que a acompanhou no período.“Sempre valorizei o diálogo. Sempre me aproximei das instituições, fiz visitas e construí vínculos interinstitucionais, porque este é o Ministério Público no qual eu acredito. Ao encerrar a minha gestão, espero que meu trabalho seja reconhecido no futuro como o trabalho de alguém que buscou a democracia interna e externa na nossa instituição e que se dedicou a aproximar a Profis da sociedade, da OAB, das confederações, das federações, das fundações e das associações”, declarou a promotora.O presidente recém-empossado, Givaldo de Barros Lessa, promotor de Justiça do Ministério Público de Alagoas (MPAL), disse estar honrado e orgulhoso por assumir o cargo. Ele agradeceu ao MPMT e à Fundação Escola Superior do Ministério Público de Mato Grosso (FESMP) pela realização do evento, além de reconhecer o trabalho desenvolvido por Janine Borges Soares à frente da Profis.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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Casal é condenado a 14 anos de reclusão por homicídio em Cuiabá 

O Tribunal do Júri de Cuiabá condenou, na quinta-feira (2), Carolyne Beatriz da Silva e Roneclei José Mendes a 14 anos de reclusão cada um, pelo homicídio qualificado de Wesley Pinho Nardes. O Conselho de Sentença acolheu a tese apresentada pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) e reconheceu que o crime foi cometido por motivo torpe e mediante dissimulação e emboscada. Atuou em plenário o promotor de Justiça Vinícius Gahyva Martins. Conforme a sentença, a pena deverá ser cumprida em regime inicial fechado. O juiz presidente do Tribunal do Júri também determinou a execução imediata da pena e a expedição dos mandados de prisão dos condenados. De acordo com a denúncia do MPMT, o crime aconteceu em novembro de 2020, nas proximidades da BR-364, no Distrito Industrial, em Cuiabá. As investigações apontaram que os denunciados agiram de forma premeditada e utilizaram arma de fogo para matar a vítima. Segundo apurado, Carolyne manteve um relacionamento amoroso conturbado com Wesley. Após retomar a convivência com Roneclei, pai de seus dois filhos, o casal passou a arquitetar a morte da vítima, motivado por sentimentos de vingança decorrentes dos conflitos existentes entre Carolyne e o ex-companheiro.Conforme a denúncia, Carolyne entrou em contato com Wesley e o convenceu a encontrá-la, simulando uma reaproximação. Em seguida, conduziu a vítima de motocicleta até um local ermo às margens da rodovia, onde Roneclei já aguardava. No local, Wesley foi surpreendido pela emboscada e atingido por disparos de arma de fogo, morrendo em decorrência dos ferimentos. O corpo foi encontrado dois dias depois, às margens da BR-364.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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