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Processo de construção do novo ciclo do PEI é materializado em revista

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Foi divulgada nesta sexta-feira (09) edição especial da Revista do Planejamento Estratégico Institucional do Ministério Público do Estado de Mato Grosso. Produzida pelo Departamento de Comunicação do MPMT, a revista traz informações sobre todas as fases do processo de construção do novo ciclo, que começou este ano e se estenderá até 2031.

“Apresentamos aos nossos leitores todas as fases que percorremos no processo de construção do novo ciclo. Queremos que todos os cidadãos e cidadãs se sintam acolhidos por esta instituição que quer se fortalecer como sustentável, inovadora, resolutiva, socialmente acessível, indutora do aprimoramento da qualidade de vida das pessoas e compromissada com a efetivação dos direitos fundamentais”, destacou a subprocuradora-geral de Justiça de Planejamento e Gestão do MPMT, promotora de Justiça Hellen Uliam Kuriki.

O procurador-geral de Justiça, Deosdete Cruz Junior destacou que o Planejamento Estratégico Institucional (PEI) vem passando por um processo constante de amadurecimento e tem conquistado cada vez mais adeptos na instituição. “Pavimentada a muitas mãos, toda esta trajetória do Planejamento Estratégico tem como principal objetivo atender aos anseios da sociedade, que é a essência do Ministério Público”, observou.

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Acesse aqui a Revista e saiba quais são os objetivos e projetos estratégicos da instituição para os próximos anos. Conheça também os resultados alcançados no último ciclo.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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MP investiga suspeita de irregularidade no tratamento da água

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A 6ª Promotoria de Justiça Cível de Tutela Coletiva do Consumidor da Capital notificou a concessionária responsável pelo abastecimento de água em Acorizal, a Prefeitura Municipal e a agência reguladora para que adotem medidas e prestem esclarecimentos à população sobre a qualidade da água distribuída no município. A medida foi tomada após uma fiscalização conjunta que identificou a suposta utilização de cal destinada à construção civil no processo de tratamento da água fornecida aos moradores. Diante dos indícios encontrados e dos possíveis riscos à saúde pública, o Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) instaurou procedimento para apurar a regularidade dos serviços de abastecimento de água e esgotamento sanitário na cidade. A investigação foi motivada por denúncias encaminhadas aos canais de atendimento do Ministério Público, relatando possíveis irregularidades nos sistemas de tratamento de água e esgoto do município. A promotora de Justiça Valnice Silva dos Santos solicitou a realização de uma fiscalização conjunta com a Vigilância Sanitária Estadual, a Delegacia Especializada de Defesa do Consumidor (Decon) e o Procon-MT. Durante a inspeção, realizada no dia 18 de agosto, as equipes encontraram sacos de cal utilizados na construção civil dentro da Estação de Tratamento de Água (ETA). Segundo o relatório da fiscalização, o material estaria sendo empregado no processo de tratamento da água distribuída à população.
De acordo com a promotora de Justiça Valnice Silva dos Santos, a recomendação tem como objetivo assegurar transparência e garantir que os moradores recebam informações claras sobre a qualidade da água consumida e as providências adotadas pelos responsáveis pelo serviço.
“É fundamental que a população tenha acesso a informações sobre a qualidade da água consumida e sobre as providências adotadas para garantir a segurança do abastecimento. A prioridade é proteger a saúde dos moradores e assegurar a regularidade do serviço”, destacou a promotora.
Na recomendação expedida pelo MPMT, os órgãos e entidades notificados devem informar à população as condições atuais do abastecimento, as medidas adotadas para garantir a potabilidade da água e as ações de monitoramento. Também foi solicitada a divulgação periódica dos resultados das análises e das providências implementadas para assegurar a qualidade da água distribuída no município. Além disso, foi estabelecido o prazo de cinco dias para que os notificados apresentem ao MP informações sobre medidas adotadas.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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