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Oficina sobre Portal Transparência será nesta sexta-feira

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O Centro de Apoio Operacional Meio Ambiente Natural, com apoio da Escola Institucional do Ministério Público do Estado de Mato Grosso, realiza nesta sexta-feira (15), às 9h30, a oficina “Portal da Transparência de Informações Ambientais”. Destinada a membros e servidores que atuam na área ambiental, a oficina será ministrada por servidores da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema). O evento ocorrerá por meio da plataforma Teams.

De acordo com a coordenadora do CAO Meio Ambiente Natural, promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa, o objetivo da oficina é apresentar aos integrantes do MPMT que atuam nas áreas cível e criminal em questões ambientais as funcionalidades do Portal Transparência. “A proposta é que promotores e servidores possam entender o funcionamento das ferramentas que estão disponíveis para auxiliar o nosso trabalho na defesa do meio ambiente”, ressaltou.

Segundo a Sema, no Portal Transparência é possível acessar informações do Sistema Mato-Grossense de Cadastro Ambiental Rural (Simcar), do Licenciamento Ambiental (Simlam), bases de referência, além de relatórios de monitoramento ambiental produzidos pelas equipes técnicas da Sema.

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Mato Grosso foi o primeiro Estado da Amazônia Legal a disponibilizar abertamente as autorizações de desmate como dados geoespaciais, que podem ser usados por Sistemas de Informações Geográficas. Outro destaque é a transparência de todos os dados do CAR, atendendo a um dos objetivos estabelecidos no Código Florestal, já que as informações sobre a regularização ambiental dos imóveis rurais também estão disponíveis na rede mundial de computadores.

 A abertura de dados possibilita o controle feito pelo próprio cidadão e maior autonomia aos órgãos de controle e entidades do terceiro setor no acompanhamento das ações do órgão.

Fonte: MP MT

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MP investiga suspeita de irregularidade no tratamento da água

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A 6ª Promotoria de Justiça Cível de Tutela Coletiva do Consumidor da Capital notificou a concessionária responsável pelo abastecimento de água em Acorizal, a Prefeitura Municipal e a agência reguladora para que adotem medidas e prestem esclarecimentos à população sobre a qualidade da água distribuída no município. A medida foi tomada após uma fiscalização conjunta que identificou a suposta utilização de cal destinada à construção civil no processo de tratamento da água fornecida aos moradores. Diante dos indícios encontrados e dos possíveis riscos à saúde pública, o Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) instaurou procedimento para apurar a regularidade dos serviços de abastecimento de água e esgotamento sanitário na cidade. A investigação foi motivada por denúncias encaminhadas aos canais de atendimento do Ministério Público, relatando possíveis irregularidades nos sistemas de tratamento de água e esgoto do município. A promotora de Justiça Valnice Silva dos Santos solicitou a realização de uma fiscalização conjunta com a Vigilância Sanitária Estadual, a Delegacia Especializada de Defesa do Consumidor (Decon) e o Procon-MT. Durante a inspeção, realizada no dia 18 de agosto, as equipes encontraram sacos de cal utilizados na construção civil dentro da Estação de Tratamento de Água (ETA). Segundo o relatório da fiscalização, o material estaria sendo empregado no processo de tratamento da água distribuída à população.
De acordo com a promotora de Justiça Valnice Silva dos Santos, a recomendação tem como objetivo assegurar transparência e garantir que os moradores recebam informações claras sobre a qualidade da água consumida e as providências adotadas pelos responsáveis pelo serviço.
“É fundamental que a população tenha acesso a informações sobre a qualidade da água consumida e sobre as providências adotadas para garantir a segurança do abastecimento. A prioridade é proteger a saúde dos moradores e assegurar a regularidade do serviço”, destacou a promotora.
Na recomendação expedida pelo MPMT, os órgãos e entidades notificados devem informar à população as condições atuais do abastecimento, as medidas adotadas para garantir a potabilidade da água e as ações de monitoramento. Também foi solicitada a divulgação periódica dos resultados das análises e das providências implementadas para assegurar a qualidade da água distribuída no município. Além disso, foi estabelecido o prazo de cinco dias para que os notificados apresentem ao MP informações sobre medidas adotadas.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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