MINISTÉRIO PÚBLICO MT

Gaeco cumpre 73 mandados contra crime organizado em MT

O Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco) de Barra do Garças, força-tarefa permanente constituída pelo Ministério Público do Estado de Mato Grosso, Polícia Judiciária Civil, Polícia Militar, Polícia Penal e Sistema Socioeducativo, deflagrou na manhã desta quarta-feira (11) a Operação “Game Red” para o cumprimento de ordens judiciais contra integrantes de uma organização criminosa que atua em jogos de azar em Mato Grosso.Foram cumpridas 73 ordens judiciais: 31 de buscas e apreensão, 21 de quebras de sigilos de dados e 21 de bloqueios de contas bancárias.Todas as ordens judiciais foram expedidas pelo Núcleo de Inquéritos Policiais (NIPO) de Cuiabá e são resultado do trabalho investigativo e do enfrentamento ao crime organizado. Os mandados estão sendo cumpridos nas cidades de Barra do Garças (MT) e Aragarças (GO), com apoio da delegacia regional.A Operação “Game Red” faz parte do trabalho investigativo da equipe do Gaeco de Barra do Garças, que, com base em investigações realizadas entre os anos de 2023 e 2024, revelou a atuação de uma organização criminosa que estava se estruturando na cidade com a exploração do “jogo do bicho”. Além disso, eles obtinham vantagens financeiras milionárias. Os criminosos agiam com brutalidade e até praticavam crimes contra a vida a pedido dos líderes da facção.Chegaram a expulsar donos de “bancas” rivais que também operavam de forma ilegal na cidade. O grupo criminoso passou a impor o funcionamento de uma única “banca” sob sua proteção, estabelecendo um monopólio criminoso da contravenção.O nome da Operação “Game Red” vem da tradução “jogo vermelho”. Ela faz referência à natureza ilícita da atividade explorada (jogo de azar) e ao fato de a organização criminosa utilizar a cor vermelha como um de seus principais símbolos.As diligências realizadas nesta fase da operação contaram com o apoio da Polícia Civil de Barra do Garças e da Central de Flagrantes, que prestou auxílio cartorário na operação, visando aprofundar a coleta de dados, desarticular a estrutura financeira da organização e responsabilizar os integrantes.

Leia Também:  MPMT aciona servidoras e colégio por apresentação de diplomas falsos

Fonte: Ministério Público MT – MT

Propaganda

MINISTÉRIO PÚBLICO MT

Casal é condenado a 14 anos de reclusão por homicídio em Cuiabá 

O Tribunal do Júri de Cuiabá condenou, na quinta-feira (2), Carolyne Beatriz da Silva e Roneclei José Mendes a 14 anos de reclusão cada um, pelo homicídio qualificado de Wesley Pinho Nardes. O Conselho de Sentença acolheu a tese apresentada pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) e reconheceu que o crime foi cometido por motivo torpe e mediante dissimulação e emboscada. Atuou em plenário o promotor de Justiça Vinícius Gahyva Martins. Conforme a sentença, a pena deverá ser cumprida em regime inicial fechado. O juiz presidente do Tribunal do Júri também determinou a execução imediata da pena e a expedição dos mandados de prisão dos condenados. De acordo com a denúncia do MPMT, o crime aconteceu em novembro de 2020, nas proximidades da BR-364, no Distrito Industrial, em Cuiabá. As investigações apontaram que os denunciados agiram de forma premeditada e utilizaram arma de fogo para matar a vítima. Segundo apurado, Carolyne manteve um relacionamento amoroso conturbado com Wesley. Após retomar a convivência com Roneclei, pai de seus dois filhos, o casal passou a arquitetar a morte da vítima, motivado por sentimentos de vingança decorrentes dos conflitos existentes entre Carolyne e o ex-companheiro.Conforme a denúncia, Carolyne entrou em contato com Wesley e o convenceu a encontrá-la, simulando uma reaproximação. Em seguida, conduziu a vítima de motocicleta até um local ermo às margens da rodovia, onde Roneclei já aguardava. No local, Wesley foi surpreendido pela emboscada e atingido por disparos de arma de fogo, morrendo em decorrência dos ferimentos. O corpo foi encontrado dois dias depois, às margens da BR-364.

Leia Também:  MPMT abre vagas em curso de comunicação não-violenta para professores

Fonte: Ministério Público MT – MT

Continue lendo

política mt

mato grosso

policial

PICANTES

MAIS LIDAS DA SEMANA