MINISTÉRIO PÚBLICO MT
Agosto Lilás tem adesão de Promotorias de todo o estado
O Movimento Agosto Lilás obteve a adesão de promotores e promotoras de Justiça em todas as regiões de Mato Grosso. Palestras, seminários, abordagens no trânsito, debates e audiências públicas foram algumas das estratégias adotadas pelos membros do Ministério Público para chamar a atenção da sociedade sobre a temática da violência contra a mulher.
Na Capital, dois encontros realizados no auditório da Procuradoria-Geral de Justiça discutiram a temática. O primeiro reuniu representantes da rede de enfrentamento à violência contra a mulher, e o segundo contou a participação dos colaboradores do Núcleo de Promotorias de Justiça que atuam na área.
Promotores e promotoras de Justiça de Cuiabá também participaram de audiência na Câmara Municipal e de encontros sobre o tema no Hospital São Judas Tadeu, na Polícia Militar, na Assembleia Legislativa e no Tribunal de Justiça. O MPMT também iniciou o curso de extensão “Violência Doméstica e Familiar Contra a Mulher e Gênero Feminino”.
Na região sul do estado, foram realizadas palestras para o grupo de mulheres assistidas pelos Centros de Referência de Assistência Social dos municípios de Tesouro e Guiratinga, na Associação de Moradores da Vila Operária, em Rondonópolis, e também para alunos do curso de Direito da Faculdade Uniasselvi. Nesses locais, o tema abordado foi violência doméstica e familiar contra a mulher e seus dispositivos legais.
Em Primavera do Leste e Poxoréu, o MPMT participou de eventos promovidos pela Câmara Municipal, Polícia Militar, Pit Stop e palestras na Faculdade Anhanguera, e também no Núcleo de Saúde Mental. Foi realizado ainda o 1º Fórum da Rede de Enfrentamento à Violência Doméstica e Familiar Contra a Mulher de Primavera do Leste.
Na região do Vale do Araguaia, Promotorias de Justiça de Barra do Garças, São Félix do Araguaia e Ribeirão Cascalheira também participaram de atividades relacionadas ao assunto. Em Barra do Garças, por exemplo, o MPMT realizou palestras para funcionários da empresa Águas de Barra do Garças e capacitação para integrantes da segurança pública. Em Ribeirão Cascalheira, a Promotoria de Justiça participou de roda de conversa e em São Félix do Araguaia de conscientização e sensibilização da comunidade local com a distribuição de panfletos e informações em uma blitz.
Já em Nova Mutum, região médio-norte do estado, a Promotoria de Justiça participou de Pit Stop, palestra, “Chá das Mulheres” e 1ª Corrida Lilás. Os eventos foram realizados pela Rede de Enfrentamento à Violência Contra a Mulher do Município.
Em Colíder, região Norte do estado, a programação do Agosto Lilás contou com palestra realizada pelo MPMT a funcionários do frigorífico Boa Carne e evento na praça central do município. Em Nova Monte Verde, o MPMT também participou de discussões sobre a temática.
Em Brasnorte e Indiavaí, municípios localizados nas regiões noroeste e sudoeste, foram realizados, respectivamente, cerimônia de implantação da Rede de Proteção à Mulher e evento promovido pela Secretaria Municipal de Assistência e Desenvolvimento Social. Ambos contaram com palestras de membros do MPMT.
Fonte: Ministério Público MT – MT
MINISTÉRIO PÚBLICO MT
Quando Estado atua só na repressão, age nas consequências, diz juíza
“Quando o Estado entra apenas para reprimir, já estamos trabalhando com as consequências.” A afirmação da juíza auxiliar da Corregedoria-Geral da Justiça de Mato Grosso, Anna Paula Gomes de Freitas, feita durante o 1º Encontro dos Direitos e Garantias Fundamentais de Crianças e Adolescentes na Perspectiva Nacional e Internacional e o 5º Encontro Estadual de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente de Mato Grosso, realizados nos dias 18 e 19 de maio, em Cuiabá, aponta para a necessidade das instituições públicas atuarem mais preventivamente para melhor proteger os direitos fundamentais desses segmentos da população, hoje expostos às mais diversas formas de violência.Coordenadora do evento, a magistrada defendeu o fortalecimento das ações preventivas e da rede de proteção diante do avanço de problemas que atingem diretamente crianças e adolescentes, como violência digital, vulnerabilidade social e recrutamento por facções criminosas.A juíza ponderou que a programação foi construída a partir das situações que mais têm impactado a vida de crianças e adolescentes na atualidade.“Nós selecionamos esses temas pensando no que vem atingindo mais a vida das crianças e adolescentes atualmente. Nós temos fases, ora são as facções criminosas, ora o Estatuto da Criança e do Adolescente Digital. Estamos vivendo um tempo em que as crianças estão sendo altamente prejudicadas pelo uso indiscriminado da internet”, afirmou.Anna Paula Gomes de Freitas alertou para os efeitos emocionais provocados pela exposição excessiva às redes sociais e pelo ambiente virtual sem acompanhamento adequado.“O uso excessivo das redes por parte das crianças e adolescentes vem deixando-os ansiosos, talvez até tendentes ao suicídio. Nós estamos preocupados com esses temas e, com base nisso, fizemos a seleção daquilo que deve ser tratado aqui e do que vem apresentando os maiores problemas atualmente na proteção e defesa dos direitos das crianças e adolescentes”, destacou.Realizado em 18 de maio, data que marca o Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, o encontro também trouxe para o centro das discussões a necessidade de fortalecer a atuação preventiva do Estado e da rede de proteção.“Essa é a principal preocupação da rede de proteção: estar fortalecida. Falta o Estado estar mais presente, dar mais respostas, não só no sentido de punição, mas principalmente no sentido de apoio”, ressaltou a juíza.De acordo com a coordenadora do evento, muitas famílias em situação de vulnerabilidade precisam de suporte para evitar que crianças e adolescentes sejam expostos a riscos e à criminalidade.“A maioria dessas famílias é vulnerável. Elas precisam de uma estrutura, de apoio do Estado, para tirar os filhos de situações em que eles se colocam à mercê do risco”, pontuou.Ao defender políticas públicas mais efetivas e integradas, Anna Paula Gomes de Freitas reforçou que o enfrentamento à violência contra crianças e adolescentes deve priorizar a prevenção.“Nós precisamos adiantar um passo nesse sentido para atuar mais preventivamente. Precisamos estar mais presentes, não só na educação, mas também na preparação dessas crianças, adolescentes e famílias, para que eles não cheguem a entrar em situação de risco”, concluiu.Além do Poder Judiciário de Mato Grosso, do Ministério Público Estadual e da Faculdade Autônoma de Direito (Fadisp), participam da organização dos encontros a Escola Superior da Magistratura de Mato Grosso (Esmagis), Escola dos Servidores, Comissão Estadual Judiciária de Adoção (Ceja), Coordenadoria da Infância e Juventude (CIJ), Procuradoria de Justiça Especializada na Defesa da Criança e do Adolescente e o Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf). O evento conta ainda com apoio da Fundação Escola Superior do Ministério Público de Mato Grosso (FESMP-MT).
Fonte: Ministério Público MT – MT
-
POLÍTICA MT7 dias atrásJúlio Campos lança pré-candidatura à reeleição com mensagens em massa no WhatsApp
-
POLÍTICA MT7 dias atrásSorriso recebe grande mobilização política liderada por Max Russi e Pastor Marcos Ritela
-
POLÍTICA MT5 dias atrásTJMT concede mais 60 dias para Emanuel Pinheiro negociar acordo em ação da Operação Déjà Vu
-
POLÍTICA MT7 dias atrásMobilidade urbana: Pivetta fecha pacto com construtoras, em conversa descontraída com a população, promete entregar trecho do BRT até junho – veja o video
-
POLÍTICA MT5 dias atrásMauro Carvalho reforça permanência de Jayme em grupo de Pivetta e defende união política para 2026
-
Várzea Grande5 dias atrásDepois do escândalo dos maços de dinheiro, rumores de corrupção no DAE agitam bastidores da gestão Flávia Moretti em Várzea Grande
-
POLÍTICA MT4 dias atrásALMT homenageia personalidades por atuação em benefício da sociedade
-
POLÍTICA MT5 dias atrásMax Russi elogia trabalho da CPI da Saúde e destaca importância da transparência sobre OSS
