MATO GROSSO

Programas idealizados pela primeira-dama viabilizam investimentos de R$ 35 milhões em ações sociais

Os programas sociais SER Família, idealizados pela primeira-dama do Estado, Virginia Mendes, viabilizaram importantes investimentos no município de Rondonópolis, impulsionando o desenvolvimento social e ajudando a transformar a realidade de muitas famílias em situação de vulnerabilidade. Desde o início da gestão, somente para ações sociais, o Estado já investiu R$ 35 milhões no município.

A primeira-dama destacou o crescimento de Rondonópolis e a importância das ações sociais implementadas em benefício da população.

“Rondonópolis tem crescido significativamente nos últimos anos e é gratificante ver o impacto positivo das nossas ações sociais. Estamos implementando ações e projetos que resgatam a humanidade e aquecem o coração das pessoas, construindo um futuro melhor para todos”, afirmou a primeira-dama.

Foto: Jana Pessôa

Virginia Mendes também enalteceu o papel do governador Mauro Mendes no sucesso das ações sociais.

“O sucesso dessas ações sociais é resultado do equilíbrio entre a sensibilidade e a competência do governador Mauro Mendes. Ele compreendeu a importância vital de auxiliar os mais vulneráveis, mesmo com o desafio de administrar um estado com as contas no vermelho. Sua capacidade de gestão permitiu resgatar a possibilidade de investimentos em todas as áreas, incluindo esses importantes projetos sociais”, completou a primeira-dama.

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A pedido da primeira-dama do Estado, em Rondonópolis, as ações do programa SER Família têm demonstrado resultados expressivos. Nesse período, foram entregues cerca de 24 mil de cestas de alimentos, além de cobertores e filtros de água, e repassados mais de R$ 9,4 milhões por meio programa SER Família, SER Criança, SER Idoso, SER Inclusivo e SER Indígena. O programa SER Família Emergencial também possibilitou a transferência de outros R$ 9,2 milhões.

Foto: Jana Pessôa

Rondonópolis também é contemplado com os programas SER Família CNH Social e SER Família Habitação, que concedem a primeira habilitação de forma gratuita para pessoas em situação de vulnerabilidade social e possibilita a compra da casa própria por meio da modalidade Entrada Facilitada e a Faixa 0.

A secretária de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc), coronel Grasi Paes, destacou o compromisso do Governo em melhorar a qualidade de vida das pessoas em todo o Estado.

“A coordenação da primeira-dama Virginia Mendes tem sido fundamental para o sucesso dos programas e o avanço das ações sociais em todo o estado. Em Rondonópolis, vemos o resultado concreto desse trabalho, com a melhoria na vida de muitas famílias e a promoção da inclusão social. O empenho da Setasc tem sido incansável para levar esses benefícios a todos que precisam”, declarou a secretária.

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“Os investimentos em Rondonópolis demonstram o compromisso do Governo de Mato Grosso em promover o desenvolvimento social e a melhoria da qualidade de vida da população. As ações do programa SER Família são um exemplo concreto de como políticas públicas podem transformar a realidade das pessoas, construindo um futuro mais justo e próspero para todos”, completou.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Polícia Civil, Crefito-9 e Vigilância Sanitária flagram falso terapeuta ocupacional que atende crianças em Cuiabá

A Polícia Civil, o Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional da 9ª Região (Crefito-9) e a Vigilância Sanitária Municipal de Cuiabá realizaram, na manhã dessa quinta-feira (18.06), uma ação conjunta de fiscalização, que constatou o exercício ilegal da profissão de um terapeuta ocupacional em uma clínica localizada no bairro Altos do Coxipó, em Cuiabá.

A fiscalização foi desencadeada após o Crefito-9 receber uma denúncia informando que um homem, de 54 anos, estaria se apresentando como terapeuta ocupacional e realizando atendimentos, principalmente de crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA), sem possuir formação ou habilitação legal para o exercício da profissão.

A Delegacia Especializada de Defesa do Consumidor foi acionada e, durante as diligências, a equipe da Decon e fiscais do Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional verificaram que o suspeito não possui registro profissional nem formação compatível com a atividade exercida. Segundo os levantamentos iniciais, ele realizava atendimentos em uma clínica improvisada instalada em imóvel residencial, divulgando e oferecendo serviços típicos da terapia ocupacional.

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Além das irregularidades relacionadas ao exercício profissional, a Vigilância Sanitária Municipal constatou que o estabelecimento funcionava sem Alvará Sanitário e sem outras autorizações obrigatórias para o exercício da atividade, tendo sido lavrado termo de notificação para regularização. Os fiscais também identificaram indícios de que o local não possuía estrutura adequada para o atendimento especializado de pacientes, especialmente crianças.

No decorrer da fiscalização, foram encontrados documentos relacionados aos atendimentos realizados. Entre eles, uma nota fiscal emitida pela prestação de serviços de terapia ocupacional no valor de R$ 15.360.

Outro aspecto que chamou a atenção das equipes foi a suspeita de que parte dos atendimentos pudesse estar relacionada a pacientes beneficiados por decisões judiciais que determinam ao Poder Público o custeio de tratamentos especializados. A hipótese será apurada pela Polícia Civil no decorrer das investigações.

O delegado titular da Decon, Rogério Ferreira, destacou que a atuação integrada dos órgãos de fiscalização é fundamental para proteger consumidores e pacientes, especialmente crianças em situação de vulnerabilidade.

“Estamos tratando de uma atividade que exige formação específica, capacitação técnica e registro profissional. Quando alguém se apresenta falsamente como profissional da saúde, além de colocar em risco a segurança dos pacientes, compromete a confiança da população nos serviços especializados”, ressaltou.

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A Polícia Civil instaurou procedimento policial para apurar a prática de exercício ilegal da profissão, bem como eventual crime contra a fé pública, uso de documento falso ou outras infrações que venham a ser identificadas durante as investigações.

Fonte: Governo MT – MT

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