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Primeira-dama de MT reforça ações dos programas SER Família Mulher e SER Família Indígena com entrega de novos veículos

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Nesta quinta-feira (02/05), às 14h, no Salão dos Carros do Palácio Paiaguás, a primeira-dama de MT, Virginia Mendes, fará a entrega de três veículos. As ações contemplam o programa SER Família Mulher, com duas vans para o atendimento itinerante aos municípios mato-grossenses, um investimento de R$ 984.384,00 com recursos próprios; e o SER Família Indígena, com uma Picape Hilux para a aldeia Paité Suruí, localizada em Rondolândia, também adquirida com recursos próprios, no valor de R$ 240.000,00.

Também participarão da cerimônia a secretária de Estado de Ações Sociais e Cidadania (Setasc), Cel. Grasi Bugalho, o secretário de Estado de Agricultura Familiar (SEAF), Luiz Artur de Oliveira Ribeiro (Luluca), e o superintendente de Assuntos Indígenas, Agnaldo Santos, e outras autoridades.

De acordo com a primeira-dama Virginia Mendes, idealizadora dos programas e articuladora das ações, destaca-se a importância das entregas: “Com as vans, será possível as equipes da Setasc estarem mais próximas da população e, dessa forma, agilizar os atendimentos direcionados com ações voltadas aos direitos das mulheres, garantindo segurança e encorajando as mulheres que vivem em situação de violência”.

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“A entrega da Picape à aldeia vai auxiliar no dia a dia da produção dos povos indígenas atendendo à Cooperativa Indígena Brasileira. Estou feliz com esta entrega, porque estamos incentivando o desenvolvimento nas comunidades”, ratificou Virginia Mendes.

Fonte: Governo MT – MT

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Filhote de onça-pintada é flagrada por câmeras enquanto explora área de preservação em MT

Maya, de cerca de quatro meses, foi registrada em Poconé durante momentos de exploração e interação com o ambiente

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Um filhote de onça-pintada chamado Maya foi registrado por câmeras de monitoramento do Instituto Impacto na Pousada Rio Mutum, em Poconé, a cerca de 104 quilômetros de Cuiabá. As imagens mostram o animal, com aproximadamente quatro meses de idade, explorando a área e interagindo com elementos da natureza.

Os primeiros registros de Maya foram feitos quando ela tinha cerca de três meses. Segundo o médico-veterinário Paul Raad, responsável pelo acompanhamento, a fase é marcada pelo desenvolvimento da autonomia e pelo aprendizado de comportamentos que serão importantes na vida adulta.

Em um dos registros, a filhote aparece brincando e explorando um tronco. De acordo com o veterinário, esse tipo de comportamento faz parte do processo de desenvolvimento do animal.

“Ela está naquela fase de começar a brincar, explorar o mundo e desenvolver as habilidades que vai precisar no futuro como predador. A gente tem registros bem detalhados dela brincando com a mãe e também explorando o ambiente. Como ela nasceu sem irmãos, ela acaba encontrando outros elementos para brincar, como um tronco, por exemplo”, explicou Paul.

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A identificação de Maya também foi possível graças ao acompanhamento de sua família. A filhote foi vista semanas antes ao lado da mãe, Baía, uma onça-pintada conhecida por pesquisadores, biólogos, fotógrafos e guias que frequentam a região.

Além da relação entre mãe e filha, os pesquisadores utilizam o padrão de manchas da pelagem para identificar individualmente cada animal. As rosetas presentes no corpo das onças possuem características únicas e funcionam como uma espécie de identificação natural.

“A gente consegue identificar as onças pelo padrão de manchas, que é único para cada indivíduo, como se fosse uma impressão digital. Então, a Nina tem um padrão, a Baía tem outro e a Maia tem o dela. O fato de a gente ter registrado a Maia junto com a Baía foi fundamental para confirmar essa relação”, detalhou o veterinário.

O monitoramento permite acompanhar de perto o crescimento e o desenvolvimento da filhote, além de registrar comportamentos naturais durante os primeiros meses de vida. Como nasceu sem irmãos, Maya utiliza o próprio ambiente ao redor para desenvolver habilidades por meio das brincadeiras e da exploração.

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Os registros também contribuem para o acompanhamento da fauna da região e para a identificação de indivíduos que circulam pela área monitorada.

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