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Polícia Militar intercepta roubo à residência e prende dois faccionados em Tangará da Serra

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Policiais militares do 19º Batalhão prenderam dois homens faccionados, ambos de 18 anos, após interceptar uma tentativa de roubo em uma residência no início da manhã desta quarta-feira (29.10), em Tangará da Serra. Com a dupla, foram apreendidos um simulacro de arma de fogo e uma faca, usados para agredir as vítimas.

A equipe do 19º BPM foi acionada, por volta das 5h15, para verificar um roubo em uma casa no bairro Parque das Mansões. Os militares se deslocaram ao endereço e logo entraram na casa. Eles flagraram dois homens, aparentemente armados, rendendo as vítimas.

Imediatamente, os suspeitos foram detidos. Os homens tentaram danificar dois celulares e esconder um simulacro de arma de fogo em cima de um armário. Todos os objetos foram apreendidos. Também com eles, foram encontradas porções de maconha e cocaína.

Segundo o relato do dono do imóvel, os criminosos invadiram o local e agiram sob fortes ameaças e agressões, exigindo que as vítimas se conectassem aos aplicativos de banco e fizessem transferências via PIX, não sabendo estimar o valor exato das transferências.

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A vítima também disse que os suspeitos estavam em uma videochamada com outros criminosos, que também recolhiam joias, cartões e outros objetos de valor até a chegada da PM, que interrompeu a ação criminosa.

Os dois homens receberam voz de prisão e foram encaminhados para a delegacia de Tangará da Serra, para o registro da ocorrência e demais providências.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

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Filhote de onça-pintada é flagrada por câmeras enquanto explora área de preservação em MT

Maya, de cerca de quatro meses, foi registrada em Poconé durante momentos de exploração e interação com o ambiente

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Um filhote de onça-pintada chamado Maya foi registrado por câmeras de monitoramento do Instituto Impacto na Pousada Rio Mutum, em Poconé, a cerca de 104 quilômetros de Cuiabá. As imagens mostram o animal, com aproximadamente quatro meses de idade, explorando a área e interagindo com elementos da natureza.

Os primeiros registros de Maya foram feitos quando ela tinha cerca de três meses. Segundo o médico-veterinário Paul Raad, responsável pelo acompanhamento, a fase é marcada pelo desenvolvimento da autonomia e pelo aprendizado de comportamentos que serão importantes na vida adulta.

Em um dos registros, a filhote aparece brincando e explorando um tronco. De acordo com o veterinário, esse tipo de comportamento faz parte do processo de desenvolvimento do animal.

“Ela está naquela fase de começar a brincar, explorar o mundo e desenvolver as habilidades que vai precisar no futuro como predador. A gente tem registros bem detalhados dela brincando com a mãe e também explorando o ambiente. Como ela nasceu sem irmãos, ela acaba encontrando outros elementos para brincar, como um tronco, por exemplo”, explicou Paul.

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A identificação de Maya também foi possível graças ao acompanhamento de sua família. A filhote foi vista semanas antes ao lado da mãe, Baía, uma onça-pintada conhecida por pesquisadores, biólogos, fotógrafos e guias que frequentam a região.

Além da relação entre mãe e filha, os pesquisadores utilizam o padrão de manchas da pelagem para identificar individualmente cada animal. As rosetas presentes no corpo das onças possuem características únicas e funcionam como uma espécie de identificação natural.

“A gente consegue identificar as onças pelo padrão de manchas, que é único para cada indivíduo, como se fosse uma impressão digital. Então, a Nina tem um padrão, a Baía tem outro e a Maia tem o dela. O fato de a gente ter registrado a Maia junto com a Baía foi fundamental para confirmar essa relação”, detalhou o veterinário.

O monitoramento permite acompanhar de perto o crescimento e o desenvolvimento da filhote, além de registrar comportamentos naturais durante os primeiros meses de vida. Como nasceu sem irmãos, Maya utiliza o próprio ambiente ao redor para desenvolver habilidades por meio das brincadeiras e da exploração.

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Os registros também contribuem para o acompanhamento da fauna da região e para a identificação de indivíduos que circulam pela área monitorada.

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