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Polícia Civil prende suspeito de matar homem em Nova Bandeirantes por dívida de drogas

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A Polícia Civil prendeu em flagrante, na tarde dessa quinta-feira (14.5), um homem, de 28 anos, suspeito do homicídio de Heleno Souza Amorim, 48 anos, ocorrido no dia 11 de maio, no Garimpo Juruena, na área rural de Nova Bandeirantes.

A vítima foi encontrada com ferimento de arma de fogo em via pública afastada. As investigações da Delegacia de Nova Bandeirantes identificaram rapidamente o suspeito e reuniram um robusto conjunto de provas.

A captura nessa quinta-feira foi resultado de diligências ininterruptas conduzidas por três dias consecutivos pela equipe da Delegacia de Nova Bandeirantes, com apoio da Delegacia de Paranaíta, equipe que efetuou a prisão.

Após a fuga do suspeito para área de mata na região do garimpo, as investigações identificaram que ele havia se deslocado para a cidade de Alta Floresta, onde foi localizado na residência de seus familiares e preso.

Em interrogatório, o suspeito confessou a prática do crime. As investigações apontam que a causa do homicídio foi dívida de drogas. O suspeito possui extensa ficha criminal, com registros por tráfico de drogas e outros delitos em diferentes comarcas do Estado.

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“A prisão reforça o compromisso da Polícia Civil com a segurança pública nas regiões de garimpo e áreas remotas do norte de Mato Grosso, onde a atuação integrada entre delegacias tem sido determinante para a elucidação de crimes graves e a responsabilização de seus autores”, afirmou o delegado Matheus Oliveira.

As investigações prosseguem para apuração de outras circunstâncias do crime e identificação de eventuais envolvidos.

Fonte: Governo MT – MT

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Filhote de onça-pintada é flagrada por câmeras enquanto explora área de preservação em MT

Maya, de cerca de quatro meses, foi registrada em Poconé durante momentos de exploração e interação com o ambiente

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Um filhote de onça-pintada chamado Maya foi registrado por câmeras de monitoramento do Instituto Impacto na Pousada Rio Mutum, em Poconé, a cerca de 104 quilômetros de Cuiabá. As imagens mostram o animal, com aproximadamente quatro meses de idade, explorando a área e interagindo com elementos da natureza.

Os primeiros registros de Maya foram feitos quando ela tinha cerca de três meses. Segundo o médico-veterinário Paul Raad, responsável pelo acompanhamento, a fase é marcada pelo desenvolvimento da autonomia e pelo aprendizado de comportamentos que serão importantes na vida adulta.

Em um dos registros, a filhote aparece brincando e explorando um tronco. De acordo com o veterinário, esse tipo de comportamento faz parte do processo de desenvolvimento do animal.

“Ela está naquela fase de começar a brincar, explorar o mundo e desenvolver as habilidades que vai precisar no futuro como predador. A gente tem registros bem detalhados dela brincando com a mãe e também explorando o ambiente. Como ela nasceu sem irmãos, ela acaba encontrando outros elementos para brincar, como um tronco, por exemplo”, explicou Paul.

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A identificação de Maya também foi possível graças ao acompanhamento de sua família. A filhote foi vista semanas antes ao lado da mãe, Baía, uma onça-pintada conhecida por pesquisadores, biólogos, fotógrafos e guias que frequentam a região.

Além da relação entre mãe e filha, os pesquisadores utilizam o padrão de manchas da pelagem para identificar individualmente cada animal. As rosetas presentes no corpo das onças possuem características únicas e funcionam como uma espécie de identificação natural.

“A gente consegue identificar as onças pelo padrão de manchas, que é único para cada indivíduo, como se fosse uma impressão digital. Então, a Nina tem um padrão, a Baía tem outro e a Maia tem o dela. O fato de a gente ter registrado a Maia junto com a Baía foi fundamental para confirmar essa relação”, detalhou o veterinário.

O monitoramento permite acompanhar de perto o crescimento e o desenvolvimento da filhote, além de registrar comportamentos naturais durante os primeiros meses de vida. Como nasceu sem irmãos, Maya utiliza o próprio ambiente ao redor para desenvolver habilidades por meio das brincadeiras e da exploração.

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Os registros também contribuem para o acompanhamento da fauna da região e para a identificação de indivíduos que circulam pela área monitorada.

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