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Obra de recuperação da Estrada do Moinho está 86,5% executada

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A recuperação da Avenida Archimedes Pereira Lima, a Estrada do Moinho, está 86,5% concluída. As obras são realizadas em uma extensão de 4,5 quilômetros, entre a rotatória do bairro Boa Esperança e o início da trincheira do Complexo Viário do Tijucal. O Estado investe R$ 17,2 milhões nesse projeto que vai garantir mais segurança para a população da região.

Nesse momento, o trabalho está localizado na pista sentido Tijucal – Boa Esperança, no trecho entre a rotatória da Avenida Rui Barbosa e a Eletrobrás. Além deste trecho, resta finalizar parte da outra pista, próximo à ponte do Córrego do Moinho, e realizar algumas adequações nas rotatórias da avenida.

Em toda a via, o trabalho é para reestruturar e implantar sistemas de drenagem, além de melhorias na base e sub-base, correção de defeitos e aplicação de um novo revestimento asfáltico. Em alguns trechos, são necessárias intervenções mais abrangentes.

Os serviços são realizados sempre por trechos, para evitar bloqueios totais e maiores transtornos para a população e o comércio local.

Durante a execução dos trabalhos, é importante que os motoristas fiquem atentos, uma vez que o trânsito funcionará com a pista dividida, em fluxo e contrafluxo, no local das obras.

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“Essa é uma obra que está sendo executada com cautela, com planejamento, mas principalmente com qualidade. Estamos na reta final para entregar esse projeto para a população cuiabana”, afirma o secretário adjunto de Obras Especiais da Sinfra-MT, Isaac Nascimento Filho.

A duplicação da Avenida Archimedes Pereira Lima foi planejada no pacote de obras da Copa do Mundo de 2014. No entanto, não foi totalmente concluída e apresentou diversos problemas no pavimento. Em julho de 2021, após diversas tentativas de resolver a questão, a Sinfra-MT rescindiu unilateralmente o contrato com a antiga empresa executora da obra e realizou uma nova licitação.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

PGR cobra novamente manifestação de MT sobre bens oferecidos por Silval para quitar delação

Ex-governador propõe entregar apartamento de luxo e propriedades rurais para quitar saldo de acordo firmado com o Ministério Público Federal

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A Procuradoria-Geral da República (PGR) voltou a cobrar uma manifestação do Governo de Mato Grosso sobre as propostas apresentadas pelo ex-governador Silval Barbosa para quitar o saldo remanescente de seu acordo de delação premiada. A manifestação foi encaminhada ao ministro Dias Toffoli, relator do caso no Supremo Tribunal Federal (STF).

Silval tenta quitar as obrigações financeiras previstas no acordo por meio da entrega de bens, entre eles um apartamento de luxo em Cuiabá e propriedades rurais. A proposta é apresentada como alternativa ao pagamento em dinheiro do valor ainda devido.

No documento, o procurador-geral da República, Paulo Gonet Branco, afirmou que a substituição do pagamento em dinheiro pela entrega de bens e créditos representa uma alteração nas condições financeiras originalmente estabelecidas no acordo.

Segundo a PGR, essa mudança exige que o Estado de Mato Grosso seja previamente consultado, já que o governo estadual é apontado como destinatário dos valores e parte diretamente relacionada à reparação prevista na colaboração.

“A substituição do depósito em dinheiro por bens e créditos configura repactuação, circunstância que reclama a prévia manifestação do Estado de Mato Grosso, destinatário dos valores, vítima dos ilícitos perpetrados e objeto da colaboração”, afirmou Gonet.

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O acordo firmado com Silval Barbosa estabeleceu inicialmente uma reparação de R$ 70.087.796,20. Como os prazos previstos contratualmente foram encerrados sem a quitação integral em dinheiro, a defesa do ex-governador recorreu ao STF para apresentar sua justificativa e as alternativas para o pagamento.

A defesa sustenta que Silval não agiu de má-fé nem permaneceu inerte diante da obrigação. Segundo os advogados, o cumprimento do acordo foi prejudicado por tratativas prolongadas conduzidas pelo próprio Ministério Público Federal e pelo processo de avaliação técnica dos bens oferecidos.

A proposta agora depende da manifestação do Governo de Mato Grosso para que o caso possa avançar quanto à possibilidade de utilização dos imóveis e demais ativos como forma de cumprimento da obrigação financeira prevista na delação.

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