MATO GROSSO

MTPrev conquista dois prêmios nacionais e completa cinco anos consecutivos entre os destaques do país

O Mato Grosso Previdência (MTPrev) mais uma vez teve seu trabalho reconhecido em nível nacional. Pela quinta vez consecutiva, a fundação conquistou posição de destaque no Prêmio “Destaque Brasil”, promovido pela Associação Brasileira de Instituições de Previdência Estaduais e Municipais (ABIPEM). A cerimônia de premiação aconteceu na noite desta quinta-feira (26.6), durante o 58º Congresso Nacional da ABIPEM, realizado em Foz do Iguaçu (PR).

Nesta edição, o MTPrev alcançou o 1º lugar na categoria Governança Previdenciária e o 2º lugar em Responsabilidade Previdenciária, reafirmando seu compromisso com uma gestão moderna, transparente e focada na sustentabilidade do Regime Próprio de Previdência Social (RPPS) do Estado de Mato Grosso.

“Estar entre os melhores do Brasil pelo quinto ano consecutivo é uma grande satisfação e reforça que estamos no caminho certo. Isso é resultado de um trabalho coletivo, feito com planejamento, seriedade e respeito pela previdência dos servidores públicos de Mato Grosso”, celebrou Elliton Oliveira de Souza, diretor-presidente do MTPrev.

Para o chefe da Unidade de Compliance Previdenciário, Guelfo Luis Munhoz Rodrigues, a conquista representa o acerto na condução dos processos internos.

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“O planejamento estratégico estruturado, as certificações de todos os servidores, gestores e conselheiros, os comitês ativos, as assessorias técnicas qualificadas, a maturidade no Pró-Gestão, o ISP A — tudo isso mostra que cada servidor do MTPrev tem um papel fundamental nesse processo. Todos estão de parabéns. É com muita satisfação que estamos aqui representando o Mato Grosso nessa premiação.”

Guelfo também destacou o papel do MTPrev como referência e apoio a outros estados.

“Temos orgulho de ajudar estados como Acre e Piauí a se prepararem para o Pró-Gestão. Isso mostra que conseguimos multiplicar conhecimento e contribuir com o fortalecimento dos RPPS no Brasil.”

O presidente da ABIPEM, João Carlos Figueiredo, destacou a evolução da fundação e o impacto positivo de sua atuação.

“Conseguimos ver a evolução que o MTPrev teve nos últimos anos, a ponto de alcançar o nível 4 do Pró-Gestão. Isso é fruto de um trabalho sério, de uma equipe alinhada, que joga junto. Para a ABIPEM, é uma satisfação ver o MTPrev como referência nacional. Esperamos que esse reconhecimento traga novos desafios e ainda mais avanços nos próximos anos”, afirmou.

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Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Mato Grosso pratica menor alíquota de ICMS do país; preço dos combustíveis é resultado de fatores de mercado

Mato Grosso pratica a menor alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) do país sobre o etanol hidratado. No estado, a alíquota é de 10,5%, enquanto nos demais estados a carga tributária varia entre 12% e 22%.

O preço dos combustíveis pago pelo cidadão é influenciado por diversos fatores da cadeia produtiva, que vão desde o valor do petróleo no mercado internacional até os custos de distribuição, revenda e a incidência de tributos federais e estaduais, que variam conforme o produto.

Entre os benefícios concedidos na cadeia de combustíveis, destaca-se o setor de aviação, que conta com redução da base de cálculo do ICMS sobre o querosene de aviação (QAV), resultando em carga tributária entre 2,72% e 7%, com finalidade de fomentar a aviação regional, conforme critérios previstos na legislação.

Também recebem incentivos o gás natural (GNV), com carga reduzida de 2%, e o etanol anidro produzido no estado, que conta com abatimento de R$ 0,23 por litro no valor do ICMS devido.

Apesar de compor o preço final, o tributo estadual é apenas um dos elementos do valor pago pelo consumidor. Entre os principais fatores que influenciam o preço estão o custo de produção ou importação do combustível, a política de preços das refinarias, além das despesas com transporte, armazenamento e a margem de lucro de distribuidores e postos revendedores.

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Além disso, também há incidência de tributos federais, como PIS/Cofins, que integram a composição do preço.

A forma de tributação também influencia essa composição. Para combustíveis como gasolina, etanol anidro, diesel, biodiesel e gás liquefeito de petróleo (GLP), o ICMS segue o modelo ad rem, definido pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), com valor fixo em reais por litro. Nesses casos, o imposto é recolhido uma única vez na cadeia, geralmente na etapa de produção ou importação.

Já para o querosene de aviação (QAV), o etanol hidratado e o gás natural (GNV e GNL), a tributação é sobre o valor do produto. Nesses casos, o cálculo do ICMS utiliza o Preço Médio Ponderado ao Consumidor Final (PMPF), apurado pela Secretaria de Fazenda (Sefaz), que reflete os preços efetivamente praticados no mercado.

Assim, quando há redução nos preços ao consumidor, o PMPF também diminui, resultando em menor base de cálculo do ICMS e, consequentemente, em menor valor de imposto a ser recolhido. Da mesma forma, aumentos nos preços praticados levam à elevação do indicador.

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Fonte: Governo MT – MT

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