MATO GROSSO

Hospital Regional de Cáceres registra 16 mil exames de imagem e amplia capacidade diagnóstica para a região Oeste

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O Hospital Regional de Cáceres, vinculado à Secretaria de Estado de Saúde de Mato Grosso (SES-MT) e sob a administração da Associação de Gestão, Inovação e Resultados em Saúde (Agir), realizou 15.963 exames de imagem entre março e maio de 2026.

“O resultado demonstra o fortalecimento da capacidade diagnóstica do Hospital Regional de Cáceres, impulsionado pela ampliação da oferta de exames, pela retomada da ressonância magnética, além de investimentos em tecnologia e qualificação profissional”, afirmou o secretário de Estado de Saúde de Mato Grosso, Juliano Melo.

Entre os exames realizados nesse período, estão ressonâncias magnéticas, tomografias computadorizadas, endoscopia, ultrassonografias e radiografias, atendendo pacientes internados e ambulatoriais de Cáceres e dos municípios da região Oeste de Mato Grosso.

Para o diretor-geral do Hospital Regional de Cáceres, Antônio Jorge de Almeida Maciel, os resultados refletem o compromisso da instituição com a qualidade da assistência e a eficiência operacional.

“A marca da Agir é a eficiência operacional aliada ao cuidado humanizado. Trabalhamos continuamente para garantir um atendimento de qualidade, acolhedor e cada vez mais resolutivo para os usuários do sistema de saúde”, destacou.

Investimento em inovação e alta tecnologia

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Buscando o constante aprimoramento dos serviços, a equipe técnica do hospital participou recentemente do Application, um treinamento especializado focado na operação de equipamentos modernos e em técnicas avançadas de obtenção de imagens.

De acordo com o gerente multiprofissional do Hospital Regional de Cáceres, Giordanny Marciano Moreno, a capacitação representa mais um passo no fortalecimento da assistência.

“Nossa equipe técnica recebeu capacitação em angiorressonâncias cranianas, arterial e venosa, angiorressonância cervical, ressonância de abdome superior e abdome total, além de ressonância de órbitas. Estamos preparados para ampliar a qualidade da assistência e oferecer exames com alto nível de precisão à população”, reforçou.

O aumento na produção de exames foi registrado em todo o complexo hospitalar de março a maio de 2026. Somente na Unidade I – Dr. Antônio Fontes, foram realizados 11.939 exames nesse período. As endoscopias passaram de 33, em março, para 44, em maio, crescimento de 33,3%. As radiografias evoluíram de 1.328 para 1.988 procedimentos, aumento de 49,7%.

Na Unidade II, a expansão foi ainda maior. A produção total de exames passou de 994 procedimentos em março para 1.065 em abril e alcançou 1.965 exames em maio, crescimento de 97,7% em relação ao início do período. As tomografias aumentaram de 253 para 583 exames, alta de 130,4%. As radiografias tiveram crescimento de 213,1% e passaram de 160 para 501 procedimentos. Já a ressonância magnética, inexistente até março, registrou em abril e maio, quase 90 exames, um marco na ampliação da capacidade de diagnóstico.

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Balanço Geral: Produtividade a serviço do SUS

Somando a produção das duas unidades, o hospital realizou 4.322 exames de imagem em março, 5.251 em abril e 6.390 procedimentos em maio, o que representa um crescimento de 47,9% no período.

No acumulado dos três meses, foram realizados 6.357 tomografias, 6.333 radiografias, 2.431 ultrassonografias, 196 endoscopias, 88 ressonâncias magnéticas e 558 exames diagnósticos de especialidades.

“Os resultados sob gestão da Agir contribuem para maior resolutividade dos atendimentos, redução do tempo de espera e ampliação do acesso da população de Cáceres e dos municípios da região Oeste aos serviços especializados ofertados pelo Sistema Único de Saúde (SUS)”, concluiu o diretor.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Filhote de onça-pintada é flagrada por câmeras enquanto explora área de preservação em MT

Maya, de cerca de quatro meses, foi registrada em Poconé durante momentos de exploração e interação com o ambiente

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Um filhote de onça-pintada chamado Maya foi registrado por câmeras de monitoramento do Instituto Impacto na Pousada Rio Mutum, em Poconé, a cerca de 104 quilômetros de Cuiabá. As imagens mostram o animal, com aproximadamente quatro meses de idade, explorando a área e interagindo com elementos da natureza.

Os primeiros registros de Maya foram feitos quando ela tinha cerca de três meses. Segundo o médico-veterinário Paul Raad, responsável pelo acompanhamento, a fase é marcada pelo desenvolvimento da autonomia e pelo aprendizado de comportamentos que serão importantes na vida adulta.

Em um dos registros, a filhote aparece brincando e explorando um tronco. De acordo com o veterinário, esse tipo de comportamento faz parte do processo de desenvolvimento do animal.

“Ela está naquela fase de começar a brincar, explorar o mundo e desenvolver as habilidades que vai precisar no futuro como predador. A gente tem registros bem detalhados dela brincando com a mãe e também explorando o ambiente. Como ela nasceu sem irmãos, ela acaba encontrando outros elementos para brincar, como um tronco, por exemplo”, explicou Paul.

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A identificação de Maya também foi possível graças ao acompanhamento de sua família. A filhote foi vista semanas antes ao lado da mãe, Baía, uma onça-pintada conhecida por pesquisadores, biólogos, fotógrafos e guias que frequentam a região.

Além da relação entre mãe e filha, os pesquisadores utilizam o padrão de manchas da pelagem para identificar individualmente cada animal. As rosetas presentes no corpo das onças possuem características únicas e funcionam como uma espécie de identificação natural.

“A gente consegue identificar as onças pelo padrão de manchas, que é único para cada indivíduo, como se fosse uma impressão digital. Então, a Nina tem um padrão, a Baía tem outro e a Maia tem o dela. O fato de a gente ter registrado a Maia junto com a Baía foi fundamental para confirmar essa relação”, detalhou o veterinário.

O monitoramento permite acompanhar de perto o crescimento e o desenvolvimento da filhote, além de registrar comportamentos naturais durante os primeiros meses de vida. Como nasceu sem irmãos, Maya utiliza o próprio ambiente ao redor para desenvolver habilidades por meio das brincadeiras e da exploração.

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Os registros também contribuem para o acompanhamento da fauna da região e para a identificação de indivíduos que circulam pela área monitorada.

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