MATO GROSSO

MT Hemocentro realiza encontro estadual sobre conscientização da doação de medula óssea

Publicados

em

O MT Hemocentro, unidade especializada administrada pela Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT), realizará o VIII Encontro sobre Conscientização e Doação de Medula Óssea e o III Encontro Hematológico e Hemoterápico Mato-Grossense nos dias 23 e 24 de maio, no auditório do Tribunal de Contas do Estado (TCE), em Cuiabá.

Os dois encontros ocorrerão juntos, nos períodos matutino e vespertino, e serão voltados para profissionais multidisciplinares que atendem pacientes com doenças hematológicas não oncológicas, estudantes e toda a hemorrede pública. A inscrição pode ser realizada por meio deste link e o cronograma pode ser encontrado neste link.

Nos dois dias serão realizadas palestras e rodas de conversa sobre os temas, com a participação de especialistas do banco de sangue, da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e da Universidade de São Paulo (USP), entre outras instituições públicas e filantrópicas.

Segundo a diretora do MT Hemocentro, Gian Carla Zanela, essa será uma oportunidade de aproximar a população das organizações que estarão presentes, além do acesso aos estudos recentes para o tratamento de doenças e dos avanços na saúde.

“Essa é uma oportunidade de disseminar o conhecimento, além de melhorar a qualidade dos serviços para oferecer uma melhor acolhida aos pacientes. O objetivo é padronizar a assistência, de forma que o paciente que era tratado no MT Hemocentro e tem algum tipo de doença hematológica, não oncológica, seja atendido da mesma forma pela atenção primária, secundária e terciária e pela hemorrede estadual, que tem unidades descentralizadas pelo interior do estado”, destaca.

Leia Também:  Primeiras-damas de MT e Água Boa anunciam edição do Casamento Abençoado no Vale do Araguaia

Sobre a medula óssea, a diretora ainda aponta a importância da realização dos cadastros no Registro Brasileiro de Doadores Voluntários de Medula Óssea (Redome), como forma de unificar os dados e garantir que as doações encontrem pacientes compatíveis. “Quanto mais pessoas estiverem cadastradas, maior a probabilidade de haver a doação de medula para qualquer outra pessoa no mundo”, afirma.

A gestora ainda enfatiza que o Governo de Mato Grosso investe na qualidade de exames e serviços prestados aos usuários e na capacitação dos profissionais, ofertando um serviço mais abrangente e que atenda à expectativa da população.

Além da diretora Gian Carla Zanela, a mesa de abertura contará com a presença do secretário adjunto de Unidades Especializadas da SES, Luiz Antônio Ferreira, do responsável técnico do MT Hemocentro, Dr. Wolney Taques, e da coordenadora do Núcleo de Educação Permanente em Saúde do MT Hemocentro, Géssica Burgo.

Como doar medula óssea?

O doador voluntário deve realizar o agendamento da coleta por meio deste link. É necessário ter entre 18 e 35 anos, não possuir doenças hematológicas ou neoplásicas, além de doenças infecciosas ou do sistema imunológico, e apresentar documento oficial com foto.

Leia Também:  Mulher é presa pela PM após tentar matar idoso com facão em Rondonópolis

Após a coleta de material, o doador passa a integrar o Redome, e aguarda a convocação em caso de compatibilidade. Para isso, é importante que os dados estejam sempre atualizados.

Serviço

Além do link de agendamento, as doações podem ser agendadas por meio dos telefones (65) 3623-0044 (Ramal 221 e 222) e WhatsApp (65) 98433-0624. A sede do MT-Hemocentro está localizada na Rua 13 de Junho, n.º 1.055, Centro Sul, Cuiabá.

O funcionamento regular da unidade ocorre de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 18h.

Fonte: Governo MT – MT

Propaganda

MATO GROSSO

Gisela aposta na força regional e leva recado de Pivetta a Moacir em Barra do Garças

Publicados

em

A candidatura de Moacir Couto à Assembleia Legislativa ganhou nesta sexta-feira (21), um componente político que extrapola o lançamento de mais um nome na disputa proporcional. Em Barra do Garças, onde mais de 300 pessoas participaram do ato, a presença da candidata a vice-governadora Gisela Simona levou ao palco uma discussão que há anos atravessa o Araguaia: a necessidade de transformar o peso econômico e social da região em maior capacidade de representação política e de interlocução com o Governo do Estado.

Empresários, produtores rurais, lideranças políticas, moradores de Barra do Garças e apoiadores de municípios vizinhos acompanharam o lançamento da candidatura de Moacir, que pretende ocupar um espaço que considera estratégico para o desenvolvimento regional, especialmente nas áreas de saúde, infraestrutura e investimentos públicos. A agenda também expôs uma característica cada vez mais presente na campanha de Gisela: a circulação pelos municípios e a tentativa de compreender a política a partir das demandas concretas que chegam das comunidades.

Ao declarar apoio ao empresário barra-garcense, Gisela levou uma mensagem do governador Otaviano Pivetta, de quem é candidata a vice na disputa pelo Palácio Paiaguás. Segundo ela, Pivetta havia encontrado Moacir em Várzea Grande e pediu que sua vice levasse pessoalmente seu abraço ao amigo. “Ele disse: estive com Moacir em Várzea Grande. Agora, na Barra do Garças, minha vice vai pessoalmente entregar meu carinho a você, que não é um irmão de sangue, mas é de alma”, relatou.

Mais do que uma manifestação de amizade, a fala evidencia uma característica da atual composição política que tenta se consolidar em torno de Pivetta: a construção de uma rede que procura combinar a força administrativa do governo com lideranças regionais capazes de traduzir demandas locais para dentro da estrutura estadual.

Gisela também associou a candidatura de Moacir ao debate sobre a continuidade administrativa de Mato Grosso. Ao defender a chapa liderada por Pivetta, destacou a experiência do governador e sua capacidade de interlocução com os municípios.

Leia Também:  Polícia Militar prende homem com 63 quilos de drogas em Barra do Bugres

“Ele é um administrador nato, com experiência comprovada em criar qualidade de vida. E todos sabem que é confiável. O projeto de transformar para melhor a vida da população de Mato Grosso precisa ter prosseguimento”, afirmou.

A declaração ganha dimensão política maior diante do movimento recente de prefeitos em torno da candidatura de Pivetta. Na última terça-feira, 133 dos 142 prefeitos de Mato Grosso, o equivalente a 93,7% dos municípios, formalizaram apoio à sua reeleição. O dado evidencia a capilaridade municipal da candidatura, embora, naturalmente, apoio de prefeito não se confunda automaticamente com transferência de votos.

Para Gisela, entretanto, a adesão dos prefeitos traduz sobretudo uma experiência administrativa vivenciada nos próprios municípios. A candidata a vice tem defendido que gestores municipais reconhecem os efeitos dos investimentos estaduais em infraestrutura, saúde e serviços e, por isso, não desejariam retroceder. A leitura coloca o municipalismo no centro da estratégia eleitoral de Pivetta e aproxima a campanha do cotidiano de quem administra as cidades.

Em Barra do Garças, essa discussão ganhou um rosto concreto. Durante o evento, Dona Célia relatou a dificuldade enfrentada pela família para conseguir atendimento especializado para a neta Melissa, de seis anos, diagnosticada com autismo e que precisava passar por uma cirurgia de hérnia umbilical. Segundo seu relato, depois de procurar atendimento em Barra do Garças e em Cuiabá, tomou conhecimento da atuação de Moacir em defesa da estrutura hospitalar da região.

“Mesmo sem me conhecer, ele olhou para a nossa situação e segurou a nossa mão”, afirmou.

O depoimento é significativo porque recoloca a saúde no centro de uma disputa eleitoral que, frequentemente, é narrada apenas pelos números do crescimento econômico. Barra do Garças funciona como polo de atendimento para diversos municípios do Araguaia e enfrenta há anos o desafio de ampliar sua capacidade de atendimento especializado. Em maio, o Governo do Estado anunciou justamente a elevação do repasse para a saúde do município de R$ 800 mil para R$ 2 milhões, reconhecendo a pressão exercida sobre a rede local pelo atendimento de pacientes de toda a região.

Leia Também:  Primeiras-damas de MT e Água Boa anunciam edição do Casamento Abençoado no Vale do Araguaia

Há, portanto, uma equação política interessante em construção: o Estado afirma ter capacidade de investimento; os municípios reivindicam infraestrutura e serviços; e lideranças regionais buscam transformar essas demandas em representação política permanente.

É nesse ponto que Moacir pretende construir sua candidatura. “Não é apenas uma campanha política. É um movimento histórico de uma cidade e de uma região que precisa deixar de ser órfã e ter um representante que conheça sua realidade, que tenha portas abertas e possa ajudar a alavancar Barra do Garças e toda a região do Araguaia”, afirmou.

A expressão “deixar de ser órfã” talvez seja a síntese política mais importante do encontro. Não se trata apenas de eleger um deputado, mas de disputar a capacidade de uma região de participar das decisões sobre recursos, obras e políticas públicas que afetam diretamente sua população.

E é justamente aí que a presença de Gisela ganha significado próprio. Depois de quase três anos na Câmara dos Deputados, onde construiu sua atuação a partir de pautas nacionais como a defesa do consumidor, combate à violência contra as mulheres, proteção contra fraudes financeiras e enfrentamento de novas formas de vulnerabilidade social, a candidata a vice-governadora passa a ocupar outro lugar na engrenagem política: o de alguém que pretende levar para a chapa majoritária a experiência de quem aprendeu, no Procon e depois no Congresso, que grandes decisões públicas só fazem sentido quando chegam à vida cotidiana.

Em Barra do Garças, essa experiência encontrou uma agenda regional muito concreta: saúde, representação e capacidade de fazer a ponte entre o município e o Estado.

E talvez seja justamente essa ponte que a campanha de Pivetta e Gisela esteja tentando construir nos municípios: uma candidatura majoritária que não se apresente apenas como continuidade de um governo, mas como continuidade de uma relação política com as cidades. Relação que agora será testada diretamente nas ruas e nas urnas.

Continue lendo

política mt

mato grosso

policial

PICANTES

MAIS LIDAS DA SEMANA