MATO GROSSO
Governador: “Oeste de MT tinha só 392 km de asfalto; estamos entregando mais de 1.000 km em oito anos”
O governador Mauro Mendes afirmou, durante agenda de dois dias na região Oeste, que o Governo de Mato Grosso está entregando mais de mil quilômetros de asfalto novo na região que, até 2019, contava com apenas 392 quilômetros de rodovias estaduais pavimentadas.
“Pode bater no peito e dizer: a região Oeste é o novo vale da prosperidade aqui no nosso Mato Grosso. E não é o governo, são vocês cidadãos, somos nós, juntos, que estamos construindo essa nova história, desse novo momento do nosso Mato Grosso”, destacou.
As agendas foram realizadas nesta sexta e sábado (24 e 25/10), nos municípios de Cáceres, Curvelândia, Mirassol D’Oeste, São José dos Quatro Marcos, Glória D’Oeste e Porto Esperidião, com foco em entregas e vistorias de obras de pavimentação e infraestrutura.
O governador ressaltou que o volume de entregas não é só a região oeste, mas em todo o Mato Grosso.
“Em 2019, quando assumimos a gestão, Mato Grosso possuía 6.400 quilômetros de rodovias estaduais asfaltadas. E nesses oito anos vamos entregar mais de 7.000 quilômetros, mais do que tudo o que foi feito antes. Graças ao trabalho sério do Governo e da ajuda de toda a população, está bem melhor viver em Mato Grosso”, completou.
Mais entregas
Durante a agenda na região, o governador e a comitiva do Governo vistoriaram e inauguraram importantes trechos de asfalto urbano e rodoviário:
• Cáceres: inauguração do asfalto novo da Rua Pirajá (Estrada do Frigorífico) e da Rua Membeca, além da assinatura de autorizações para o Anel Viário e pavimentação de ruas nos bairros Vila Mariana e Maracanãzinho.
• Curvelândia: vistoria às obras de pavimentação do bairro Jardim Paulista.
• Mirassol D’Oeste: entrega da rotatória de acesso na MT-250 e lançamento da duplicação de 10 km da MT-175, entre Mirassol D’Oeste e São José dos Quatro Marcos.
• São José dos Quatro Marcos: vistoria do asfaltamento da Avenida Perimetral e das vias dos bairros Jardim Ararat, Jardim Bandeirante e Jardim Rondon.
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• Glória D’Oeste: vistoria às obras de asfaltamento de 18 km da MT-250 e inauguração da recuperação de 25 km da MT-339, entre Glória e São José dos Quatro Marcos.
• Porto Esperidião: inauguração de 15 km de asfalto novo da MT-265, até a comunidade Santa Rita, e vistoria das obras de 43 km da MT-388, entre Porto Esperidião e Cáceres.
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
Mato Grosso pratica menor alíquota de ICMS do país; preço dos combustíveis é resultado de fatores de mercado
Mato Grosso pratica a menor alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) do país sobre o etanol hidratado. No estado, a alíquota é de 10,5%, enquanto nos demais estados a carga tributária varia entre 12% e 22%.
O preço dos combustíveis pago pelo cidadão é influenciado por diversos fatores da cadeia produtiva, que vão desde o valor do petróleo no mercado internacional até os custos de distribuição, revenda e a incidência de tributos federais e estaduais, que variam conforme o produto.
Entre os benefícios concedidos na cadeia de combustíveis, destaca-se o setor de aviação, que conta com redução da base de cálculo do ICMS sobre o querosene de aviação (QAV), resultando em carga tributária entre 2,72% e 7%, com finalidade de fomentar a aviação regional, conforme critérios previstos na legislação.
Também recebem incentivos o gás natural (GNV), com carga reduzida de 2%, e o etanol anidro produzido no estado, que conta com abatimento de R$ 0,23 por litro no valor do ICMS devido.
Apesar de compor o preço final, o tributo estadual é apenas um dos elementos do valor pago pelo consumidor. Entre os principais fatores que influenciam o preço estão o custo de produção ou importação do combustível, a política de preços das refinarias, além das despesas com transporte, armazenamento e a margem de lucro de distribuidores e postos revendedores.
Além disso, também há incidência de tributos federais, como PIS/Cofins, que integram a composição do preço.
A forma de tributação também influencia essa composição. Para combustíveis como gasolina, etanol anidro, diesel, biodiesel e gás liquefeito de petróleo (GLP), o ICMS segue o modelo ad rem, definido pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), com valor fixo em reais por litro. Nesses casos, o imposto é recolhido uma única vez na cadeia, geralmente na etapa de produção ou importação.
Já para o querosene de aviação (QAV), o etanol hidratado e o gás natural (GNV e GNL), a tributação é sobre o valor do produto. Nesses casos, o cálculo do ICMS utiliza o Preço Médio Ponderado ao Consumidor Final (PMPF), apurado pela Secretaria de Fazenda (Sefaz), que reflete os preços efetivamente praticados no mercado.
Assim, quando há redução nos preços ao consumidor, o PMPF também diminui, resultando em menor base de cálculo do ICMS e, consequentemente, em menor valor de imposto a ser recolhido. Da mesma forma, aumentos nos preços praticados levam à elevação do indicador.
Fonte: Governo MT – MT
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