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Gefron e PRF apreendem 660 quilos de entorpecentes e recuperam caminhonete furtada

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O Grupo Especial de Fronteira (Gefron), juntamente com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), apreendeu 660 quilos de entorpecentes entre maconha e Skunk, também conhecida como supermaconha, nesta segunda-feira (04.11), em Rondonópolis (a 216 km de Cuiabá). A droga está avaliada em R$ 1,9 milhão.

Ainda na ação, um homem foi preso, e um veículo furtado recuperado.

A droga estava em uma caminhonete Toyota Hilux, de cor branca, que trafegava com sentido a Cuiabá. Após troca de informações entre as instituições de segurança, no âmbito da Operação Protetor das Fronteiras e Divisas, os policiais realizaram a abordagem ao veículo.

Na vistoria, foram encontrados 649 tabletes de maconha e Skank, pesando cerca de 660 quilos, e 50 munições calibre 32. Ainda na verificação, os policiais identificaram que a caminhonete havia sido roubada no dia 28 de setembro. Já o homem possui passagem por crimes de lesão corporal e ameaça.

Somando o valor do veículo e dos demais materiais apreendidos, o prejuízo ao crime organizado é de cerca de R$ 2,1 milhões.

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Diante dos fatos, o suspeito e o veículo foram encaminhados para Delegacia da Policia Civil de Cuiabá para as demais providências.

Fonte: Governo MT – MT

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Filhote de onça-pintada é flagrada por câmeras enquanto explora área de preservação em MT

Maya, de cerca de quatro meses, foi registrada em Poconé durante momentos de exploração e interação com o ambiente

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Um filhote de onça-pintada chamado Maya foi registrado por câmeras de monitoramento do Instituto Impacto na Pousada Rio Mutum, em Poconé, a cerca de 104 quilômetros de Cuiabá. As imagens mostram o animal, com aproximadamente quatro meses de idade, explorando a área e interagindo com elementos da natureza.

Os primeiros registros de Maya foram feitos quando ela tinha cerca de três meses. Segundo o médico-veterinário Paul Raad, responsável pelo acompanhamento, a fase é marcada pelo desenvolvimento da autonomia e pelo aprendizado de comportamentos que serão importantes na vida adulta.

Em um dos registros, a filhote aparece brincando e explorando um tronco. De acordo com o veterinário, esse tipo de comportamento faz parte do processo de desenvolvimento do animal.

“Ela está naquela fase de começar a brincar, explorar o mundo e desenvolver as habilidades que vai precisar no futuro como predador. A gente tem registros bem detalhados dela brincando com a mãe e também explorando o ambiente. Como ela nasceu sem irmãos, ela acaba encontrando outros elementos para brincar, como um tronco, por exemplo”, explicou Paul.

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A identificação de Maya também foi possível graças ao acompanhamento de sua família. A filhote foi vista semanas antes ao lado da mãe, Baía, uma onça-pintada conhecida por pesquisadores, biólogos, fotógrafos e guias que frequentam a região.

Além da relação entre mãe e filha, os pesquisadores utilizam o padrão de manchas da pelagem para identificar individualmente cada animal. As rosetas presentes no corpo das onças possuem características únicas e funcionam como uma espécie de identificação natural.

“A gente consegue identificar as onças pelo padrão de manchas, que é único para cada indivíduo, como se fosse uma impressão digital. Então, a Nina tem um padrão, a Baía tem outro e a Maia tem o dela. O fato de a gente ter registrado a Maia junto com a Baía foi fundamental para confirmar essa relação”, detalhou o veterinário.

O monitoramento permite acompanhar de perto o crescimento e o desenvolvimento da filhote, além de registrar comportamentos naturais durante os primeiros meses de vida. Como nasceu sem irmãos, Maya utiliza o próprio ambiente ao redor para desenvolver habilidades por meio das brincadeiras e da exploração.

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Os registros também contribuem para o acompanhamento da fauna da região e para a identificação de indivíduos que circulam pela área monitorada.

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