MATO GROSSO

Einstein tem vagas abertas para a equipe do Hospital Central em Cuiabá

O Einstein Hospital Israelita está com oportunidades em aberto para a equipe do novo Hospital Central de Alta Complexidade, em Cuiabá. A unidade do Governo de Mato Grosso será referenciada para casos de alta complexidade e ofertará 100% dos serviços de forma gratuita para a população.

Na área médica, ainda há vaga para a especialidade de Neurologista Pediátrico. Quem tiver interesse, pode se inscrever no site Career 8 até esta sexta-feira (10.10).

“O Hospital Central terá tudo o que há de melhor na área da saúde: infraestrutura moderna, tecnologia de ponta e equipes de excelência. Agora é a hora dos bons profissionais estarem atentos para se inscreverem nas vagas disponibilizadas pelo Einstein”, disse o secretário de Estado de Saúde, Gilberto Figueiredo.

Profissionais de diversas áreas também podem se inscrever para mais de 40 cargos no processo seletivo: Advogado Pleno, Analista Financeiro, Analista Fiscal, Analista de Custos, Analista de DHO (Desenvolvimento Humano Organizacional) – Comunicação Interna e Cultura, Analista de Informações Gerenciais Pleno, Analista de Laboratório (Júnior, Pleno e Sênior), Analista de Negócios Pleno, Analista de Planejamento e Logística Sênior, Assistente de Atendimento, Assistente de Logística, Assistente de Suprimentos e Assistente Social (Pleno e Sênior).

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Há ainda vagas disponíveis para Auxiliar de Almoxarifado, Auxiliar de Esterilização, Auxiliar de Farmácia, Biomédico (Júnior e Pleno), Enfermeiro (Pleno e Sênior), Farmacêutico (Júnior, Pleno e Sênior), Fisioterapeuta, Fonoaudiólogo Sênior, Técnico Administrativo, Técnico de Controle de Leitos, Técnico de Enfermagem, Técnico de Gesso, Técnico de Nutrição, Técnico de Raio-X, Terapeuta Ocupacional (Pleno e Sênior), Lactarista, Líder de Farmácia, Mensageiro, Nutricionista (Júnior, Pleno e Sênior), Psicólogo (Pleno e Sênior) e Supervisor de Raio-X.

Estas oportunidades podem ser acessadas no site do Einstein Hospital Israelita, por meio da plataforma Infojobs/Pandape. Ao entrar na página de oportunidades, é necessário digitar a palavra-chave “Cuiabá” para visualizar todas as posições abertas para atuação no Hospital Central.

O processo seletivo é composto por avaliação curricular dos candidatos; prova teórica online, que avaliará conhecimentos técnicos; e entrevista com comitê formado especificamente para a seleção. Os interessados devem observar os requisitos obrigatórios e prazos para participação.

Saiba mais sobre o Hospital Central

Com uma infraestrutura de ponta, o Hospital Central conta com 287 leitos e está sendo estruturado para realizar uma média de 32 mil consultas médicas, 80 mil exames e 6.500 cirurgias por ano.

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Para isso, a seleção dos profissionais que atuarão na unidade está voltada à formação de uma equipe multiprofissional comprometida com a excelência assistencial, a segurança do paciente e a disseminação do conhecimento técnico-científico.

Mato Grosso será o quarto estado do Brasil a ter um hospital público gerido pelo Einstein. O Hospital Central será o sexto hospital público a ser administrado pela organização. A unidade representa uma importante expansão no acesso à saúde de qualidade para a população mato-grossense.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Política de educação artística da Seduc se consolida na Rede Estadual e transforma rotina de alunos em MT

Mais de 53% das 630 escolas da Rede Estadual de Ensino de Mato Grosso já desenvolvem ações do Projeto Educarte, da Secretaria de Estado de Educação (Seduc). O avanço se reflete no tamanho da rede atendida. Em 2025, eram 200 unidades. Agora, são 335 escolas com atividades em andamento. A meta é alcançar 400 unidades ainda em 2026.

O crescimento dá dimensão a uma política adotada pela Seduc: manter investimento contínuo em um projeto que amplia o tempo, o repertório e a presença do estudante na escola.

Desde 2019, o Educarte vem abrindo espaço para oficinas e práticas no contraturno escolar, levando os alunos para além da rotina da sala de aula tradicional, com experiências ligadas à arte, à música, ao teatro, à dança, às artes visuais, à comunicação, às bandas e às fanfarras.

Na escola, esse movimento ganha forma, por exemplo, em um ensaio de fanfarra no fim da tarde, em uma roda de teatro montada depois da última aula, em um estudante que volta no contraturno para pintar, cantar, dançar ou aprender a falar em público. É nesse espaço, fora da grade comum, que o projeto foi se firmando como parte da política educacional da rede.

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Oferecido como disciplina optativa, o Educarte organiza ações artístico-pedagógicas nas próprias unidades escolares. A proposta é interdisciplinar, mas o efeito evidencia-se no cotidiano: mais tempo de vínculo com a escola, mais circulação de linguagens, mais oportunidades para que o estudante descubra habilidades, encontre um lugar e siga aprendendo.

Um dos exemplos mais visíveis desse alcance foi o Festival Educarte – Conectando Talentos, realizado em 2024 e 2025. Na edição do ano passado, 56 projetos estudantis foram selecionados em cinco eixos — Música, Fanfarra, Dança, Teatro e Artes Visuais —, com premiação total de R$ 30 mil.

O festival ajudou a dar visibilidade ao que já vinha sendo construído nas escolas e mostrou que o projeto não se resume à atividade complementar: passou a ocupar espaço na vida escolar e na agenda da educação pública estadual.

Segundo a secretária de Estado de Educação, Flavia Emanuelle, a expansão do Educarte acompanha uma linha de trabalho que a Seduc vem sustentando desde a implantação da iniciativa, e os resultados têm sido percebidos ao longo da trajetória dos estudantes na Educação Básica.

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“Temos verificado que os estudantes matriculados no Educarte têm apresentado bons resultados ao longo da trajetória na Educação Básica desde a implantação do projeto”, diz.

Para a secretária, o alcance do programa não está apenas na participação dos alunos nas oficinas, mas também no reflexo que esse percurso pode produzir na própria aprendizagem.

“Quando a escola oferece ao estudante outras possibilidades de aprendizado, ele apresenta melhor desempenho em sala de aula. O Educarte respeita a fase e a modalidade em que cada aluno está inserido, mas trabalha para que esse desenvolvimento seja concreto na proficiência e na trajetória escolar”, completa.

Flavia Emanuelle reforça que, ao ampliar o número de escolas atendidas, a Seduc reforça o Educarte como uma política que ganhou corpo na rede. “O projeto cresceu porque houve a decisão de mantê-lo vivo, ampliar o alcance e transformar o contraturno em tempo de formação. Hoje, esse investimento já chega a mais da metade das escolas estaduais de Mato Grosso”, pontua.

Fonte: Governo MT – MT

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