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Corpo de Bombeiros localiza vítima de afogamento no Rio Teles Pires

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) localizou, na tarde de segunda-feira (4.5), o corpo de um homem de 59 anos, vítima de afogamento no Rio Teles Pires, em Alta Floresta (a 791 km de Cuiabá).

A equipe da 7ª Companhia Independente Bombeiro Militar (7ª CIBM) foi acionada ainda na manhã de segunda-feira pela Polícia Judiciária Civil (PJC) para realizar buscas por uma suposta vítima de afogamento no Rio Teles Pires, nas imediações do local conhecido como Porto de Areia, situado na rodovia MT-325.

Conforme informações preliminares, o homem desaparecido foi visto pela última vez no domingo (3.5), quando saiu em uma embarcação. Posteriormente, foram encontrados apenas o barco e o aparelho celular da vítima. Para o atendimento da ocorrência, uma equipe de mergulho foi prontamente mobilizada e iniciou as buscas ainda na manhã de segunda-feira, a partir do último ponto de avistamento, com a delimitação da área de busca.

À tarde, por volta das 15h40, o corpo da vítima foi localizado por meio de operação subaquática, a aproximadamente 5 metros de profundidade, nas proximidades do ponto onde a embarcação havia sido encontrada. Após o resgate, o corpo foi entregue à Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) e à Polícia Judiciária Civil para a adoção das providências legais cabíveis.

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Fonte: Governo MT – MT

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Filhote de onça-pintada é flagrada por câmeras enquanto explora área de preservação em MT

Maya, de cerca de quatro meses, foi registrada em Poconé durante momentos de exploração e interação com o ambiente

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Um filhote de onça-pintada chamado Maya foi registrado por câmeras de monitoramento do Instituto Impacto na Pousada Rio Mutum, em Poconé, a cerca de 104 quilômetros de Cuiabá. As imagens mostram o animal, com aproximadamente quatro meses de idade, explorando a área e interagindo com elementos da natureza.

Os primeiros registros de Maya foram feitos quando ela tinha cerca de três meses. Segundo o médico-veterinário Paul Raad, responsável pelo acompanhamento, a fase é marcada pelo desenvolvimento da autonomia e pelo aprendizado de comportamentos que serão importantes na vida adulta.

Em um dos registros, a filhote aparece brincando e explorando um tronco. De acordo com o veterinário, esse tipo de comportamento faz parte do processo de desenvolvimento do animal.

“Ela está naquela fase de começar a brincar, explorar o mundo e desenvolver as habilidades que vai precisar no futuro como predador. A gente tem registros bem detalhados dela brincando com a mãe e também explorando o ambiente. Como ela nasceu sem irmãos, ela acaba encontrando outros elementos para brincar, como um tronco, por exemplo”, explicou Paul.

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A identificação de Maya também foi possível graças ao acompanhamento de sua família. A filhote foi vista semanas antes ao lado da mãe, Baía, uma onça-pintada conhecida por pesquisadores, biólogos, fotógrafos e guias que frequentam a região.

Além da relação entre mãe e filha, os pesquisadores utilizam o padrão de manchas da pelagem para identificar individualmente cada animal. As rosetas presentes no corpo das onças possuem características únicas e funcionam como uma espécie de identificação natural.

“A gente consegue identificar as onças pelo padrão de manchas, que é único para cada indivíduo, como se fosse uma impressão digital. Então, a Nina tem um padrão, a Baía tem outro e a Maia tem o dela. O fato de a gente ter registrado a Maia junto com a Baía foi fundamental para confirmar essa relação”, detalhou o veterinário.

O monitoramento permite acompanhar de perto o crescimento e o desenvolvimento da filhote, além de registrar comportamentos naturais durante os primeiros meses de vida. Como nasceu sem irmãos, Maya utiliza o próprio ambiente ao redor para desenvolver habilidades por meio das brincadeiras e da exploração.

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Os registros também contribuem para o acompanhamento da fauna da região e para a identificação de indivíduos que circulam pela área monitorada.

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