MATO GROSSO

Campanha da PGE-MT coleta óleo de cozinha usado para fazer sabão biodegradável; veja como fazer a doação

A Procuradoria Geral do Estado (PGE-MT) está arrecadando óleo de cozinha usado para transformar em sabão biodegradável. As doações podem ser entregues na sede da instituição por qualquer pessoa interessada em contribuir com a campanha que visa, além da reciclagem, proteger o meio ambiente.

Inicialmente, o sabão vai ser usado na limpeza do prédio da PGE, mas, dependendo de quanto for arrecadado, a produção pode ser doada.

“Um material que seria descartado, prejudicando o meio ambiente, é transformado em sabão por um custo muito baixo e pode representar uma economia ao poder público, ou seja, é muito vantajoso e sustentável”, afirmou a diretora da PGE, Soraya Queiroz Salvador, que mobilizou a campanha e está dando o curso sobre fabricação de sabão para servidores do órgão que participam da ação.

O óleo de cozinha, se descartado incorretamente, no ralo da pia, por exemplo, contamina as águas dos rios e o solo, e 1 litro de óleo dispensado irregularmente pode contaminar 25 litros de água. Segundo dados da Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove), cada brasileiro consome, em média, 10 litros de óleo por ano.

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Para fazer a doação à campanha da PGE, basta armazenar o óleo em garrafas PET limpa e seca. A dica é deixar o óleo esfriar antes de guardá-lo e não misturar com nenhum outro produto, nem mesmo água.

A sede da PGE-MT fica na Avenida República do Líbano, nº 2258, no Bairro Despraiado, em Cuiabá.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Edital da Secel viabiliza inventário do Patrimônio Imaterial das Redeiras de Limpo Grande

O edital “Inventários de Patrimônio Imaterial de Mato Grosso – edição Política Nacional Aldir Blanc (Pnab”, promovido pela Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT), está viabilizando a documentação dos saberes seculares das redeiras de Limpo Grande, em Várzea Grande.

Realizado pela Associação Tece Arte, o projeto vai, pela primeira vez, transformar o “saber-fazer” das artesãs locais em um acervo documental definitivo. O objetivo é transformar esse “segredo de família” em um guia de consulta digital para pesquisadores, estudantes e entusiastas da arte popular de todo o mundo.

“Não estamos registrando apenas um objeto de decoração, mas uma tecnologia ancestral de resistência feminina. Mais do que fios e nós, o que se produz em Limpo Grande é memória viva “, afirma a coordenadora do projeto, Ester Moreira Almeida.

O Inventário do Patrimônio Imaterial das Redeiras de Limpo Grande utiliza um registro minucioso de imagens e depoimentos para mapear todo o processo — desde a colheita e preparo da matéria-prima até o acabamento dos padrões que deram fama nacional às redes de Várzea Grande. Com lançamento previsto para junho deste ano, o projeto está na fase de entrevistas.

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Por décadas, a técnica da tecelagem em Limpo Grande residiu apenas na tradição oral, passada de mãe para filha sob o som ritmado dos teares de madeira. O projeto, agora, mergulha nesse universo para registrar o que antes era invisível: os nomes dos pontos, a simbologia das cores e os relatos de resistência das mulheres que transformaram o artesanato em sustento e voz.

Para Ester, o inventário é um tributo à autonomia das mestras redeiras, preservando a tecelagem como símbolo de orgulho e desenvolvimento social.

“Ao sistematizar esse conhecimento, a Associação Tece Arte, com apoio da Secel, não apenas protege o passado, mas projeta o futuro. O projeto reafirma que, enquanto houver mãos tecendo em Limpo Grande, o patrimônio brasileiro continuará pulsando”, conclui.

(Com informações da Assessoria)

Fonte: Governo MT – MT

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