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Batalhão Ambiental da Polícia Militar resgata jacaré preso em rede de pesca

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Equipes do Batalhão de Polícia Militar de Proteção Ambiental resgataram, na noite desta sexta-feira (2.1), um jacaré que estava enganchado em uma rede de pesca, em Várzea Grande.

Durante o policiamento ostensivo na zona rural conhecida como Carrapicho, as equipes se depararam com o animal enrolado em uma rede de pesca, nas proximidades do rio Cuiabá.

De maneira imediata, os policiais adotaram procedimentos de segurança e manejo, realizando a contenção controlada e o desengate da rede, evitando ferimentos ao jacaré e garantindo também a integridade da equipe.

Após a retirada completa do material e a verificação visual das condições do animal, o jacaré foi libertado e devolvido ao seu habitat natural, em segurança.

O comandante da unidade, tenente-coronel Fagner Augusto do Nascimento, alertou sobre o uso indevido de apetrechos de pesca e os impactos ao meio ambiente.

“A ocorrência reforça a importância do cuidado com apetrechos de pesca e o combate a práticas ilegais. Em Mato Grosso, redes de malha são proibidas pela legislação de pesca, e seu uso, além de irregular, pode causar graves impactos ambientais, incluindo o emalhe acidental de animais silvestres, como jacarés, quelônios e aves aquáticas”, ressaltou.

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Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do telefone 190 ou do número 0800 065 3939.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Filhote de onça-pintada é flagrada por câmeras enquanto explora área de preservação em MT

Maya, de cerca de quatro meses, foi registrada em Poconé durante momentos de exploração e interação com o ambiente

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Um filhote de onça-pintada chamado Maya foi registrado por câmeras de monitoramento do Instituto Impacto na Pousada Rio Mutum, em Poconé, a cerca de 104 quilômetros de Cuiabá. As imagens mostram o animal, com aproximadamente quatro meses de idade, explorando a área e interagindo com elementos da natureza.

Os primeiros registros de Maya foram feitos quando ela tinha cerca de três meses. Segundo o médico-veterinário Paul Raad, responsável pelo acompanhamento, a fase é marcada pelo desenvolvimento da autonomia e pelo aprendizado de comportamentos que serão importantes na vida adulta.

Em um dos registros, a filhote aparece brincando e explorando um tronco. De acordo com o veterinário, esse tipo de comportamento faz parte do processo de desenvolvimento do animal.

“Ela está naquela fase de começar a brincar, explorar o mundo e desenvolver as habilidades que vai precisar no futuro como predador. A gente tem registros bem detalhados dela brincando com a mãe e também explorando o ambiente. Como ela nasceu sem irmãos, ela acaba encontrando outros elementos para brincar, como um tronco, por exemplo”, explicou Paul.

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A identificação de Maya também foi possível graças ao acompanhamento de sua família. A filhote foi vista semanas antes ao lado da mãe, Baía, uma onça-pintada conhecida por pesquisadores, biólogos, fotógrafos e guias que frequentam a região.

Além da relação entre mãe e filha, os pesquisadores utilizam o padrão de manchas da pelagem para identificar individualmente cada animal. As rosetas presentes no corpo das onças possuem características únicas e funcionam como uma espécie de identificação natural.

“A gente consegue identificar as onças pelo padrão de manchas, que é único para cada indivíduo, como se fosse uma impressão digital. Então, a Nina tem um padrão, a Baía tem outro e a Maia tem o dela. O fato de a gente ter registrado a Maia junto com a Baía foi fundamental para confirmar essa relação”, detalhou o veterinário.

O monitoramento permite acompanhar de perto o crescimento e o desenvolvimento da filhote, além de registrar comportamentos naturais durante os primeiros meses de vida. Como nasceu sem irmãos, Maya utiliza o próprio ambiente ao redor para desenvolver habilidades por meio das brincadeiras e da exploração.

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Os registros também contribuem para o acompanhamento da fauna da região e para a identificação de indivíduos que circulam pela área monitorada.

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