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Vila Nova impõe nova derrota ao Náutico e deixa a lanterna da Série B do Brasileiro

Em jogo nervoso e com emoção até o fim, Náutico e Vila Nova se enfrentaram na noite desta sexta-feira, em duelo de desesperados. Os goianos saíram atrás do placar, mas buscaram a virada, por 2 a 1, na etapa final com gol aos 45 minutos de Rafael Donato, que tinha marcado contra no primeiro tempo. A partida, válida pela 25ª rodada da Série B do Campeonato Brasileiro, foi realizada no Estádio dos Aflitos, no Recife (PE)

Com o resultado, o Náutico é o novo lanterna (20º) da competição, com os mesmos 21 pontos. O Vila Nova volta a vencer após quatro empates seguidos e amplia sequência invicta para sete partidas. Com 24 pontos, aparece em 18º lugar, ainda na zona de rebaixamento.

O primeiro tempo foi marcado por boas chances para ambos os lados. Logo nos primeiros minutos, o Vila Nova chegou bem com Kaio Nunes, que completou cruzamento e assustou. O Náutico respondeu com chute de longe de Jean Carlos. Até que aos 17 minutos, os mandantes abriram o placar em falha bizarra. O goleiro do time goiano, Tony, tentou espalmar e a bola bateu no zagueiro Rafael Donato, que mandou contra o próprio gol.

O zagueiro Alisson Cassiano também quase fez contra ao tentar cortar cruzamento, mas Tony salvou. Depois, Jean Carlos quase ampliou em bonito chute de fora da área. Os minutos finais foram mais produtivos para o Vila Nova. Alex Silva pegou rebote na entrada da área e a bola passou rasteira, muito perto da trave. Depois, Wagner recebeu na esquerda e chutou cruzado, mas acertou a trave.

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Na volta para o segundo, o jogo ficou mais truncado, mas o Vila Nova demonstrava mais vontade na busca pelo gol. O Náutico foi cedendo o controle da partida e as chances para o adversário começaram a aparecer na parte final. Neto Pessoa levou perigo após completar cruzamento de Wagner, de cabeça, para boa defesa do goleiro Bruno.

Mas aos 33 minutos, o Vila Nova conseguiu empatar o placar. Railan cruzou rasteiro e Wagner finalizou de primeira. O goleiro Tony defendeu, mas o próprio Wagner deu um peixinho para completar de cabeça. Com o gol, o clima ficou tenso para o Náutico e o técnico Elano foi muito criticado pelos torcedores.

Os minutos finais foram recheados de emoções e reviravoltas. Perto dos 45 minutos, o Náutico reclamou de pênalti por conta de um suposto domínio com o braço de Alex Silva. Após checagem do VAR, porém, o jogo seguiu, sob muitos protestos de Elano e dos jogadores do time da casa. E, praticamente no lance seguinte, aos 45, após lateral cobrado para dentro da área, Rafael Donato se redimiu do gol contra e cabeceou para virar o placar e garantir a vitória goiana.

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O Vila Nova volta a campo na próxima quinta-feira, às 19h, quando recebe o Sampaio Corrêa, no estádio Onésio Brasileiro Alvarenga, o OBA, em Goiânia (GO), pela 26ª rodada. No dia seguinte, às 21h30, o Náutico encara o líder Cruzeiro, no Independência, em Belo Horizonte (MG).

FICHA TÉCNICA

NÁUTICO 1 X 2 VILA NOVA-GO

NÁUTICO – Bruno; Wellington, Maurício (Bruno Bispo) e João Paulo; Anilson, Jobson (Mateus Cocão), Souza (Pedro Vitor), Victor Ferraz (Luís Felipe), Jean Carlos e Júnior Tavares; Jonathas (Kieza). Técnico: Elano.

VILA NOVA – Tony; Alex Silva, Rafael Donato, Alisson Cassiano e Willian Formiga (Railan); Ralf (Dentinho), Sousa, Arthur Rezende (Jean) e Wagner; Kaio Nunes (Hugo Cabral) e Neto Pessoa (Daniel Amorim). Técnico: Allan Aal.

GOLS – Rafael Donato, contra, aos 17 minutos do primeiro tempo. Wagner, aos 33, e Rafael Donato, aos 45 minutos do segundo tempo

ÁRBITRO – Jean Pierre Gonçalves Lima.

CARTÕES AMARELOS – Wellington e Jean Carlos (Náutico).

RENDA – R$ 383.321,00.

PÚBLICO – 13.196 pagantes.

LOCAL – Estádio dos Aflitos, em Recife (PE).

Fonte: Agência Esporte

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Antonelli domina o caos em Mônaco e dispara na liderança do Mundial

Em uma tarde marcada por acidentes e abandonos em série, o jovem Kimi Antonelli provou por que é a nova sensação da Fórmula 1. O piloto da Mercedes ignorou a pressão das ruas de Monte Carlo e venceu o Grande Prêmio de Mônaco, consolidando uma vantagem ainda mais confortável no topo da tabela do Campeonato de Pilotos. Lewis Hamilton e Isack Hadjar completaram o pódio de uma corrida que viu sete carros ficarem pelo caminho.

A prova começou com um balde de água fria para a Red Bull. Logo na largada, o atual campeão Max Verstappen enfrentou uma falha mecânica crítica, perdendo posições rapidamente até se tornar a primeira baixa do dia. Enquanto isso, Antonelli mantinha a ponta com uma frieza impressionante, abrindo distância para as Ferraris de Hamilton e Charles Leclerc.

Sobrevivência e Estratégia

A corrida de rua, conhecida por não perdoar erros, fez outras vítimas de peso. Nomes como Lando Norris e Valtteri Bottas também abandonaram devido a problemas técnicos. A tranquilidade de Antonelli só foi testada a 20 voltas do fim, quando Lance Stroll colidiu na última curva, forçando a entrada do Safety Car.

O incidente reagrupou o pelotão e abriu uma janela para paradas estratégicas nos boxes. Para alguns pilotos, o Safety Car foi a salvação, permitindo o cumprimento de punições por excesso de velocidade no pit lane sem grandes perdas de posição.

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Drama Local e Pódio Inédito

A relargada trouxe o momento mais dramático para a torcida monegasca. Charles Leclerc, que lutava pelo pódio, sofreu um acidente idêntico ao de Stroll, provocando uma bandeira vermelha para reparos na pista. O abandono do “dono da casa” abriu caminho para Isack Hadjar, que herdou a terceira posição e conquistou seu primeiro pódio com a Red Bull.

Pierre Gasly, que cruzou a linha de chegada em terceiro, acabou despencando na classificação final após ser penalizado em dez segundos por infrações anteriores. Com isso, Oscar Piastri e Liam Lawson herdaram o quarto e quinto lugares, respectivamente.

Feitos Históricos no Pelotão Intermediário

A Racing Bulls celebrou o sexto lugar de Arvid Lindblad, enquanto a Cadillac fez história ao pontuar pela primeira vez na categoria com Sergio Perez, que terminou em décimo. O resultado do mexicano, contudo, segue sob análise dos comissários devido a uma possível largada queimada.

Desempenho do brasileiro Gabriel Bortoleto

Bortoleto começaria a prova em 16º lugar, mas com a falha identificada no seu carro antes da largada, teve que recolher para a garagem da Audi e começar a prova de lá. Ele seguiu sem grandes avanços no decorrer da disputa: fez seu pit stop logo no segundo giro, para trocar os pneus médios pelos duros e estender sua permanência na pista.Por fim, o jovem conseguiu avançar na terceira relargada na 70ª volta: ultrapassou Franco Colapinto, capitalizou a punição de George Russell e também o abandono de Carlos Sainz – que rodou após um toque de rodas com Nico Hulkenberg. Após a bandeirada, o alemão foi punido em 10s pelo incidente, alçando Bortoleto do 13º ao 12º lugar.

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Resultado

  1. Kimi Antonelli (Mercedes)
  2. Lewis Hamilton (Ferrari) +6s271
  3. Isack Hadjar (Red Bull) +23s394
  4. Oscar Piastri (McLaren) +24s261
  5. Liam Lawson (Racing Bulls) +26s553
  6. Arvid Lindblad (Racing Bulls) +29s010
  7. Pierre Gasly (Alpine) +30s369
  8. Alexander Albon (Williams) +33s413
  9. Esteban Ocon (Haas) +37s140
  10. Sergio Pérez (Cadillac) +39s153
  11. Fernando Alonso (Aston Martin) +41s899
  12. Gabriel Bortoleto (Audi) +42s748
  13. George Russell (Mercedes) +43s353
  14. Nico Hulkenberg (Audi) +44s102
  15. Franco Colapinto (Alpine) +48s964

Fonte: Esportes

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