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Galo vence Emelec e avança às quartas-de-final da Libertadores
O Galo venceu o Emelec por 1 a 0 na noite de hoje, 05, no Mineirão, e avançou às quartas-de-final da Copa Conmebol Libertadores. O gol Atleticano saiu dos pés de Hulk, em cobrança de pênalti, aos 33 minutos do segundo tempo.
O adversário das quartas-de-final será conhecido nesta quarta-feira, 06. O Palmeiras recebe o Cerro Porteño às 19h15, no Allianz Parque, em São Paulo. O time paulista venceu a partida de ida por 3 a 0.
Os jogos das quartas-de-final da Libertadores estão previstos para a primeira quinzena de agosto.
O jogo
A partida marcou o retorno de Zaracho, que entrou em campo aos 15 minutos do segundo tempo. O jogador não atuava desde a vitória sobre o Atlético-GO, em 14 de maio, no Mineirão, pela sexta rodada do Campeonato Brasileiro. Desde então, ele recuperava-se de lesão no músculo anterior da coxa direita.
O Galo chegou ao ataque já no primeiro minuto da partida. Rubens recebeu na esquerda, avançou para a área e tocou para trás. A zaga interceptou antes de a bola chegar em Hulk.
Aos quatro minutos, Mariano dominou a bola na direita e cruzou no meio da área. Rubens bateu cruzado, mas o goleiro Ortíz defendeu.
Hulk fez bela jogada pela direita aos 11 minutos e deu uma cavadinha para o meio da área. Mas Rubens cometeu falta de ataque ao tentar finalizar.

Crédito: Clube Atlético Mineiro/Bruno Sousa
O Galo seguiu pressionando. Aos 15, Vargas serviu Hulk dentro da área. O artilheiro Atleticano dominou e bateu de canhota. O goleiro espalmou e na sobra a bola foi a escanteio. Na cobrança do escanteio, aos 16, Rubens desviou e a bola foi quase em cima da linha. Caleb chegou, mas a defesa cortou.
Aos 28, o Galo teve nova cobrança de escanteio, pela esquerda. Após jogada ensaiada, a bola sobrou para Arana, que desviou de canhota, mas a bola foi fraca e Ortíz defendeu.
O Emelec chegou ao ataque pela primeira vez aos 36, em chute de longa distância. Mas a bola passou sobre o gol. Aos 42, o Galo teve nova oportunidade. Mariano cruzou na área e Hulk, marcado, finalizou para fora.
Segundo tempo
As duas equipes voltaram a campo com as mesmas formações para o segundo tempo. Aos dois minutos, Calebe recebeu a bola na intermediária e finalizou de longa distância. A bola passou pelo lado direito do gol do Emelec.
Aos 10 minutos, Calebe cruzou da direita na área e Rubens cabeceou. A bola passou à esquerda do gol. Aos 13, Nacho lançou Hulk, que avançou até a área e chutou sem ângulo. A bola foi para fora.
O técnico Antonio Mohamed fez duas alterações no time aos 15 minutos. Entraram Zaracho e Sasha nos lugares de Rubens e Calebe, respectivamente.
Aos 17, Sebastián Rodríguez chutou forte de longa distância e Everson defendeu.
Aos 25, o Galo teve escanteio pela direita. A bola foi alçada na área e Zaracho cabeceou para o goleiro Ortíz defender.
O Emelec teve dois escanteios, aos 29 e aos 30 minutos, e nenhum dos dois resultou em jogada de perigo para a defesa Atleticana.
Gol do Galo
Aos 32 minutos, em jogada de Vargas na área, Guevara interceptou a bola com o braço. O árbitro Jesus Valenzuela marcou pênalti. Hulk cobrou aos 33 e marcou o gol do Galo.
Aos 43, Mariano tocou para Sasha na área. O atacante pegou de primeira e chutou, mas a bola subiu demais e foi para fora.
Próximo jogo
O Galo volta a campo no próximo domingo, dia 10, desta vez pelo Campeonato Brasileiro. A equipe do técnico Antonio Mohamed recebe o São Paulo, às 18h, no Mineirão. O Atlético ocupa o terceiro lugar na tabela de classificação, com 27 pontos em 15 jogos.
Público: 56.421 pagantes
Renda: R$ 3.291.413,50
Confira a ficha técnica de Atlético x Emelec:
https://atletico.com.br/partida/atletico-x-emelec/
fonte: https://atletico.com.br/na-luta-pela-gloria-eterna/
Fonte: Agência Esporte
ESPORTES
Brasil coleciona gols perdidos e dá adeus à Copa do Mundo
O sonho do hexacampeonato terminou de forma melancólica e, sobretudo, patética. Neste domingo, no MetLife Stadium, em Nova Jersey (EUA), a Seleção Brasileira protagonizou um espetáculo de ineficiência ofensiva, foi castigada pelo faro artilheiro de Erling Haaland e perdeu para a Noruega por 2 a 1. A eliminação nas oitavas de final da Copa do Mundo consolida um vexame histórico: o país atinge agora o seu maior jejum de títulos mundiais desde a primeira conquista.
O roteiro da queda brasileira foi desenhado com requintes de incompetência. A equipe comandada por Carlo Ancelotti flertou com o desastre desde o apito inicial, levando um susto logo aos dois minutos, quando Berg marcou para os europeus — o lance, no entanto, foi anulado por impedimento.
A chance de ouro para assumir o controle e mudar a história do jogo veio aos nove minutos. Após passe de Martinelli, Matheus Cunha foi derrubado na área. O árbitro precisou do VAR para assinalar o pênalti. Na cobrança, o retrato do nervosismo brasileiro: Bruno Guimarães bateu mal e parou nas mãos do goleiro Nyland, dando o tom do que seria a tarde da Seleção.
Mesmo criando boas oportunidades, como uma bomba de Vinicius Júnior aos 40 minutos espalmada por Nyland, o Brasil era vulnerável. Aos 47, Alisson precisou trabalhar em um chute perigoso de Odegaard, que apareceu livre após Haaland ganhar uma disputa com Gabriel Magalhães.
O castigo no segundo tempo
Na volta do intervalo, Ancelotti tentou dar fôlego ao ataque sacando Matheus Cunha para a entrada de Endrick. Aos 13 minutos, o jovem teve a bola da classificação após um passe genial de trivela de Vini Jr., mas, cara a cara com o goleiro, finalizou para fora. Um gol perdido que custaria muito caro. O Brasil ainda tentou com Rayan, aos 16, esbarrando novamente em Nyland.
A velha máxima do futebol não perdoa: quem não faz, leva. E do outro lado estava um dos atacantes mais letais do planeta. Aos 34 minutos, a defesa brasileira vacilou, Schjelderup cruzou da esquerda e Haaland subiu mais que Gabriel Magalhães para testar para o fundo da rede.
O desespero tomou conta da Seleção. Aos 39, o Brasil quase empatou em um lance bizarro onde Ajer quase marcou contra, mas Nyland salvou em cima da linha. A pá de cal veio aos 44 minutos: Haaland recebeu com liberdade na entrada da área e bateu rasteiro, no canto, sem chances para Alisson, decretando o nocaute.
Já nos acréscimos, Neymar converteu uma penalidade máxima, mas o relógio não permitia mais nada. O gol serviu apenas para maquiar o placar de um fim patético para uma equipe que pecou na pontaria e ruiu diante da frieza norueguesa.
O caminho da Noruega
Com a vaga assegurada, a Noruega agora aguarda o vencedor do confronto entre México e Inglaterra, que se enfrentam ainda neste domingo, às 21h (de Brasília), no Estádio Azteca. O duelo das quartas de final está agendado para o próximo sábado, dia 11 de julho, às 18h, no Hard Rock Stadium, em Miami. Ao Brasil, resta o aeroporto e a amarga reflexão sobre mais uma queda precoce.
| FICHA TÉCNICA | |
|---|---|
| Placar |
Brasil 1 x 2 Noruega |
| Competição | Copa do Mundo (oitavas de final) |
| Local | MetLife Stadium, em Nova Jersey (EUA) |
| Data | 5 de julho de 2026 (domingo) |
| Horário | 17h (de Brasília) |
| Cartões amarelos | Neymar (Brasil) |
| Cartões vermelhos | Nenhum |
| Árbitro | Ismail Elfath (EUA) |
| Assistentes | Corey Parker e Kyle Atkins (EUA) |
| VAR | Tatiana Guzman (NCA) |
| Gols | Haaland, aos 34′ do 2ºT (Noruega); Haaland, aos 44′ do 2ºT (Noruega); Neymar, aos 54′ do 2ºT (Brasil) |
| Brasil | Alisson; Danilo, Marquinhos, Gabriel Magalhães e Douglas Santos; Casemiro e Bruno Guimarães (Éderson); Gabriel Martinelli (Danilo Santos), Rayan (Neymar), Matheus Cunha (Endrick) e Vinicius Júnior. |
| Técnico do Brasil | Carlo Ancelotti |
| Noruega | Nyland; Ryerson (Aursnes), Ajer, Heggem e David Wolfe (Ostigaard); Berge, Patrick Berg e Odegaard; Nusa (Schjelderup), Sorloth (Bobb) e Haaland. |
| Técnico da Noruega | Stale Solbakken |
Fonte: Esportes
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