ESPORTES

Corinthians vence a Ferroviária e enfrenta o Cruzeiro na final da Supercopa Feminina

O Corinthians é o segundo finalista da Supercopa Feminina 2024. Na tarde desta quinta-feira (15), as Brabas superaram a Ferroviária por 2 a 0, na NeoQuímica Arena, em São Paulo (SP). Com gols de Mariza e Gabi Zanotti, o Timão confirmou sua participação na final junto do Cruzeiro, que garantiu sua vaga após uma vitória diante do Avaí/Kindermann. A decisão será no domingo (18).

O JOGO

O início da partida foi equilibrado, mas com o passar dos minutos o Corinthians se mostrou superior no duelo. Aos 22 minutos, as Brabas chegaram a balançar a rede, mas o gol foi anulado. O placar foi oficialmente aberto aos 27 minutos, com um gol de Mariza após um cruzamento de Yasmin. Na sequência, Gabi Portilho se destacou em uma jogada individual e passou a bola para Gabi Zanotti, que marcou o segundo do Timão.Gabi Zanotti ampliou a vantagem para o Timão

Foto: Rodrigo Gazzanel/Corinthians

No segundo tempo as duas equipes voltaram em níveis similares e tiveram boas chances. Mesmo com algumas oportunidades, as Guerreiras Grenás não conseguiram diminuir a vantagem do Corinthians. O jogo se encerrou com o placar de 2 a 0 para o Timão.

Leia Também:  Brasil faz história com prata inédita no Mundial de Ginástica Rítmica por equipes

O Corinthians é a única equipe a chegar à final de todas as edições da Supercopa Feminina. Com os títulos de 2022 e 2023, as Brabas vão em busca de sua terceira conquista no ano de maior premiação na história da competição. Em 2024, a CBF pagará R$ 600 mil para o campeão da competição e R$ 400 mil para o vice-campeão.

Corinthians é finalista da Supercopa Feminina 2024Corinthians é finalista da Supercopa Feminina 2024

Fonte: Esportes

Propaganda

ESPORTES

Antonelli domina o caos em Mônaco e dispara na liderança do Mundial

Em uma tarde marcada por acidentes e abandonos em série, o jovem Kimi Antonelli provou por que é a nova sensação da Fórmula 1. O piloto da Mercedes ignorou a pressão das ruas de Monte Carlo e venceu o Grande Prêmio de Mônaco, consolidando uma vantagem ainda mais confortável no topo da tabela do Campeonato de Pilotos. Lewis Hamilton e Isack Hadjar completaram o pódio de uma corrida que viu sete carros ficarem pelo caminho.

A prova começou com um balde de água fria para a Red Bull. Logo na largada, o atual campeão Max Verstappen enfrentou uma falha mecânica crítica, perdendo posições rapidamente até se tornar a primeira baixa do dia. Enquanto isso, Antonelli mantinha a ponta com uma frieza impressionante, abrindo distância para as Ferraris de Hamilton e Charles Leclerc.

Sobrevivência e Estratégia

A corrida de rua, conhecida por não perdoar erros, fez outras vítimas de peso. Nomes como Lando Norris e Valtteri Bottas também abandonaram devido a problemas técnicos. A tranquilidade de Antonelli só foi testada a 20 voltas do fim, quando Lance Stroll colidiu na última curva, forçando a entrada do Safety Car.

O incidente reagrupou o pelotão e abriu uma janela para paradas estratégicas nos boxes. Para alguns pilotos, o Safety Car foi a salvação, permitindo o cumprimento de punições por excesso de velocidade no pit lane sem grandes perdas de posição.

Leia Também:  Timão goleia o Atlético-GO e garante vaga na semifinal da Copa do Brasil

Drama Local e Pódio Inédito

A relargada trouxe o momento mais dramático para a torcida monegasca. Charles Leclerc, que lutava pelo pódio, sofreu um acidente idêntico ao de Stroll, provocando uma bandeira vermelha para reparos na pista. O abandono do “dono da casa” abriu caminho para Isack Hadjar, que herdou a terceira posição e conquistou seu primeiro pódio com a Red Bull.

Pierre Gasly, que cruzou a linha de chegada em terceiro, acabou despencando na classificação final após ser penalizado em dez segundos por infrações anteriores. Com isso, Oscar Piastri e Liam Lawson herdaram o quarto e quinto lugares, respectivamente.

Feitos Históricos no Pelotão Intermediário

A Racing Bulls celebrou o sexto lugar de Arvid Lindblad, enquanto a Cadillac fez história ao pontuar pela primeira vez na categoria com Sergio Perez, que terminou em décimo. O resultado do mexicano, contudo, segue sob análise dos comissários devido a uma possível largada queimada.

Desempenho do brasileiro Gabriel Bortoleto

Bortoleto começaria a prova em 16º lugar, mas com a falha identificada no seu carro antes da largada, teve que recolher para a garagem da Audi e começar a prova de lá. Ele seguiu sem grandes avanços no decorrer da disputa: fez seu pit stop logo no segundo giro, para trocar os pneus médios pelos duros e estender sua permanência na pista.Por fim, o jovem conseguiu avançar na terceira relargada na 70ª volta: ultrapassou Franco Colapinto, capitalizou a punição de George Russell e também o abandono de Carlos Sainz – que rodou após um toque de rodas com Nico Hulkenberg. Após a bandeirada, o alemão foi punido em 10s pelo incidente, alçando Bortoleto do 13º ao 12º lugar.

Leia Também:  São Paulo vence Criciúma nos pênaltis e avança à final da Copinha

Resultado

  1. Kimi Antonelli (Mercedes)
  2. Lewis Hamilton (Ferrari) +6s271
  3. Isack Hadjar (Red Bull) +23s394
  4. Oscar Piastri (McLaren) +24s261
  5. Liam Lawson (Racing Bulls) +26s553
  6. Arvid Lindblad (Racing Bulls) +29s010
  7. Pierre Gasly (Alpine) +30s369
  8. Alexander Albon (Williams) +33s413
  9. Esteban Ocon (Haas) +37s140
  10. Sergio Pérez (Cadillac) +39s153
  11. Fernando Alonso (Aston Martin) +41s899
  12. Gabriel Bortoleto (Audi) +42s748
  13. George Russell (Mercedes) +43s353
  14. Nico Hulkenberg (Audi) +44s102
  15. Franco Colapinto (Alpine) +48s964

Fonte: Esportes

Continue lendo

política mt

mato grosso

policial

PICANTES

MAIS LIDAS DA SEMANA