ESPORTES
Bragantino goleia o Flamengo por 4 x 0 pelo Brasileirão
O Red Bull Bragantino goleou na 11ª rodada do Campeonato Brasileiro. No Nabizão, o Massa Bruta não deixou o Flamengo jogar e venceu por 4 a 0. Eduardo, Henry Mosquera (duas vezes) e Alerrandro marcaram os gols da partida.
Com o resultado, o clube de Bragança Paulista chega aos 17 pontos, na nona posição. São quatro vitórias, cinco empates e duas derrotas na competição nacional.
Na próxima rodada, o Braga recebe o Goiás no domingo (25), às 18h30, novamente no Estádio Nabi Abi Chedid.
O JOGO
O Massa Bruta pressionou desde o início no campo de ataque e praticamente não deixou o adversário respirar. A primeira oportunidade clara surgiu aos 7 minutos. Eduardo Sasha recebeu na intermediária, dominou, fez o giro, avançou e disparou o tiro de fora da área. A bola tinha endereço, mas o goleiro Matheus Cunha caiu bem para espalmar para escanteio.
Cinco minutos depois, Vitinho dominou pela esquerda e fez o cruzamento. A defesa afastou, mas Jadson antecipou o adversário na intermediária, roubou a bola e finalizou com força, mas Matheus Cunha fez a defesa.
Matheus Fernandes fez bom passe para Lucas Evangelista dentro da área aos 18 minutos. O camisa 8 fez o pivô e serviu Henry Mosquera, que bateu rasteiro de primeira e obrigou Matheus Cunha a fazer nova defesa e espalmar para escanteio.
Aos 33, Jadson cortou o contra-ataque do Flamengo e acionou Henry Mosquera na intermediária. O colombiano dominou e rapidamente finalizou. A bola desviou no meio do caminho, passou com muito perigo próximo à trave direita e saiu para escanteio.
O Braga abriu o placar aos 39 minutos. Juninho Capixaba arriscou o chute de longa distância e mandou uma pancada na direção do gol. Matheus Cunha saltou e espalmou para escanteio. Na cobrança, Lucas Evangelista levantou na área, Eduardo subiu mais do que todo mundo para cabecear firme e balançar as redes.
Na segunda etapa, o ritmo seguiu intenso. Logo no início, aos 2 minutos, Henry Mosquera carregou pela esquerda, passou pela marcação e bateu firme rasteiro. O goleiro Matheus Cunha mandou para escanteio.
O segundo do Braga saiu aos 6 minutos. Henry Mosquera recebeu novamente pela esquerda, driblou Thiago Maia, puxou para o meio e soltou uma bomba de fora da área. A bola morreu no canto esquerdo do gol, sem chances para o goleiro.
Os Bragantinos seguiram tomando conta do jogo. Aos 10 minutos, Vitinho recebeu pela direita, puxou para o meio e mandou uma pancada de perna esquerda. A bola passou com muito perigo, mas subiu demais e foi para fora.
Aos 19, o Massa Bruta trocou passes na intermediária e a bola chegou até Sorriso, que dominou pela direita já dentro da área, puxou pra esquerda e finalizou. A bola saiu sem muita força e Matheus Cunha fez a defesa.
Dois minutos depois, Sorriso novamente recebeu pela direita, fez belo domínio, puxou para a perna canhota e arriscou o chute de fora da área. A bola subiu demais e foi para fora.
Aos 28, Aderlan recebeu pela direita, no bico da área, e fez o cruzamento. Mosquera subiu bem e cabeceou, mas a bola foi para fora.
O terceiro saiu aos 30 minutos. Juninho Capixaba cruzou da esquerda, Lucas Evangelista subiu e cabeceou. A bola bateu na trave e sobrou para Alerrandro, que só empurrou para o fundo do gol.
Aos 34 minutos, quase o quarto. Juninho Capixaba ficou com sobra de bola dentro da área e, mesmo desequilibrado, tentou a finalização. A bola atravessou a área e encontrou Alerrandro, que chutou na trave.
Mas não demorou muito para a goleada ser concretizada. No minuto seguinte, aos 35, Matheus Fernandes fez uma jogada espetacular pelo meio e lançou para a esquerda do ataque. Henry Mosquera contou com a falha do defensor adversário, ficou com a bola, carregou para dentro da área, driblou a marcação, puxou para a perna direita e bateu rasteiro no canto oposto para balançar as redes e fechar o placar. Um um golaço no Nabizão para fechar o placar.
FICHA TÉCNICA
Red Bull Bragantino 4 x 0 Flamengo
Local: Nabizão;
Público: 10.103;
Renda: R$492.460,00;
Árbitro: Anderson Daronco-RS (FIFA);
Assistentes: Mauricio Coelho Silva Penna-RS e Thiaggo Americano Labes-SC;
Gols: Eduardo, aos 39min do 1T, Henry Mosquera, aos 6min e aos 30min do 2T, e Alerrandro, aos 35min do 2T (Red Bull Bragantino).
Red Bull Bragantino: Lucão; Eduardo, Luan Patrick e Juninho Capixaba; Matheus Fernandes, Jadsom (Aderlan), Lucas Evangelista (Praxedes) e Eric Ramires (Gustavinho); Henry Mosquera, Sasha e Vitinho (Sorriso). Técnico: Pedro Caixinha.
Flamengo: Matheus Cunha; Wesley, Fabrício Bruno, David Luiz e Léo Pereira (Ayrton Lucas); Thiago Mais, Gerson, Everton Ribeiro (Erick Pulgar) e Arrascaeta; Everton e Pedro (Bruno Henrique). Técnico: Jorge Sampaoli.
Fonte: Esportes
ESPORTES
Alisson iguala marca histórica de Gylmar e Taffarel ao iniciar sua terceira Copa como titular
Ser titular da Seleção Brasileira em três Copas do Mundo da FIFA é para poucos. Entre os goleiros, apenas dois conseguiram a façanha: Gylmar, em 1958, 1962 e 1966, e Taffarel, nas edições de 1990, 1994 e 1998.
A partir do sábado (13), contra Marrocos, as duas lendas terão a companhia de um novo integrante no clube: Alisson Becker.
Titular absoluto da Seleção na última década, o goleiro do Liverpool chega a seu terceiro mundial, após participações em 2018 e 2022. Nas duas Copas do Mundo da FIFA anteriores, ele disputou nove jogos — ficou no banco apenas uma vez, contra Camarões, no Catar, quando Tite fez um rodízio em sua escalação.
O feito de Alisson é histórico e vem acompanhado de dois desafios: o primeiro é superar uma temporada em que sofreu quatro lesões. O segundo é igualar outro feito de Gylmar e Taffarel: os dois conquistaram o título da Copa do Mundo da FIFA.
Gylmar dos Santos Neves, ídolo do Santos e do Corinthians, foi campeão mundial em 1958 e 1962, jogando todos os jogos das duas campanhas. Em 1966, ele esteve nas duas primeiras partidas, mas foi substituído por Manga na derrota para Portugal, que eliminou a seleção ainda na fase de grupos.
Taffarel, por sua vez, consagrou-se com o tetracampeonato em 1994, disputando todos os minutos das sete partidas. Ele virou herói nacional na final contra a Itália, ao defender a cobrança de Daniele Massaro na disputa por pênaltis, vencida por 3 a 2.
O ídolo como treinador
Alisson chega ao momento especial na carreira caminhando lado a lado de Taffarel, uma das lendas que ele iguala em sua terceira Copa do Mundo da FIFA. O ídolo do tetra hoje é o treinador de goleiros da seleção e trabalha diariamente com o camisa 1.
Taffarel é, também, a maior referência de Alisson. No projeto “Cartas que Unem”, da FIFA, o atual goleiro da Seleçãorecebeu uma mensagem de seu irmão, Muriel Becker, que lembra as aventuras dos irmãos na infância.
Na carta, Muriel cita o ídolo em memórias sobre as Copas de 1994 e 1998 e presenteia Alisson com uma camisa de goleiro, como a que Taffarel usou nos Estados Unidos.
Temporada difícil
A presença de Taffarel é importante para Alisson no dia a dia, pela confiança que há entre ambos. Eles já trabalharam juntos no Liverpool, entre 2021 e 2025, além de quase uma década de parceria na seleção.
Além de questões técnicas nos treinamentos, Taffarel deu a Alisson a segurança de que ele teria seu espaço na seleção quando estivesse fisicamente bem. Esse apoio foi importante sobretudo na temporada 2025-26, quando o goleiro teve três lesões, a mais grave delas na coxa direita.
O problema físico tirou Alisson dos gramados por dois meses, entre março e maio deste ano. Ele só voltou a campo pelo Liverpool na última rodada da Premier League. Mas, na seleção, o clima nunca foi de corrida contra o tempo: a comissão técnica sempre esperou pelo seu titular.
“Temos uma boa relação. Antes de ser o treinador de goleiro dele no Liverpool há alguns anos, temos uma amizade muito boa. Sabemos da qualidade e do potencial dele, tanto dentro como fora de campo. É um líder com otimismo e vontade de vencer muito grande”, disse Taffarel à FIFA.
Subindo no ranking
Em sua terceira Copa do Mundo como titular da seleção brasileira, Alisson também deve ganhar posições na lista de goleiros brasileiros com mais jogos disputados no torneio.
Ele chega ao evento com 9 jogos disputados (são cinco em 2018, e quatro em 2022) e ocupa a quinta posição no ranking histórico. À sua frente, o gaúcho tem Taffarel (18 jogos), Gylmar (14) e Leão (14) e Júlio César (12).
Caso dispute as três partidas na fase de grupos, Alisson empatará com o ex-goleiro do Flamengo e da Internazionale. Caso a Seleção fique entre as quatro primeiras colocadas, serão oito jogos disputados — assim, o camisa 1 poderia chegar a 17 partidas, transformando-se no vice-líder da estatística.
Fonte: Esportes
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