ECONOMIA

Márcio Elias Rosa defende indústria como política de Estado e compromisso com a soberania nacional

“A indústria voltou a crescer como não crescia há 14 anos. Os indicadores econômicos e sociais são favoráveis, como pleno emprego e melhor renda familiar. O Brasil colhe resultados positivos do acerto da decisão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e da condução correta do ministro Geraldo Alckmin”, afirmou o ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Márcio Elias Rosa, nesta terça-feira (14/4), durante a cerimônia de transmissão de cargo do ex-ministro e vice-presidente da República, Geraldo Alckmin.

Ao assumir o cargo, o novo ministro disse que renova os compromissos assumidos pelo governo desde a recriação do MDIC, em 2023, de seguir uma agenda orientada pela defesa do setor produtivo, pelo diálogo com empresas e pela proteção dos interesses nacionais.

Ao tratar da indústria, o ministro relacionou a retomada de uma agenda estruturada para o desenvolvimento aos resultados já observados na economia brasileira.

Márcio Elias Rosa acrescentou que a atuação do governo está organizada a partir de metas concretas e alinhada a uma estratégia de longo prazo.

“Não é tempo de conceber novos projetos estruturantes. A hora é de concluir os trabalhos e consolidar o papel que o MDIC vem desempenhando nesses últimos três anos”, afirmou.

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Márcio Elias Rosa também reforçou o compromisso de manter o diálogo com o setor produtivo e a atuação firme do país no cenário internacional.

“O foco é a Nova Indústria do Brasil, com atração de investimentos e fortalecimento do comércio exterior. É preciso garantir uma produção resiliente, capaz de enfrentar os desafios impostos pela geopolítica e ampliar a presença do país nos mercados internacionais”, declarou.

Durante a cerimônia, o ministro enfatizou a importância da continuidade das ações e da atuação coordenada entre governo e setor produtivo para sustentar o crescimento econômico e ampliar a competitividade do país.

“A prioridade é diversificar mercados, avançar em novos acordos e fortalecer a indústria brasileira, com desburocratização e melhoria do ambiente de negócios. É preciso garantir segurança jurídica, previsibilidade econômica e estabilidade política para atrair investimentos”, concluiu.

Diálogo amplo

Durante a cerimônia de transmissão de cargo, o vice-presidente Geraldo Alckmin destacou o diálogo com o setor produtivo como base das políticas do MDIC e citou a criação da Nova Indústria Brasil (NIB) como resultado desse processo.

“Esse diálogo foi fundamental para a gente errar menos e acertar mais”, disse.

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Alckmin também citou iniciativas como a Lei do Combustível do Futuro, a depreciação acelerada e o programa Mover, que classificou como indutor de investimentos privados, voltadas à inovação, sustentabilidade e competitividade da indústria.

Ao final, mencionou os recordes de exportações e os acordos comerciais do Mercosul, com potencial de geração de emprego e renda.

“Isso abre uma avenida de oportunidades para transformar crescimento em emprego, renda e maior produção”, avaliou.

No encerramento, desejou sucesso ao novo ministro.

“Esse ministério não poderia estar em melhores mãos. O Márcio é um craque”, concluiu.

Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços

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ECONOMIA

MDIC lança Agenda Brasil Mais Competitivo com 24 projetos

O Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) lançou nesta terça-feira (24) a Agenda Brasil Mais Competitivo, iniciativa que reúne 24 projetos prioritários voltados ao fortalecimento da competitividade da economia brasileira. Coordenada pela Secretaria de Competitividade e Política Regulatória (SCPR), a estratégia tem potencial de gerar uma economia estimada em R$ 341,6 bilhões por ano.

A Agenda Brasil Mais Competitivo sucede a Agenda de Redução do Custo Brasil e amplia sua abrangência, agregando fatores que influenciam a competitividade nacional. As propostas contemplam temas relacionados à melhoria regulatória, transformação digital, inovação, inserção internacional e ambiente de negócios.

Durante o lançamento, o ministro do MDIC, Márcio Elias Rosa, destacou a importância de consolidar a busca de competitividade como política de Estado.

“Não ter uma agenda como essa, como política do Estado, custa muito para o país. Porque, se nós ficarmos com um hiato de algum período de hesitação num tema como esse, esse hiato se trunca. Você destrói muito em poucos anos e reconstrói em um número infinito de anos”, afirmou.

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Márcio Elias Rosa lembrou que a indústria brasileira voltou a crescer após 14 anos de queda. “A Nova Indústria Brasil foi construída para ser uma política de Estado, orientada por seis missões que apontam o caminho para o desenvolvimento produtivo do país”, disse.

Três eixos para aumentar a competitividade

Os projetos estão organizados em três eixos de atuação: infraestrutura, insumos básicos e ambiente jurídico-regulatório.

O secretário de Competitividade e Política Regulatória do MDIC, Pedro Ivo, ressaltou que a nova carteira reúne ações de melhoria do ambiente de negócios, de aumento da produtividade e de redução de entraves ao desenvolvimento.

“A Agenda consolida um conjunto de iniciativas construídas em diálogo com a sociedade e o setor produtivo. São medidas voltadas à modernização do ambiente regulatório, ao aumento da eficiência econômica e à criação de condições mais favoráveis para investir e produzir no Brasil”, afirmou.

Propostas

Os 24 projetos que integram a Agenda Brasil Mais Competitivo foram selecionados a partir de consulta pública realizada por meio da plataforma Brasil Participativo entre março e maio deste ano. Ao todo, foram recebidas 273 contribuições.

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Participaram do lançamento a secretária de Economia Verde, Descarbonização e Bioindústria do MDIC, Júlia Cruz; o secretário adjunto da Secretaria de Articulação e Monitoramento da Casa Civil, Rodrigo Fonseca; além de representantes da Casa Civil, do BNDES, da CNI, da CNT e do Movimento Brasil Competitivo (MBC).

>> Confira a carteira completa.

Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços

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