ECONOMIA

Industrialização da reciclagem no DF terá investimentos de R$ 16,9 milhões

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As cooperativas de reciclagem do Distrito Federal ganharam um importante auxílio para industrialização da produção nesta terça-feira (06/05). O Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), por meio da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), lançou o programa Coopera+, com investimentos de R$ 16,9 milhões, ao longo de dois anos, para aquisição de equipamentos, além de consultorias em processos produtivos, logística e economia circular, que beneficiará cerca de 1.100 catadores.

“Nós geramos emprego e renda através da reciclagem”, afirmou o vice-presidente e ministro do MDIC, Geraldo Alckmin. “Com as ações de hoje, vamos melhorar a renda das catadoras e catadores, com agregação de valor, fortalecimento das cooperativas e entregas diretas para a indústria, o que melhora não só a economia, já que a reciclagem torna os produtos mais baratos, como o meio ambiente, visto se tratar de uma atividade que gasta menos energia e produz menos gases de efeito estufa”, argumentou.

O ministro ainda destacou o apoio dado à categoria pelo governo federal, desde o início do atual mandato, por meio de diversas ações que valorizam a reciclagem, como abertura de crédito por meio do BNDES, Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal, e do aumento do imposto para resíduos, por exemplo.

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“Com esse projeto, vamos dar um salto na qualidade das cooperativas do Distrito Federal”, destacou o secretário de Economia Verde, Descarbonização e Bioindústria do MDIC, Rodrigo Rollemberg. A expectativa é de que a iniciativa fortaleça a economia circular, com um incremento de 15% a 30% da produtividade da coleta, triagem e tratamento de resíduos passíveis de reciclagem, aumento de renda dos catadores de até 20% e aumento de 10% a 15% no número de trabalhadores, com abertura de até 150 novos postos de trabalho formais.

Para o presidente da ABDI, Ricardo Cappelli, o auxílio dado às cooperativas de reciclagem refletirá numa maior produtividade, capaz de fornecer subsídios às grandes indústrias. “São pequenas indústrias como essa, da reciclagem, que movem toda a cadeia. É o material reciclado que alimenta a indústria química e de insumos, por exemplo”, ressaltou Cappelli.

Os convênios assinados durante o lançamento do projeto contemplarão três redes de Cooperativas: a Central de Cooperativas de Materiais Recicláveis do DF e Entorno (com 22 filiadas); a Central de Cooperativas de Trabalho – Rede Alternativa (6 filiadas) e a Central das Cooperativas de Catadores e Catadoras (7 filiadas).

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Confira abaixo as principais entregas do projeto:

 

  • 23 Caminhões para coleta seletiva;
  • 2 Equipamentos Compactadores;
  • 12 Conteineres;
  • 1 Equipamento de Roll on Roll off,
  • 1 Prensa;
  • 4 esteiras e plataformas para triagem dos resíduos;
  • 2 Mini Pás Carregadeiras; Empilhadeira;
  • 60 Carrinhos Porta Big Bag, Sistemas de Pesagem;
  • e Consultorias em Processos Produtivos, Logística e Economia Circular.

Além de gerar impactos sociais e econômicos para as cadeias de valor, o projeto ainda poderá ser usado de modelo pelo MDIC para ser replicado em outras regiões do Brasil.

Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços

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ECONOMIA

Governo promove audiência pública para discutir combate à pirataria e venda de produtos irregulares em plataformas digitais

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O governo federal promove na próxima segunda-feira (14/9), audiência pública para discutir os desafios no combate à comercialização de produtos falsificados, contrafeitos, pirateados, contrabandeados e irregulares em plataformas digitais.

Entre os organizadores da audiência está Conselho Nacional de Combate à Pirataria e aos Delitos contra a Propriedade Intelectual (CNCP), que tem a participação da Secretaria de Competitividade e Política Regulatória (SCPR) Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC).

A iniciativa terá formato híbrido, com participação presencial e on-line, e visa reunir diferentes setores envolvidos no comércio eletrônico para coletar contribuições e subsidiar o aprimoramento das políticas públicas de enfrentamento ao mercado ilícito no ambiente digital.

Também estão na organização da audiência o Comitê Técnico de Infraestrutura da Qualidade (CTIQ) do Conselho Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Conmetro); a Secretaria Nacional de Direitos Digitais do Ministério da Justiça e Segurança Pública; e a Secretaria de Políticas Digitais da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República.

Novo cenário

A expansão do comércio eletrônico ampliou a circulação de produtos no ambiente digital, mas também abriu novas possibilidades para a oferta de mercadorias adulteradas, falsificadas, pirateadas, contrabandeadas ou comercializadas em desacordo com normas brasileiras de produção, registro, certificação, autorização, rotulagem, rastreabilidade e comercialização.

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O problema ultrapassa a proteção da propriedade intelectual. Segundo o edital que convocou a audiência, a venda desses produtos pode produzir impactos sobre a proteção e a segurança dos consumidores, a saúde pública, a conformidade dos produtos, a arrecadação tributária, a concorrência e a efetividade das políticas públicas de prevenção e repressão ao mercado ilícito, além de afetar a vigilância de mercado.

Serviço

Audiência pública sobre a comercialização de produtos contrafeitos e irregulares em plataformas digitais

Data: 14 de setembro de 2026

Horário: 9h às 17h

Local: Auditório Tancredo Neves – Palácio da Justiça – Brasília (DF)

Formato: híbrido, com participação presencial e on-line, pelo canal do YouTube @MJSPgov

Os interessados em acompanhar a audiência como ouvintes deverão realizar inscrição por formulário eletrônico disponibilizado nos sites do Conselho Nacional de Combate à Pirataria e do Portal Único da Infraestrutura da Qualidade (Combate à Pirataria — Ministério da Justiça e Segurança Pública). O formulário ficará disponível por dez dias corridos a partir da publicação do edital (https://forms.gle/GNXuwDFpVtsHX7jN7) . As vagas presenciais estarão condicionadas à capacidade do local, e a participação remota observará os limites técnicos da plataforma utilizada.

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Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços

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