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Temporizadores chegam aos semáforos de Cuiabá após ação de vereador

Gabriel Franco – Assessoria vereador Dilemário Alencar&nbsp

Após anos de reivindicações do vereador Dilemário Alencar (União Brasil), a Prefeitura Municipal de Cuiabá, por meio da Secretaria de Mobilidade Urbana (Semob) comandada pela coronel Francianne, iniciou a instalação de temporizadores em semáforos com botoeira em pontos estratégicos da cidade. A medida chega para aumentar a segurança no trânsito e reduzir acidentes causados por freadas bruscas.
Semáforos como os da Avenida Miguel Sutil, próximo ao Hospital Santa Rosa da Avenida do CPA, em frente ao CREA, e o próximo ao supermercado Comper, operavam sem temporizador. Com apenas quatro segundos entre o sinal amarelo e o vermelho, muitos condutores eram obrigados a frear bruscamente, gerando colisões e multas.
Com a colaboração da Semob, o primeiro semáforo a receber o temporizador foi na Avenida Miguel Sutil, próximo ao Hospital Santa Rosa. Nas próximas semanas, os outros pontos serão equipados.
O temporizador funciona como um cronômetro regressivo, mostrando aos motoristas e pedestres quanto tempo falta para a mudança do sinal. Já a botoeira permite que pedestres solicitem a travessia de forma segura.
O vereador Dilemário Alencar comemorou a conquista e reforçou que a ação é resultado de uma luta antiga para atender aos motoristas e pedestres de Cuiabá, garantindo mais segurança e evitando multas injustas.

Fonte: Câmara de Cuiabá – MT

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CUIABÁ

Justiça suspende despejo de famílias em Cuiabá após agravo da Prefeitura

A Prefeitura de Cuiabá conseguiu uma liminar junto ao Poder Judiciário de Mato Grosso para suspender a desocupação de quase 500 unidades habitacionais no Residencial Villas das Minas e nos condomínios Lavras do Sutil I e II, em Cuiabá. A medida foi concedida pelo desembargador Rodrigo Roberto Curvo após recurso apresentado pela Prefeitura, por meio da Procuradoria-Geral do Município e reunião do prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini na tarde desta sexta-feira (17)

O Agravo de Instrumento com pedido de efeito suspensivo foi protocolado na tarde de hoje e acompanhado do procurador-geral, Luiz Antônio Araújo Jr, e do procurador-geral adjunto, Rober Caio Ribeiro. No encontro o gestor municipal defendeu a suspensão imediata da ordem de desocupação para garantir o avanço da regularização fundiária.

Ao analisar o pedido, o magistrado reconheceu o risco social da retirada coletiva e deferiu parcialmente a liminar. “Defiro parcialmente o efeito suspensivo pleiteado, exclusivamente para suspender a eficácia da ordem de imissão na posse coletiva contida na decisão agravada”, destacou na decisão.

Na prática, a medida impede, neste momento, a desocupação de cerca de 496 unidades habitacionais ocupadas há mais de duas décadas, evitando impacto direto sobre famílias em situação de vulnerabilidade.

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O recurso apresentado pela Procuradoria também solicita a retomada do processo de Regularização Fundiária Urbana de Interesse Social (REURB-S), a suspensão de sanções impostas ao Município e o encaminhamento do caso à Comissão de Soluções Fundiárias, com base em diretrizes do Conselho Nacional de Justiça para garantir tratamento humanizado.

Apesar da decisão favorável quanto à suspensão do despejo, o desembargador optou por não analisar, neste momento, o mérito completo da ação, mantendo a paralisação da REURB até manifestação da relatora natural do caso.

Durante a agenda no Tribunal, o prefeito destacou que a prioridade da gestão é assegurar o direito à moradia. “Nós viemos ao Tribunal de Justiça apresentar o nosso recurso e reforçar que o nosso objetivo não é retirar ninguém. O que queremos é garantir a regularização dessas áreas, dar segurança jurídica para essas famílias e assegurar o direito à moradia”, afirmou.

A decisão está alinhada a recomendações da Corregedoria-Geral da Justiça e a entendimentos do Supremo Tribunal Federal sobre conflitos fundiários coletivos, priorizando soluções que evitem despejos em massa sem análise social prévia.

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Com a liminar, o Município ganha fôlego para buscar uma solução definitiva para a área, enquanto o processo segue para análise da desembargadora relatora.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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