CUIABÁ
Servidoras da Ordem Pública participam de palestra sobre saúde emocional no Outubro Rosa
As servidoras da Secretaria de Ordem Pública (Sorp) participaram de uma palestra com o tema “Mulher: para além da saúde física. Seja sua melhor versão!”, ministrada pela terapeuta cristã Francismary Amorim, que também é servidora da Pasta. a agenda foi realizada na última sexta-feira (3).
Segundo a secretária de Ordem Pública, Juliana Palhares, o encontro que integrou a programação do Outubro Rosa incentiva a valorização da saúde física e emocional das mulheres. Para ela, o momento de reflexão é fundamental para despertar a importância de cuidar da mente e do corpo
“Queremos que as servidoras também se dediquem a cuidar de sua saúde. É preciso reservar tempo para uma consulta médica, para exames de rotina, essenciais para detectar precocemente alterações que podem evoluir para um câncer. Esses cuidados aumentam as chances de tratamento e de cura. Temos que cuidar umas das outras”, destacou Juliana.
A secretária-adjunta do Procon, Mariana Borges, também participou ao lado de outras 80 mulheres da ação, que contou com a entrega de informativos sobre prevenção, lembrancinhas de espelhinhos de autorreflexão, além de lacinhos alusivos ao Outubro Rosa.
Durante a palestra, Francismary destacou aspectos da saúde emocional no contexto de valorização da vida, apresentando reflexões sobre como uma existência com propósito contribui para a estabilidade emocional, a capacidade de lidar com sentimentos e a resiliência diante dos desafios. Ela também trouxe elementos da logoterapia, abordagem que auxilia no encontro de sentido e motivação, e explicou sobre os diferentes temperamentos sanguíneo, colérico, melancólico e fleumático como ferramentas para o autoconhecimento e fortalecimento pessoal.
#PraCegoVer
A imagem que ilustra a matéria mostra as participantes da palestra realizada no auditório da Secretaria.
Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT
CUIABÁ
Base e oposição protocolam CPIs para investigar suposto rombo de R$ 80 milhões na Educação de Cuiabá
Câmara Municipal recebe dois pedidos de CPI após denúncias de irregularidades em contratos de livros, materiais didáticos e compras da Secretaria de Educação
A crise envolvendo a Secretaria Municipal de Educação de Cuiabá ganhou novos desdobramentos políticos nesta quinta-feira (28) após vereadores da base aliada e da oposição protocolarem pedidos de abertura de Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar um suposto rombo de R$ 80 milhões denunciado pelo prefeito Abilio Brunini (PL).
Os requerimentos foram apresentados um dia após a gestão municipal revelar suspeitas de irregularidades em contratos ligados à compra de materiais didáticos, livros e outros insumos pedagógicos durante a administração do ex-secretário Amauri Monge.
O primeiro pedido foi protocolado pelo vereador Demilson Nogueira (PP), integrante da base do prefeito. Poucos minutos depois, a vereadora Maysa Leão (Republicanos), da oposição, também apresentou um requerimento próprio para investigação dos contratos da Educação.
Os dois pedidos ultrapassaram o número mínimo de assinaturas necessárias para instalação da CPI, aumentando ainda mais a pressão política sobre a Prefeitura e sobre ex-integrantes da Secretaria Municipal de Educação.
No requerimento apresentado por Demilson, o parlamentar pede a instauração da chamada “CPI da Educação” por um período inicial de 120 dias, com objetivo de investigar possíveis irregularidades, fraudes, sobrepreços, direcionamentos contratuais e danos ao erário envolvendo contratos administrativos, licitações, adesões a atas e compras de materiais pedagógicos.
O documento também cita denúncias envolvendo livros produzidos com uso de inteligência artificial e comercializados por cerca de R$ 800 a unidade, situação que, segundo o vereador, pode indicar desperdício de recursos públicos e eventual superfaturamento.
Já o pedido protocolado pela vereadora Maysa Leão amplia o escopo da investigação e busca apurar contratos, aquisições, reformas, fornecimentos e prestações de serviços vinculados à Secretaria Municipal de Educação entre os anos de 2021 e 2026.
A oposição também quer investigar denúncias relacionadas à precariedade das escolas municipais, atraso na entrega de uniformes, ausência de climatização adequada nas unidades de ensino e possíveis incompatibilidades entre os valores contratados e a estrutura encontrada nas escolas da Capital.
Nos bastidores, a abertura simultânea de pedidos de CPI por vereadores da base e da oposição foi interpretada como um sinal de que o escândalo da Educação ultrapassou barreiras partidárias e passou a gerar preocupação generalizada dentro da Câmara Municipal.
A crise teve início após o prefeito Abilio Brunini afirmar que a própria gestão identificou indícios de ilegalidades na Secretaria de Educação e que uma investigação interna já vinha sendo conduzida há cerca de 90 dias.
Com a oficialização dos pedidos de CPI, a tendência é de que o caso se transforme em uma das maiores crises políticas da atual legislatura, ampliando o desgaste da gestão municipal e elevando a pressão por responsabilizações administrativas e políticas nos próximos meses.
Fonte: olhar direto
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