CUIABÁ
Nova Planta Genérica de Valores para 2023 é debatida em audiência pública e técnicos citam justiça fiscal
Técnicos da Prefeitura de Cuiabá e o secretário de Governo do município, Luis Claudio, participaram da audiência pública na Câmara Municipal da capital, que debateu a atualização da Planta Genérica de Valores (PGV) para 2023. O instrumento permite corrigir distorções nos valores venais dos imóveis da capital. A última atualização da PGV ocorreu em 2010.
Para a proposição, a gestão municipal criou a Comissão de Revisão da Planta de Valores Genéricos de Cuiabá que conta com a participação de distintos segmentos da sociedade civil para subsidiar a elaboração do projeto que está sendo analisado pelos parlamentares do município.
O técnico responsável pelo projeto e engenheiro civil, Marcos Tadeu, agradeceu o apoio das entidades envolvidas que ajudaram a elaborar à atualização da Planta Genérica. Lembrou que as modificações realizadas atendem a exigência do Tribunal de Contas do Estado (TCE) e do Código Tributário Municipal, que exige essa reparação a cada 3 anos. Reforçou que a nova Planta permitirá corrigir distorções nas valorizações e desvalorizações ocorridas em cada região da cidade nos últimos 12 anos.
“Quero agradecer às entidades que participaram na elaboração, o que vem a contribuir muito com Cuiabá e os munícipes. Nós sabemos que os trabalhos realizados para esse relatório visam corrigir distorções que existiam na planta de 2010, que foi elaborada no auge da Copa do Mundo, onde nós tínhamos setores super valorizados. Depois da Copa, depois da construções dos viadutos, sofreram desvalorização. Assim como temos setores valorizados que na época não tinham influência como hoje, como é o caso da região da Avenida das Torres. Essa nova planta vai corrigir essas distorções, e fazer equidade fiscal e não podemos fazer essa atualização linear para cidade toda, temos cenários distintos em várias regiões”, explicou Tadeu. Ele ainda assegurou que o Imposto Predial e do Imposto Territorial Urbano (IPTU) de 2023 não sofrerá aumento, somente a correção limitada à inflação.
Thiago Semensato, auditor fiscal da Prefeitura, durante a apresentação na Casa de Leis, explicou que o IPTU é calculado pelo valor venal do imóvel, que é determinado pela edificação e valor do terreno.
“Queremos trazer equidade fiscal, justiça fiscal. Realizamos 22 reuniões com representantes de diversos segmentos. Não podemos ter imóveis de luxo sendo tributados na mesma forma de imóveis populares. Têm imóveis que não existiam em 2010 e hoje, existem. O objetivo da planta é trazer os valores atuais”, explicou ele.
O secretário de Governo, Luis Claudio, lembra que todas as mudanças e decisões da gestão são pautadas em ouvir e debater com os segmentos e setores envolvidos.
“Estamos sempre de portas abertas criando e mantendo o diálogo com a sociedade civil, das classes representativas. Isso é uma marca da gestão, se chama respeito. Mesmo na pandemia, onde nenhum gestor no mundo estava preparado para a maior crise sanitária da história, onde tivemos que enfrentar que em parte colapsou a saúde pública e privada, mas, sempre tivemos um contato com uma sintonia perfeita com todos os segmentos. Essa revisão já era um compromisso com os setores. Cuiabá mudou, avançou. Tem muita coisa defasada e algumas características de área também mudaram, é visível, latente. Agora, estamos recebendo esse relatório e quero parabenizar nossos técnicos, a sociedade civil que ajudaram no desenvolvimento da nossa cidade. Vamos fazer as últimas análises, corrigir algumas distorções e nada impede que possamos melhorar ainda mais esse texto que vai virar um projeto de lei, que vai preparar Cuiabá para os novos tempos que já estamos vivendo”, completou.
A audiência foi solicitada pelo vereador Mário Nadaf (PV), que presidiu a sessão.
Fonte: Prefeitura de Cuiabá MT
CUIABÁ
Márcia Pinheiro segue internada na UTI em São Paulo um mês após sofrer AVC
Ex-primeira-dama de Cuiabá passou por cirurgia para retirada de malformação arteriovenosa cerebral; equipe médica iniciou redução da sedação
Márcia Pinheiro, de 58 anos, segue internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Beneficência Portuguesa, em São Paulo, cerca de um mês após sofrer um acidente vascular cerebral (AVC) em sua residência, no dia 13 de setembro. Segundo informações divulgadas pelo portal FolhaMax, a equipe médica iniciou o processo de retirada da sedação.
De acordo com uma fonte próxima à família, os médicos estão tentando reduzir a sedação, mas o procedimento ocorre de forma gradual e exige acompanhamento clínico. A evolução do quadro depende das avaliações realizadas pela equipe responsável pelo tratamento.
Após sofrer o AVC, Márcia foi levada inicialmente a um hospital de Cuiabá, onde passou por uma cirurgia de emergência. Posteriormente, no dia 24 de setembro, a família decidiu transferi-la para São Paulo, em busca de continuidade do tratamento especializado.
Seis dias após chegar à nova unidade hospitalar, ela foi submetida a outra cirurgia, desta vez para a retirada de uma malformação arteriovenosa cerebral (MAV), apontada como a causa do acidente vascular cerebral.
O processo de redução da sedação é realizado mediante avaliação médica criteriosa. Durante essa etapa, os profissionais acompanham as respostas neurológicas da paciente e verificam as condições necessárias para eventuais mudanças no suporte respiratório, conforme sua evolução clínica.
Família mantém esperança na recuperação
O deputado federal Emanuelzinho Pinheiro (PSD), filho de Márcia, publicou nas redes sociais uma fotografia da infância ao lado da mãe e da tia. Na legenda, demonstrou esperança na recuperação e no reencontro com a família.
“Deus está cuidando e creio que logo logo estaremos juntos novamente ainda nessa Terra”, diz um trecho da mensagem publicada pelo parlamentar.
Márcia Pinheiro é esposa do ex-prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (PSD), e teve atuação pública como primeira-dama da capital mato-grossense durante a gestão do marido, entre 2017 e 2024.
Em 2022, ela disputou o Governo de Mato Grosso pelo Partido Verde (PV). Na ocasião, recebeu 267.172 votos, equivalentes a 16,41% do total, e terminou a disputa na segunda colocação.
-
AGRONEGÓCIO6 dias atrásNova bancada deve priorizar o crédito rural e a previsibilidade para o financiamento
-
AGRONEGÓCIO6 dias atrásMercado externo absorve mais 6,3 milhões de toneladas de soja brasileira
-
ECONOMIA5 dias atrásJustiça determina penhora de 4,3 mil cabeças de gado para quitar dívida de R$ 9,2 milhões com advogados em MT
-
Sinop5 dias atrásPrefeitura de Sinop avança na proteção às mulheres com conquista de Centro de Referência da Mulher Brasileira
-
POLÍTICA MT7 dias atrásDeputados de MT fecham aliança com Flávio Bolsonaro para o 2º turno
-
ECONOMIA6 dias atrásSelo de Boas Práticas Regulatórias recebe número recorde de atos em 2026
-
AGRONEGÓCIO5 dias atrásCrédito rural para a agricultura empresarial soma R$ 107,1 bilhões nos três primeiros meses da safra 2026/2027
-
POLÍTICA MT5 dias atrásMDB confirma apoio a Flávio Bolsonaro no segundo turno e prepara anúncio oficial para terça-feira (13)

