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Lista com novos aprovados no concurso da Limpurb é publicada na Gazeta Municipal desta quinta-feira (13)

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A Empresa Cuiabana de Zeladoria e Serviços Urbanos (Limpurb) convocou mais sete candidatos aprovados no concurso público realizado pela gestão Emanuel Pinheiro em 2022. O chamamento foi publicado na edição da Gazeta Municipal desta quinta-feira (13) e o prazo para comparecimento e assinatura do contrato é de 10 dias.

A lista abrange os cargos de engenheiro sanitário; auxiliar de atendimento de emplacamento urbano; técnico administrativo; técnico de segurança do trabalho; técnico administrativo de serviços funerários; e analista de tecnologia. Os convocados devem comparecer na sede da Limpurb, situada na Avenida Fernando Corrêa da Costa, n.º 433, Bairro São Francisco.

Na publicação da Gazeta Municipal consta ainda a relação de todos os documentos que precisam ser apresentados para efetivação da posse. Além disso, destaca que o não comparecimento dentro do prazo estabelecido será considerado desistência da vaga e resultará na convocação imediata do candidato classificado na sequência.

O CONCURSO

O primeiro concurso público da Limpurb foi elaborado com o intuito de preencher 118 vagas para contratação em cargos de níveis médio, técnico e superior, além de cadastro de reserva. A seleção dos candidatos ocorreu por meio de prova objetiva de conhecimentos básicos, gerais e específicos, que contou com a participação de mais de 19 mil pessoas.

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Os salários para os aprovados variam de R$ 2,5 mil a R$ 8 mil, respeitando o nível para o qual o candidato se inscreveu e também seguindo o Plano de Cargos, Carreiras e Salário (PCCS).

Confira abaixo a lista de convocados

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Prefeitura remove edificações desocupadas em área de nascentes após recomendações do Ministério Público

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A Prefeitura de Cuiabá realizou, na manhã desta quinta-feira (27), uma nova ação de fiscalização e remoção de edificações irregulares no Loteamento Residencial Ilza Terezinha Picoli Pagot e entorno. A atuação ocorre em cumprimento a recomendações e notificações do Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT), que orientam o poder público a exercer seu papel constitucional e legal na proteção do meio ambiente, do patrimônio público e da segurança da população.

Durante a operação, realizada de forma coordenada pela Secretaria de Ordem Pública, com apoio da Polícia Militar e demais órgãos envolvidos, cerca de oito edificações desocupadas foram demolidas. As estruturas eram de alvenaria, muros e obras ainda em construção. Conforme levantamento realizado pelos órgãos municipais, não havia moradores nos imóveis no momento da intervenção. Nenhuma família foi retirada de residência habitada.

A área possui nascentes e características de área úmida, com presença de minas d’água, além de solo arenoso e suscetível a processos erosivos e alagamentos. O local está inserido em área de preservação permanente (APP), que possui legislação específica e restritiva justamente para garantir a proteção dos recursos hídricos e das nascentes.

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Laudo elaborado pela Defesa Civil Municipal também classificou a região como de alto risco hidrológico. Segundo os estudos técnicos, as condições do terreno podem provocar erosões, alagamentos e comprometer a segurança de edificações instaladas no local. Por se tratar de área ambientalmente protegida e de risco, a ocupação também apresenta restrições para eventual regularização fundiária.

Ao comentar a atuação, o prefeito Abílio Brunini reforçou que o Município não apoia novas ocupações irregulares e que a Prefeitura está cumprindo determinações e orientações dos órgãos de controle e do sistema de Justiça. “Não invadam área pública, privada, área de proteção permanente, área de praça, qualquer equipamento público ou privado. Se invadir, infelizmente, teremos de agir para proteger o direito à propriedade e o bem público”, afirmou.

O prefeito também destacou que a fiscalização não tem como objetivo retirar famílias de imóveis habitados sem o devido atendimento. “Se tivesse alguma família dentro, ela teria o apoio”, afirmou, ao explicar que as estruturas demolidas durante a ação foram previamente verificadas e estavam desocupadas.

A Prefeitura ressalta que o combate às ocupações irregulares ocorre especialmente em áreas públicas, propriedades privadas e locais ambientalmente protegidos, em atendimento às recomendações e notificações do Ministério Público e às determinações judiciais. A legislação estabelece proteção especial para áreas de nascentes e APPs, restringindo intervenções que possam causar degradação ambiental.

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Nos casos em que houver famílias em situação de vulnerabilidade eventualmente afetadas por ações de desocupação, o Município prevê atendimento individualizado por meio do Comitê Intersetorial de Gestão de Desocupações de Áreas Públicas (CIGDAP), com participação das secretarias de Assistência Social e Habitação e encaminhamento à rede de proteção social.

A medida reforça a atuação integrada do poder público para impedir novas ocupações em áreas ambientalmente protegidas e de risco, preservar as nascentes e garantir o cumprimento das normas ambientais, urbanísticas e das orientações dos órgãos de controle.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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