AGRONEGÓCIO

Sistema CNA/Senar participa de transmissão de cargo no Ministério da Agricultura


Brasília (31/03/2022) – O diretor-geral do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), Daniel Carrara, participou da cerimônia de transmissão de cargo no Ministério da Agricultura, na quinta (31). Ele representou o presidente do Sistema CNA/Senar, João Martins, no evento.

O 1º vice-presidente de Secretaria da CNA e presidente da Federação da Agricultura e Pecuária da Paraíba (Faepa), Mário Borba, também participou do evento. A solenidade também contou com a presença do ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Luiz Eduardo Ramos, além de parlamentares, lideranças do agro e representantes do governo.

Ao discursarem na cerimônia, Tereza Cristina e Marcos Montes agradeceram as parcerias com o Sistema CNA/Senar nos últimos anos em vários projetos e destacaram a importância de dar continuidade às ações conjuntas para o fortalecimento do agro.

Marcos Montes, que era secretário-executivo da pasta, substitui Tereza Cristina, que ficou três anos e três meses à frente da pasta e deixa o cargo para disputar as eleições deste ano. A legislação eleitoral prevê que integrantes do Poder Executivo concorrentes a um cargo público eletivo devem se desincompatibilizar do governo.

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Da esquerda para a direita, Tereza Cristina, Marcos Montes e Luiz Eduardo Ramos

O novo ministro é médico e produtor rural. Foi prefeito de Uberaba (MG) e deputado federal por três mandatos, tendo uma trajetória política também marcada pela defesa dos interesses do setor agropecuário brasileiro, tanto no Congresso Nacional, onde foi presidente da Comissão de Agricultura da Casa, quanto na presidência da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA).

Ele ocupava a Secretaria-Executiva do Mapa desde fevereiro de 2019. Pela manhã, foi empossado pelo presidente da República, Jair Bolsonaro.

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Fonte: CNA Brasil

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AGRONEGÓCIO

Mistura maior de biodiesel e etanol entra na pauta do CNPE

O avanço dos biocombustíveis volta ao centro da política energética com a possibilidade de aumento da mistura obrigatória no diesel e na gasolina. A proposta de elevar o biodiesel para 17% (B17) e o etanol para 32% (E32) deve ser analisada na reunião do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE), marcada para a próximo próxima quinta-feira (07.05), e pode ampliar a demanda por matérias-primas do agro e reforçar a posição do País na transição energética.

A defesa do aumento foi formalizada por parlamentares ligados ao setor produtivo, em articulação da Coalizão dos Biocombustíveis. O grupo reúne lideranças da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) e da Frente Parlamentar do Biodiesel, que veem na medida uma resposta à volatilidade dos preços internacionais de energia e uma oportunidade de expansão do mercado interno para combustíveis renováveis.

Na prática, a elevação das misturas tem efeito direto sobre cadeias como soja e milho — bases para a produção de biodiesel e etanol, ao ampliar o consumo doméstico e estimular novos investimentos industriais. Além disso, reduz a dependência de combustíveis fósseis importados, especialmente em momentos de alta do petróleo no mercado internacional.

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O Ministério de Minas e Energia (MME) já sinalizou apoio à ampliação da mistura de etanol. Segundo a pasta, testes técnicos validaram a viabilidade de avanço do atual patamar para o E32, dentro de uma estratégia que também busca levar o País à autossuficiência em gasolina.

Hoje, os percentuais obrigatórios estão em 30% de etanol na gasolina (E30) e 15% de biodiesel no diesel (B15), definidos pelo próprio CNPE. Qualquer alteração depende de deliberação do colegiado, que assessora a Presidência da República na formulação de diretrizes para o setor energético.

Além do impacto econômico, o argumento central do setor está na segurança energética. Com maior participação de biocombustíveis, o Brasil reduz a exposição a choques externos, como oscilações no preço do petróleo, que recentemente voltou a subir no mercado internacional e ganha previsibilidade no abastecimento.

O tema também tem peso ambiental. A ampliação das misturas contribui para a redução de emissões de gases de efeito estufa e reforça compromissos assumidos pelo País em acordos internacionais, ao mesmo tempo em que consolida a vantagem competitiva brasileira na produção de energia de base renovável.

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Por outro lado, a decisão envolve equilíbrio entre oferta, demanda e impactos sobre preços. O governo avalia o momento adequado para avançar, considerando o cenário de combustíveis, a capacidade produtiva do setor e os reflexos sobre inflação e abastecimento.

Se aprovado, o aumento das misturas tende a fortalecer a integração entre energia e agronegócio, ampliando o papel do campo não apenas como produtor de alimentos, mas também como fornecedor estratégico de energia no mercado interno.

Fonte: Pensar Agro

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