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“Exporta mais Brasil” completa um ano gerando R$ 469 milhões em negócios

programa Exporta Mais Brasil, criado pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), completou um ano agora em agosto. Durante esse período, o programa promoveu 5.145 rodadas de negócios entre compradores internacionais e empresas brasileiras, gerando uma expectativa de R$ 469 milhões em novos negócios. Até agora, 738 empresas foram beneficiadas por essa iniciativa, que se tornou o maior programa de incentivo às exportações brasileiras.

O vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, destaca a importância das exportações para o crescimento das empresas brasileiras.

“Estamos batendo recordes de exportação e atingindo o maior saldo da balança comercial. Queremos que mais empresas, incluindo pequenas e médias, tenham a oportunidade de exportar”, afirmou Alckmin, ressaltando o trabalho da ApexBrasil em promover a exportação por meio de iniciativas como o Exporta Mais Brasil.

Segundo o presidente da ApexBrasil, Jorge Viana, o programa tem sido uma das principais ações desde que ele assumiu a agência. “Completar um ano com resultados tão expressivos demonstra o acerto da nossa estratégia. Estamos visitando empreendimentos em todo o país, conversando com empresários e promovendo negócios com compradores dos cinco continentes”, disse Viana.

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Ele também destacou o compromisso da ApexBrasil em fortalecer setores produtivos locais, especialmente nas regiões Norte e Nordeste, com foco em pequenas e médias empresas e em negócios liderados por mulheres.

O programa Exporta Mais Brasil se destaca por aproximar compradores internacionais de empresas brasileiras, permitindo que produtos e serviços de diversos setores alcancem novos mercados.

Fonte: Pensar Agro

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AGRONEGÓCIO

Zarc do milho é atualizado com nova classificação de solos e séries climáticas

O Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc) para a cultura do milho grão foi atualizado. As portarias com os novos zoneamentos foram publicadas no Diário Oficial da União (DOU) desta sexta-feira (10).

A atualização contempla revisão da classificação dos solos por capacidade de água disponível e atualização das séries históricas do clima. As alterações refletem, sobretudo, a crescente variabilidade climática e o aumento da frequência de ocorrência de eventos extremos nos últimos anos, como secas e excesso de chuvas. 

Para o cálculo do risco são utilizadas séries de 30 anos de dados meteorológicos, incluindo temperaturas máxima, mínima e média, precipitação e evapotranspiração de referência. Também são considerados parâmetros relacionados à cultura e às características dos solos.

Classes de águas disponíveis 

O estudo passa a utilizar seis classes de água disponível no solo, que variam de AD1 (baixa retenção) a AD6 (alta retenção de água), substituindo a classificação anteriormente baseada em três grupos de solos.

Segundo pesquisadores da Embrapa responsáveis pelos estudos do Zarc, a classificação por água disponível permite caracterizar de forma mais detalhada as condições dos diferentes ambientes de produção. A capacidade de armazenamento de água depende das características físicas do solo e não apenas de sua textura.

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Base climática

A atualização também incorpora novos dados meteorológicos às séries históricas utilizadas nos estudos, incluindo informações de chuva e temperatura provenientes de um número ampliado de estações meteorológicas.

As informações são utilizadas na definição das épocas de semeadura com menor risco climático para a cultura, considerando as condições observadas nas diferentes regiões produtoras do país.

Informações à imprensa
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Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária

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