AGRONEGÓCIO

Empreendedorismo no campo: Confecção de artesanato pode gerar renda extra ou única


O investimento para quem deseja começar gira em torno de R$ 334,00 para confecção de faixas pantaneiras.


Dentro do catálogo de cursos do Senar/MS é possível encontrar capacitações que podem auxiliar na renda extra ou oferecer alternativa para geração de receita mensal. São os cursos de Promoção Social em ‘Tecelagem Manual no Tear de Pente Liço’, e ‘Confecção de Faixas Pantaneiras’.

De acordo com a gerente educacional do Senar/MS, Luciana Baumhardt, para empreender é necessário ser resiliente, flexível, organizado, persuasivo e ter ambição. “Num primeiro momento é preciso saber se há oportunidade, se tem mercado para seu produto, segundo agregar valor, diferenciar, sobre um produto que já é conhecido e, terceiro, investir nas técnicas, se aperfeiçoar para produzir com qualidade e quantidade”, explica.

O investimento inicial para quem deseja começar na atividade de tecelagem manual no tear é de aproximadamente R$ 861,00. Com cerca de R$ 190,00 em matéria-prima é possível produzir 4 jogos de tapete para cozinha com valor individual de R$ 380,00 e 8 peças individuais com preço de R$ 120,00 para uma pessoa com experiência.

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Já a produção de faixas pantaneiras conta com um investimento inicial aproximado em R$ 334,00. O custo da matéria-prima fica em torno de R$ 230,00 reais para 10 faixas. Em um mês é possível confeccionar entre 10 e 12 unidades da faixa cobrando até R$ 80,00.

As ferramentas para produção das mercadorias, além do tear, são: fita-métrica, tesoura, agulha, chaves de fenda ou similares, régua, além de outros materiais.

Fonte: CNA Brasil

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AGRONEGÓCIO

Exportações de pescado caem 54% e setor se preocupa com novo tarifaço

A possibilidade de os Estados Unidos ampliarem em 25% as tarifas sobre produtos brasileiros exportados para o mercado norte-americano surge em um momento de retração das vendas externas da piscicultura. Dados do Departamento de Economia Rural (Deral) mostram que as exportações de pescados do Paraná caíram 54% no primeiro quadrimestre de 2026, totalizando cerca de 1,2 mil toneladas embarcadas.

O Paraná lidera a produção nacional de tilápia e concentra parte relevante das exportações brasileiras da espécie. Em 2025, o Brasil produziu cerca de 968 mil toneladas de peixes de cultivo, das quais aproximadamente 660 mil toneladas foram de tilápia, segundo dados da Peixe BR.

A tilápia respondeu por mais de 86% dos embarques paranaenses no período. Os Estados Unidos permanecem como principal destino do produto brasileiro, fator que aumenta a atenção do setor às discussões comerciais em andamento no mercado norte-americano.

O novo tarifaço dos EUA ainda está em fase de consulta pública e os produtos que poderão ser atingidos não foram oficialmente definidos. Mesmo assim, o tema já mobiliza exportadores de diferentes segmentos do agronegócio devido ao peso do mercado norte-americano nas vendas externas brasileiras.

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A queda registrada no Paraná interrompe uma trajetória de expansão observada nos últimos anos, período em que o Estado consolidou sua posição como principal produtor nacional de tilápia e ampliou sua participação nas exportações de pescado.

Representantes da cadeia produtiva avaliam que a definição sobre as tarifas poderá influenciar o ritmo dos embarques nos próximos meses, especialmente em segmentos com forte concentração de vendas para os Estados Unidos.

Fonte: Pensar Agro

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