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Emissão de certificados atrasa e causa prejuízo de R$ 6 bi no Porto de Santos

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O porto de Santos, o maior do Brasil, enfrenta longos atrasos na emissão de certificados fitossanitários para o embarque de grãos e no envio de cargas de açúcar, resultando em mais de 100 embarcações aguardando no porto com suas mercadorias.

Segundo cálculos da Associação Nacional dos Exportadores de Cereais do Brasil (Anec), esse impasse está custando aos exportadores de grãos cerca de R$ 5,89 bilhões em prejuízos.

O procedimento de emissão dos certificados, que costumava ser concluído em 48 horas, agora leva cerca de dez dias devido à escassez de fiscais agropecuários encarregados da liberação dos documentos.

Essa situação alarmante foi destacada pela associação. “O problema é grave. Estamos enfrentando uma sobrecarga significativa no número de fiscais do Ministério da Agricultura. Isso gera preocupação entre nossos associados, já que o pagamento pelo produto exportado só ocorre após a liberação do certificado”, afirmou um representante da Anec.

Para estimar o montante de cerca de R$ 5,89 bilhões, a Anec considerou um volume de exportação de soja projetado para este ano, totalizando 100 milhões de toneladas.

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Ao dividir esse volume pela quantidade de soja que um navio pode transportar (65 mil toneladas) e, em seguida, dividir pelo total de dias em um ano (365), chega-se a uma média de quatro navios por dia. Essa análise revela o impacto significativo desse atraso nos processos de exportação de grãos, afetando diretamente a economia do país.

Fonte: Pensar Agro

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Abertura de mercados para produtos brasileiros em Antígua e Barbuda, Chile, Argélia, China e Paraguai

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As autoridades sanitárias e fitossanitárias de Antígua e Barbuda, Chile, Argélia, China e Paraguai comunicaram ao Brasil a abertura de mercados para novos produtos brasileiros.

Para Antígua e Barbuda, está autorizada a exportação de carnes, produtos cárneos e miúdos de aves, bovinos, suínos, caprinos e ovinos.

Para o Chile, foi autorizada a exportação brasileira de extrato de carne de ruminantes para consumo humano.

Para a Argélia, está autorizada a exportação de grãos secos de destilaria (DDG) de milho brasileiro.

A China, por sua vez, autorizou a exportação de miúdos internos, pele e ossos de suínos de origem brasileira.

O Paraguai, por fim, autorizou a exportação brasileira de fibra de coco (substrato).

Informações à imprensa
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Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária

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