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Chuvas abundantes rebrotam o pasto e animam pecuaristas do RS

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Enquanto na região norte a seca já afeta mais de 600 mil pessoas, no outro extremo as chuvas em excesso têm impulsionado o crescimento exuberante das pastagens de azevém no Rio Grande do Sul, resultando em rebrotes expressivos, e animando os pecuaristas da região. A intensidade desse crescimento varia de acordo com a gestão da adubação e a carga animal nos pastos.

O Informativo Conjuntural da Emater/RS-Ascar, vinculado à Secretaria Estadual de Desenvolvimento Rural (SDR), ressalta que esse período também tem sido benéfico para o desenvolvimento das áreas de campo nativo, com boa exposição solar e um gradual aumento das temperaturas, após alguns dias mais frios.

O cuidadoso manejo da lotação tem contribuído para um avanço satisfatório nas taxas de crescimento. Em algumas regiões, no entanto, o excesso de chuvas chegou a impactar negativamente o aproveitamento das pastagens, tanto cultivadas quanto nativas.

As chuvas intermitentes e as temperaturas amenas representaram melhorias significativas no estado nutricional do rebanho de corte. Os animais estão recuperando suas condições corporais e desfrutando das áreas de campo nativo, que estão passando por um processo de regeneração.

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Neste período, destaca-se a fase de parições e o preparo das matrizes para a temporada reprodutiva. No que diz respeito à saúde, é necessário manter a atenção devido ao início das infestações por carrapato.

Em praticamente todas as regiões do Rio Grande do Sul, enfrentaram-se desafios no manejo do gado leiteiro e houve atrasos na implementação das pastagens de verão devido às chuvas abundantes.

Apesar das condições climáticas adversas, a saúde e a condição física dos bovinos se mantiveram estáveis. A desvalorização dos preços do leite tem gerado preocupação e estreitado as margens de lucro para os produtores, especialmente nesta época do ano, quando os preços costumam estar acima da média.

Fonte: Pensar Agro

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Com prazo do ITR no fim, produtores pedem mais 15 dias para declarar

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A Federação da Agricultura do Estado do Paraná (Faep) pediu à Receita Federal que prorrogue por 15 dias o prazo de entrega da Declaração do Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural (DITR) de 2026. A entidade afirma ter recebido relatos de travamentos, lentidão e dificuldade para concluir o envio. Até agora, o pedido não mudou o calendário: o prazo termina nesta quarta-feira (30.09), às 23h59, no horário de Brasília.

A solicitação foi encaminhada por ofício na segunda-feira (28). Segundo a Faep, parte dos problemas atingiu proprietários de imóveis rurais com mais de 100 hectares, que inicialmente precisavam preencher a declaração pelo serviço online. Inconsistências em dados cadastrais que não eram recuperados pelo sistema dificultaram a conclusão do procedimento, afirma a entidade.

Em 21 de setembro, a Receita passou a permitir que esses contribuintes também utilizassem o Programa ITR 2026, instalado no computador. Para a federação, a abertura dessa alternativa a poucos dias do vencimento reforça a necessidade de conceder mais tempo a quem encontrou dificuldades na plataforma.

“Os produtores precisam de condições para cumprir essa obrigação. A lentidão no sistema e a mudança nas opções de entrega nos últimos dias justificam a prorrogação”, afirmou o presidente da Faep, Ágide Eduardo Meneguette.

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Enquanto não houver anúncio oficial de prorrogação, o produtor deve considerar o prazo de 30 de setembro. Quem ainda não entregou a declaração pode consultar as orientações para declarar o ITR e evitar multa publicadas ontem pelo Pensar Agro (clique aqui).

A entrega fora do prazo sujeita o contribuinte a multa de 1% ao mês ou fração de atraso sobre o imposto devido, respeitado o mínimo de R$ 50. A quota única ou a primeira parcela do imposto também vence nesta quarta-feira. A Receita ainda não anunciou mudança para nenhum desses vencimentos.

Fonte: Pensar Agro

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