AGRONEGÓCIO

“Antes eu queria parar. Hoje tenho vontade de ampliar.” Horticultor vê transformação em estufa com chegada do SENAR/MS


Sivaldo pensava em desistir da atividade antes da chegada da Assistência Técnica e Gerencial.

Com dificuldades na produção de folhosas, o produtor rural Sivaldo Cavalcanti, do município de Dourados, pensava em desistir da atividade quando passou a receber a Assistência Técnica e Gerencial (ATeG) em Horticultura do Senar/MS. Esse é o case de sucesso da série #TransformandoVidas desta semana.

“A gente tinha dificuldade para tudo. Não produzia com o mesmo rendimento que hoje. A gente plantava 100 e colhia 80. Hoje a gente planta 100 e colhe 99, 100%. Principalmente a alface”, relata o produtor.

Orientações no manejo, novas tecnologias e gerenciamento profissional da propriedade foram alguns dos pontos sugeridos pelo técnico de campo do Senar/MS.

“Mudamos o sistema de bancada. Colocamos em caixa individual. Mudamos também o sistema de plantio de coentro. Até para produzir também diminuiu bastante o custo de produção, porque a gente gastava mais para produzir”.

Com as melhorias, o pensamento de desistir da atividade se transformou no plano de ampliar a estufa.

“Antes eu queria parar. Hoje eu tenho vontade de ampliar. Comecei sozinho e depois que o Senar chegou aqui com o técnico e foi me ajudando. O que ele pediu, a gente foi acreditando e teve a transformação”, finaliza.

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Transformando Vidas – Toda sexta-feira, o Sistema Famasul divulga uma reportagem sobre a atuação do Senar/MS e as suas transformações no campo. Confira outras histórias de sucesso no canal no YouTube, e conteúdos sobre Horticultura em ‘Mercado Agropecuário’ e ‘Educação no Campo’.

Assessoria de Comunicação do Sistema Famasul – Leandro Abreu

Fonte: CNA Brasil

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AGRONEGÓCIO

Ministro André de Paula assina duas portarias para fortalecer a agropecuária brasileira

Nesta terça-feira (30), durante o lançamento do Plano Safra 2026/2027, no Palácio do Planalto, em Brasília, com a presença do presidente da República em exercício, Geraldo Alckmin, o ministro da Agricultura e Pecuária, André de Paula, assinou duas portarias voltadas ao fortalecimento da agropecuária brasileira. As medidas tratam da gestão dos impactos climáticos sobre a produção agropecuária e da padronização de produtos oriundos da biorrefinaria de milho destinados à alimentação animal.

GRUPO DE TRABALHO SOBRE O EL NIÑO

Ao lado do diretor do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), Carlos Alberto Jurgielewicz, o ministro assinou a portaria que institui o Grupo de Trabalho responsável por avaliar os impactos do fenômeno El Niño na produção agropecuária nacional e propor estratégias de mitigação e proteção ao produtor rural, no âmbito do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa).

O grupo será composto por representantes do Mapa, do Inmet e da Embrapa. Entre as atribuições estão a identificação das regiões e cadeias produtivas mais vulneráveis aos efeitos do fenômeno, com destaque para culturas como soja, milho, trigo, feijão, cana-de-açúcar, café e mandioca.

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O GT também deverá propor medidas de mitigação e adaptação, além de elaborar subsídios técnicos e institucionais para apoiar ações de enfrentamento dos impactos climáticos sobre a produção agropecuária.

PADRÃO DE IDENTIDADE E QUALIDADE PARA PRODUTOS DA BIORREFINARIA DE MILHO

O ministro André de Paula também assinou, em conjunto com o presidente da ApexBrasil, Laudemir Müller, portaria que estabelece, pela primeira vez, o padrão de identidade e qualidade para produtos da biorrefinaria de milho e de outros cereais amiláceos destinados à alimentação animal, entre eles o DDG (grãos secos de destilaria), coproduto da produção de etanol de milho.

A norma define os requisitos oficiais de identidade e qualidade desses produtos, além de estabelecer conceitos relacionados aos produtos da biorrefinaria e às unidades industriais responsáveis pelo processamento de milho e de outros cereais amiláceos para a produção de etanol.

A regulamentação padroniza critérios de classificação, qualidade e rotulagem, fortalece os mecanismos de fiscalização e amplia a segurança jurídica e a previsibilidade para produtores, indústrias e mercados consumidores. A medida também contribui para o fortalecimento da cadeia do etanol de milho e de seus coprodutos, ampliando as oportunidades de comercialização.

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As duas medidas reforçam as ações do Ministério da Agricultura e Pecuária voltadas à gestão de riscos climáticos, ao fortalecimento da agroindústria e ao desenvolvimento da agropecuária brasileira.

Informação à imprensa
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Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária

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