AGRONEGÓCIO

Alunos do Curso Técnico em Agronegócio visitam empresa roraimense referência na comercialização de produtos regionais

Compartilhar conhecimento e aprender na prática o conteúdo visto nas aulas on-line foram alguns dos objetivos da aula de campo proporcionada pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar/Roraima), na empresa Hortifruti Kimura e Zauza, no município de Boa Vista, para os alunos do curso Técnico em Agronegócio, os quais conheceram de perto a produção da empresa especializada na comercialização de produtos regionais.

Referência na atividade em Roraima, sua atividade econômica principal é o comércio atacadista de frutas, verduras, raízes, tubérculos, hortaliças e legumes frescos. Os acadêmicos conheceram o passo a passo das principais técnicas de armazenamento, manuseio, acondicionamento e transporte de hortaliças e frutas frescas que chegam ao consumidor final.

A tutora da turma, a Agrônoma Patrícia Mendes, ressaltou que o dia de campo é um momento de aliar a teoria à prática, com aprimoramento dos métodos de planejamento e produção no setor produtivo, explicou Patrícia.

ASCOM SENAR RORAIMA

Fonte: CNA Brasil

COMENTE ABAIXO:
Leia Também:  Decisão sobre IOF pressiona crédito e eleva custos para o agronegócio
Propaganda

AGRONEGÓCIO

Agro dobra empregos em 20 anos e sustenta mais de 50% da economia

O avanço do agronegócio em Mato Grosso redesenhou o mercado de trabalho e consolidou o setor como base da economia estadual. Em duas décadas, o número de trabalhadores ligados ao agro saltou de cerca de 173 mil em 2006 para 449 mil em 2026, segundo o Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea) — crescimento de quase 160%.

O movimento acompanha a expansão da produção e da área cultivada. Mato Grosso lidera a produção nacional de grãos, com safras que superam 100 milhões de toneladas somando soja, milho e algodão. A área agrícola do Estado ultrapassa 20 milhões de hectares cultivados, dentro de um território de cerca de 90 milhões de hectares, o que evidencia o espaço ainda disponível para intensificação produtiva.

Esse crescimento dentro da porteira puxou a geração de empregos fora dela. A cadeia do agro — que inclui transporte, armazenagem, processamento e serviços — passou a absorver mão de obra em ritmo mais acelerado, especialmente a partir de 2021, com o avanço da agroindustrialização e o aumento do volume produzido.

Leia Também:  Senado aprova “selo arte” para produtos artesanais de origem vegetal

O peso econômico é direto. O agronegócio responde por cerca de 50% a 55% do Produto Interno Bruto (PIB) de Mato Grosso, de acordo com estimativas do próprio Imea e de órgãos estaduais. Na prática, isso significa que mais da metade de toda a riqueza gerada no Estado está ligada ao campo.

Esse protagonismo se reflete na dinâmica regional. Municípios com forte presença agrícola concentram maior circulação de renda, impulsionando comércio, serviços e construção civil. O efeito multiplicador do agro faz com que cada safra movimente não apenas a produção, mas toda a economia local.

Ao mesmo tempo, o perfil da mão de obra vem mudando. A incorporação de tecnologia no campo e na indústria exige trabalhadores mais qualificados, enquanto a expansão logística amplia a demanda por serviços especializados. O resultado é um mercado de trabalho mais diversificado, que vai além das atividades tradicionais da agricultura.

Fonte: Pensar Agro

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

política mt

mato grosso

policial

PICANTES

MAIS LIDAS DA SEMANA