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Diamantina: cidade entre montanhas preserva um Patrimônio Mundial em Minas Gerais

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Cercada por montanhas no interior de Minas Gerais, Diamantina cresceu acompanhando o relevo da Serra do Espinhaço. Ruas estreitas e irregulares, construções coloridas e igrejas se espalham pelas encostas e formam uma paisagem em que cidade e natureza parecem ter sido desenhadas juntas.

A antiga Vila do Tijuco ganhou importância no século 18 com a exploração de diamantes. A atividade atraiu garimpeiros, comerciantes e representantes da Coroa Portuguesa e deixou marcas na formação da cidade, na arquitetura e nos costumes que atravessaram gerações.

Reconhecido como Patrimônio Mundial pela Unesco em 1999, o Centro Histórico preserva características de sua formação nos séculos 18 e 19. Hoje, além da arquitetura, Diamantina oferece aos visitantes museus, igrejas, manifestações culturais, gastronomia mineira e paisagens naturais.

Reconhecimento

A Unesco reconheceu Diamantina pela forma como a cidade adaptou referências europeias às condições locais e desenvolveu características próprias. O conjunto urbano também chama atenção pela integração com a paisagem montanhosa que cerca a cidade.

Diferentemente de outras cidades coloniais brasileiras, onde a arquitetura histórica é marcada principalmente pelo uso de pedra, alvenaria e azulejos, parte da arquitetura histórica de Diamantina tem forte presença de madeira. Casarões de um ou dois pavimentos, fachadas brancas com detalhes coloridos, igrejas e ruas pavimentadas com pedras compõem o cenário preservado no Centro Histórico.

Outro elemento importante é a própria disposição da cidade. As construções acompanham as irregularidades do terreno e há uma diferença de até 150 metros entre os pontos mais altos e mais baixos do núcleo histórico. Essa relação entre arquitetura, relevo e paisagem é uma das particularidades de Diamantina.

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O que fazer

Entre os principais atrativos estão:

  • Centro Histórico: caminhar pelas ruas de pedra é uma das melhores formas de conhecer os casarões, igrejas, praças e construções preservadas da cidade.
  • Casa de Juscelino: espaço dedicado à trajetória de Juscelino Kubitschek (nascido na cidade), com objetos e documentos ligados ao ex-presidente.
  • Casa de Chica da Silva: construção histórica associada a uma das personagens mais conhecidas da história de Diamantina e do período da mineração.
  • Museu do Diamante: reúne acervo relacionado à mineração, à sociedade e à formação histórica da região.
  • Igreja de São Francisco de Assis: uma das construções religiosas que integram a paisagem histórica da cidade.
  • Mercado Velho: tradicional ponto de encontro no centro, recebe atividades culturais e permite ao visitante conhecer produtos e sabores da região.
  • Vesperata: uma das manifestações culturais mais conhecidas de Diamantina, com músicos tocando das sacadas dos casarões, enquanto o público acompanha a apresentação nas ruas do Centro Histórico.

Além dos atrativos urbanos, Diamantina pode servir de ponto de partida para quem quer conhecer paisagens da Serra do Espinhaço, com cachoeiras, trilhas e formações rochosas nos arredores.

Quando visitar

Diamantina pode ser visitada durante todo o ano:

  • Abril a setembro: período geralmente mais seco, que favorece caminhadas pelo Centro Histórico e passeios ao ar livre.
  • Temporada da Vesperata: em datas específicas ao longo do ano, a apresentação transforma as ruas do Centro Histórico em palco e está entre as experiências mais tradicionais da cidade.
  • Carnaval: a cidade recebe programação e grande movimento de visitantes durante a festa.
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Para aproveitar o Centro Histórico com calma e conhecer também alguns dos atrativos naturais dos arredores, vale reservar pelo menos dois dias para a viagem.

Como chegar

Diamantina está localizada no Vale do Jequitinhonha, em Minas Gerais, a cerca de 300 quilômetros de Belo Horizonte.

Para quem chega de avião, Belo Horizonte é uma das principais portas de entrada. A partir da capital mineira, o percurso até Diamantina pode ser feito por rodovia.

De carro, um dos principais acessos é pela BR-367, que passa pela região e conecta Diamantina a outros municípios mineiros. Quem parte de Belo Horizonte pode seguir por rodovias estaduais e federais em direção ao norte do estado até chegar à cidade.

No Centro Histórico, muitos dos principais atrativos ficam próximos uns dos outros e podem ser conhecidos a pé.

Patrimônio Mundial

A Lista do Patrimônio Mundial reúne locais reconhecidos pela Unesco por sua importância cultural, natural ou histórica para a humanidade. Os bens inscritos são considerados de Valor Universal Excepcional e passam a integrar uma relação internacional de patrimônios cuja preservação é de interesse mundial.

O Brasil possui atualmente 26 bens inscritos na lista, distribuídos entre as categorias Cultural, Natural e Mista.

Por Natália Moraes
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

 

Fonte: Ministério do Turismo

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Cerca de 2 mil estudantes participam de aulão do Enem no RJ

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Cerca de 2 mil estudantes participaram, nesta quarta-feira, 30 de setembro, de um aulão preparatório para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2026, realizado pelo Ministério da Educação (MEC) em parceria com a Secretaria de Estado de Educação do Rio de Janeiro (SEEDUC-RJ). A atividade ocorreu em frente à futura unidade do Instituto Federal do Rio de Janeiro (IFRJ), no Parque Olímpico, e teve como foco a preparação para as provas dos dias 8 e 15 de novembro. 

A programação foi dividida em quatro blocos didáticos: 

  • Matemática: conteúdos de maior incidência e estratégias para organização do tempo de prova; 
  • Linguagens e Redação: estrutura da redação, repertório sociocultural e interpretação de textos; 
  • Ciências da Natureza: conteúdos de Biologia, Física e Química, com abordagens relacionadas a sustentabilidade e saúde; 
  • Ciências Humanas: análise de atualidades, gráficos e mapas. 

Durante o evento, o ministro da Educação, Leonardo Barchini, falou sobre as possibilidades de utilização da nota do Enem para acesso à educação superior. Entre os caminhos estão o Sistema de Seleção Unificada (Sisu), o Programa Universidade para Todos (Prouni) e o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).  

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O estudante Davi de Souza Santos, da Escola Estadual Joaquim Távora, em Niterói (RJ), destacou a importância do exame para seus planos. “Estamos transformando a incerteza do amanhã na tranquilidade de agora, se não conseguir neste ano, consigo no ano que vem. Eu pretendo seguir na área da gastronomia, eu sempre gostei da área da cozinha, e é nesse caminho que pretendo seguir”, disse. 

Ferramentas de preparação – Além das revisões presenciais, é disponibilizado um ecossistema gratuito de soluções digitais de apoio diário aos estudos. Por meio do aplicativo MEC Enem, os estudantes têm acesso a simulados interativos, banco de exercícios, videoaulas e orientações exclusivas para a prova de redação. A preparação pode ser reforçada também pela plataforma MEC Idiomas, que oferece cursos gratuitos de inglês e espanhol em diferentes níveis de proficiência, e pelo MEC Livros, biblioteca digital que conta com obras pedagógicas de referência. Na página Guia do Enem, os estudantes encontram dicas, vídeos e respostas às dúvidas frequentes.  

 
Assessoria de Comunicação Social do MEC 

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Fonte: Ministério da Educação

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