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IFSC oferece capacitações, mentorias e estruturação de modelos de negócio

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O Instituto Federal de Santa Catarina (IFSC), autarquia vinculada ao Ministério da Educação (MEC), lançou uma pré-incubadora de negócios. A iniciativa visa apoiar pessoas interessadas em transformar ideias em propostas de negócios nas áreas de turismo, hotelaria, gastronomia, eventos e setores relacionados.  As inscrições seguem até 27 de setembro. 

A pré-incubadora de negócios Fermenta IFSC selecionará até cinco propostas para um percurso gratuito de capacitações, mentorias e estruturação do modelo de negócio. A pré-incubação será de até sete meses, com início previsto para outubro de 2026 e término em abril de 2027.  

Pré-incubação – O edital é destinado a ideias que ainda estão em estágio inicial, por isso não é necessário ter uma empresa constituída, um produto pronto ou um plano de negócios completo para participar. A pré-incubação é destinada ao estágio da ideia, antes da formalização da empresa e da comercialização de um produto ou serviço pronto. A proposta é ajudar as pessoas selecionadas a avaliar oportunidades, conhecer melhor seu público, estruturar produtos ou serviços e desenvolver um modelo de negócio.  

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As inscrições estão abertas para a comunidade externa e cada proposta pode ter até quatro integrantes, incluindo a pessoa líder. Além disso, a equipe precisa ter disponibilidade para participar de atividades remotas e presenciais ao longo do programa, que prevê capacitações e mentorias de forma híbrida. As propostas serão avaliadas de acordo com os seguintes pré-requisitos: demanda, solução, experiência e motivação; gestão, recursos e parcerias; e vínculo da pessoa líder com o IFSC. 

Em caso de dúvidas sobre o edital, é possível enviar e-mail para [email protected]. 

Fermenta – O nome escolhido faz referência ao processo de desenvolvimento de um negócio. A proposta dos idealizadores é criar um ambiente em que ideias e oportunidades possam amadurecer e crescer, recebendo conhecimentos, conexões e orientações para se transformar em modelos de negócio mais estruturados. 

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica (Setec) e do IFSC 

Fonte: Ministério da Educação

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Conheça o Sítio Burle Marx, primeiro jardim tropical modernista reconhecido pela Unesco

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Ícone do paisagismo brasileiro, Roberto Burle Marx marcou história além das fronteiras nacionais. Reconhecido mundialmente, o artista foi pioneiro ao harmonizar formas geométricas, cores e movimentos com plantas nativas da Mata Atlântica e biomas associados. É na Barra de Guaratiba, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, que turistas do Brasil e do mundo podem conhecer o Sítio Roberto Burle Marx.

Inscrita na Lista do Patrimônio Mundial da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultural (Unesco) em 2021, a propriedade abriga 3.500 espécies florais cultivadas em uma concepção ecológica que une vegetação, arquitetura e as chamadas plantas vivas. A obra, inclusive, é o primeiro jardim tropical modernista reconhecido pela Unesco, além de ter sido o 23° bem brasileiro a receber a chancela.

Em nível nacional, a área de 405 mil metros quadrados está sob gestão e proteção do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), associada a ele como Unidade Especial desde 1985, e tombada como Patrimônio Cultural nos mais diversos níveis.

Jardins aquáticos, coleções de arte, viveiros e edificações convivem no espaço e convidam pessoas a preservar, pesquisar e disseminar a obra de Burle Marx. Lá, o paisagista viveu por 20 anos, estabelecendo conexões entre cultura e natureza, que dão conta do legado da vida do artista.

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Plantas vivas

De dimensão única, o local reúne experimentos botânicos e revelam outra história pioneira: Roberto Burle Marx também se destacou por promover a conservação de biomas brasileiros mundo afora. Além de ter descoberto novas espécies por meio de expedições, mais de 30 plantas levam seu nome.

Ao longo da carreira, o artista também é conhecido por ter unido vãos livres e concreto aparente a paisagens tropicais, integrando estruturas vazadas à vegetação nativa e às plantas vivas.

Também são de autoria do artista, especialmente entre as décadas de 1930 e de 1990, obras como o Parque do Flamengo, no Museu de Arte Moderna, também no Rio de Janeiro; e os Jardins do Palácio do Planalto, em Brasília; entre outras.

Como e quando ir

Desde 2019, a chamada Casa de Roberto, onde o artista viveu, está aberta para visitação no Sítio Burle Marx. Sob curadoria do Iphan, o espaço abriga memórias, elementos e emoções que contam a história e as relações culturais do paisagista.

Com duração de 1h30, a visita é aberta ao público e inclui trajeto de 1.800 metros, contemplando jardins, a Casa de Roberto e espaços em que o paisagista criou suas obras.

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Com recursos de acessibilidade, o espaço também recebe visitas escolares, de grupos e ensaios fotográficos mediante agendamento. Sempre de terças-feiras aos sábados, das 9h30 às 13h30, a visitação acontece de forma mediada e deve ser agendada por meio do e-mail [email protected].

Mais informações podem ser acessadas clicando aqui.

A Lista do Patrimônio Mundial reúne locais reconhecidos pela Unesco por sua importância cultural, natural ou histórica para a humanidade. Os bens inscritos são considerados de Valor Universal Excepcional e passam a integrar uma relação internacional de patrimônios, cuja preservação é de interesse mundial.

O Brasil possui atualmente 26 bens inscritos na lista, distribuídos entre as categorias Cultural, Natural e Mista.

Por Rafael Daher
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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